Uma liminar da Justiça Federal proibiu a veiculação da campanha do Conselho Federal do Serviço Social que compara o ensino a distância de Serviço Social à alimentação fast-food. A liminar foi concedida pelo juiz federal Haroldo Nader, da 8ª Vara de Campinas (SP), em ação cautelar movida pela Associação Nacional dos Tutores de Ensino a Distância (Anated).
Intitulada “Educação não é fast-food – diga não à graduação a distância em Serviço Social”, a campanha começou a ser veiculada em maio. Além de 13 filmes no YouTube, foram feitos spots em rádios comunitárias e material gráfico, como adesivos e cartazes associando o ensino a distância à alimentação de baixa qualidade. Em um dos filmes, por exemplo, um atendente recebe uma moça em uma lanchonete para oferecer um “combo” educacional.
No site do CFESS estão descritas as motivações da campanha, como na pergunta: “Já imaginou trocar suas refeições por um lanche rápido durante quatro anos? É exatamente isso que ocorre com quem escolhe o ensino de graduação a distância em Serviço Social”. Para o magistrado, o modo como estudantes e tutores são tratados é “pejorativo”. O descumprimento pode levar a uma multa diária de R$ 1 mil.
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Sou favorável a decisão do juiz, uma vez que a campanha generaliza, e coloca a prova a credibilidade das instituições de ensino que oferecem a modalidade EAD para o curso de serviço social, acredito que o CFESS deveria sim fiscalizar as instituições e não rebaixa-las a ponto de desclassificar o ensino a distância, essa modilidade está presente na educação e veio para ficar, ela trouxe oportunidades a pessoas que antes sequer almejavam estudar novamente e a alunos de diversas classes sociais devido à redução do custo se comparado ao presencial. Portanto CFESS, trate apenas de fiscalizar com rigor os cursos EAD de Serviço Social que com certeza teremos excelentes profissionais na área formados pela modalidade.
Acredito que o Conselho Federal de Serviço Social foi no mínimo irresponsável a desenvolver tal campanha, a melhor forma de qualificar os cursos de SS oferecidos na modalidade EAD é fiscalizando-os, portanto a campanha generalizou a qualidade da modalidade e pos em xeque a credibilidade das instituições.
Acredito que os cursos oferecidos à distância estão a cada dia mais sendo otimizados, sendo assim somente quem faz ou fez um curso à distância com qualidade entende que a EAD é excelente para a nossa rotina de vida e isso significa flexibilidade e não facilidades. Sou contra a decisão do juiz!!!!
Também sou favorável a decisão, pois a capacidade de aprendizado está diretamente ligado ao interesse do aluno e não ao método de ensino.
Me perdoem o palavriado chulo, mas fiquei “besta” com tal campanha… que mentalidade mais arcaica. Palmas à decisão do juiz.
Parabéns ao juiz! Campanha desrespeitosa aos profissionais ligados a EAD e incoerente, já que o ensino a distancia cresce cada dia mais em nosso país.
Sou favorável a decisão do juiz.
Parabéns ao Juiz. A tecnologia veio a nosso favor, basta sabermos usá-la. A EAD está presente cada vez mais no nosso dia a dia. Só não vê quem não quer…
Estou començando um curso de pós sobre a EAD e estou de acordo com o Juiz. A EAD está crescendo muito e formando ótimos profissionais.
Sou também favorável a decisão, pois acho que vários estudos têm sido realizados para comparar a qualidade e os resultados da EaD com a educação presencial e que mostram resultados favoráveis para alunos em condições de aprendizagem on-line…
Fico muito contente com esta decisão…necessitamos de novas mentalidades…é claro que as opiniões devem ser consideradas…mas é necessário que o respeito aos professores, instituições e alunos da EAD seja mantido!
O juiz tomou uma atitude correta pois a educação a distância já é uma realiadade e com os avançoes tecnológicos atuais poderá levar conhecimento a uma parte da população que tem dificuldades em estar dentro das universidades.
Não é possível nos dias de hoje, com a evolução que temos em tecnologia de acesso e também na qualidade do material produzido para a formação a distância, acreditar que todo curso baseado na EAD não tem qualidade.
Será que os Estados Unidos que divulgaram que até 2024 querem ter 80% do ensino superior a distância não acredita nessa metodologia? Acho que podemos refletir um pouco sobre isso, claro que se quisermos implantar esse método no Brasil, precisamos melhorar e muito a acessibilidade das pessoas à internet, evoluímos muito nos últimos anos, mas estamos longe do ideal.
Fiquei irritada quando vi o video relacionando EAD a um fast-food, parece que não conhecem a verdadeira essência da EAD.Precisa melhorar, sim!Garanto que existem muitos cursos presenciais que deixam a desejar e muito.O que garante qualidade, é seriedade, compromisso, acreditar e aproveitar o melhor de cada oportunidade.
Cabe aos próprios alunos decidir se uma instituição de ensino é séria e competente o suficiente, e se o ensino promovido por esta é ou não da qualidade que ele espera. Ao promover uma campanha como esta, entidades sérias e seus funcionários e alunos são prejudicados injustamente. A decisão não apenas foi correta por parte da justiça, mas era o óbvio a se fazer.
Há de se encontrar e punir quem usa EAD de maneia errada ou ilícita – mas sem punir aqueles que não merecem. Fins nunca justificam meios.
Acredito que cada pessoa se adapta a uma modalidade de ensino, além do mais, a modalidade a distância existe para atender a um público mais organizado e com certa maturidade e autonomia para se dedicar aos estudos, e em seu currículo contempla o estágio supervisionado, que possibilita a interação do acadêmico com a realidade da profissão. Acho que todos têm o direito de expressar suas opiniões, cabe aos leitores e/ou expectadores selecionar aquilo que querem ou não acatar. Talvez não fosse necessário barrar qualquer campanha, se o público soubesse selecionar o que aceita e o que rejeita. Sou da opinião que o ítem mais inteligente que existe em qualquer mídia é quem a opera, ou manuseia. Se não concorda, desligue, feche o livro, guarde o jornal…
Vejo esse tipo de agressão é uma maneira de atacar um concorrente de forma desleal, tentando prejudicar, pois não havia a necessidade do Conselho de SS ser tão radical a ponto de rebaixar o sistema EAD. Sendo que esse tipo de ensino é crescente no Brasil e no mundo dando oportunidades e formando pessoas para um futuro melhor, acredito que em todos os sistemas possuem falhas, mas não é assim que serão resolvidas na base da propaganda predatória.
A educação a distância é uma alternativa para as pessoas que tem como objetivo o retorno aos estudos.
A qualidade para manter esta modalidade esta relacionada ao compromisso e qualidade de ensino oferecida pelas instituições.
Chega de banalizar a Ead,ótima decisão a do Juiz…
A ead é uma forma de incluir na sociedade pessoas de uma comunidade que não possui uma universidade proxima, facilitando a vida das pessoas e realizando sonhos, como é uma forma de aprendizagem nova é claro que tem o sempre algo a melhorar, porém não é apenas um canudo que os alunos pegam no final do curso como muitas pessoas dizem, isso vai depender do esforço de cada um em adquirir conhecimento, mais isso acontece tanto em cursos ead como presencial cada um aproveita a oportunidade oferecida de uma forma.
Um absurdo que rotulem um curso em EAD igual a um fast-food. O que diferencia um curso presencial de um curso a distância, são vários fatores, mas o principal é a dedicação que a pessoa precisa ter, bem como se comprometer a estudar e se atualizar sempre.
O Juiz agiu com razão e prol do ensino a distância as pessoas devem se conciêntizar que o EAD chegou pra ficar, pois possui qualidade e independente da quantidade de dias que um aluno fique sentado numa cadeira da faculdade, o importante é o aprendizado que esta seno repassado e por ele usufruido.
A campanha veiculada pelo Conselho Federal de Serviço Social demonstra o despreparo e incapacidade, do órgão de classe, em absorver e aproveitar as novas oportunidades de educação e de formação profissional. Além disso, a propaganda de caráter pejorativo em relação a educação a distância em detrimento ao ensino presencial, não oferece nenhum argumento ou dado plausível que justifique tal provocação.
Acredito que o debate respeitoso, ético e coerente faz parte da democracia em que vivemos e escolhemos.
Sou Assistente Social, tutora a distância e acredito que o Conselho Federal de Serviço Social – CFESS está incentivando o debate amplo sobre a qualidade dos cursos de graduação a distância. Não podemos generalizar, mas temos conhecimento de instituições que não oferecem a qualidade necessária na formação acadêmica. Essa é uma realidade que não ocorre somente em cursos de Serviço Social.
Fomentar esse debate é necessário e urgente. Cursos de Graduação a Distância não podem estar voltados apenas para os interesses do capital.
Não tenhamos receio do debate. O EaD traz um novo paradigma. Não há retorno. Esse é o presente e o futuro e precisamos saber utiliza-lo para criarmos uma sociedade mais justa e fraterna.
Quem perderá com a guerra de liminares seremos nós, a sociedade. Meu convite é para que possamos debater com maturidade.
Boa noite,
Achei a ação do Juiz favorável, pois acho que o pessoal de serviço social, “pegou pesado”, pois intitulou como se todos os cursos á distância fossem os chamados de “Fast Food”.
Concordo que há alguns cursos e até grande parte de disciplinas que não devem e nem há como serem a distância, mas discordo que não haja uma disciplina sequer no curso de serviço social que não se possa ministrar a distância. Sou a favor das disciplinas teóricas serem à distância e as disciplinas práticas totalmente presenciais.
Os cursos a distância apresentam a mesma qualidade dos presenciais e os alunos formados a distância são tão competentes quanto os formados em salas de aulas com professores presenciais.
A aprendizagem on-line apresenta desempenho excelente. Os materiais didáticos são adequadamente estruturados e acredito que a aprendizagem de alta qualidade pode acontecer em qualquer lugar e em qualquer momento.
Acredito que a qualidade do ensino está no comprometimento de professores e alunos.
A decisão do senhor juiz nao poderia mesmo ser outra, diante dos nossos tempos em que a tecnologia é aliada inseparavel da eduação. A própria formação dos juizes utiliza EAD.
Como aluna de EAD em dois cursos de especialização, tradutora pública e intérprete comercial, além de educadora e bacharel em direito, só tenho a concordar com a decisão do juiz uma vez que assim como contamos com ensino presencial de qualidade – o que por vezes, mesmo com a égide e eixgências do MEC não ocorre – podemos, sem dúvida, contar com excelente nível de Educação à Distância. O preconceito se deve à ignorância daqueles que desconhecem a modalidade que evolui, transforma e se consolida no mundo desde a dècada de 60.
Sou contra qualquer tipo de discriminação com relação a EAD, sou a favor de um controle por parte do MEC para manter a qualidade e evitar que o ensino seja explorado apenas como comércio por alguns empresários. A EDA visa um público diferenciado e com certeza democratiza o acesso ao conhecimento.
Num momento onde a tecnologia avança permitindo que cada vez mais se tenha acesso a educação de qualidade, uma campanha deste tipo vem, não somente envergonhar como desrespeitar a inteligência e a capacidade de julgamento dos cidadãos. A atitude do juiz foi plena. Parabéns !!
Concordo com a decisão do juiz, a educação a distancia ainda é vista por algumas pessoas como uma forma de ajudar um preguiçoso a ter um diploma. É preciso mudar essa visão e mostrar que é um método de ensino que tem crescido e formado grandes prosifssionais em universidades que garantem muita qualidade que, muitas vezes se for comparada com a educaçao presencial mostra que o potencial de alguns alunos é bem superior. Apesar de ainda ser preciso tomar cuidado com a instituição que oferece essa modalidade de curso pois existem muitos aproveitadores por ai querendo enganar aqueles que querem uma boa formaçao. Lembrando tambem que o maior responsavel para que a EAD seja vista com seriedade são os alunos que devem ir em busca daquilo que se propuseram a fazer e mudar essa “cara” do ensino a distancia.
A campanha chama nossa atenção para pontos importantes da EaD, como: a quantidade de alunos por tutor; as condições de trabalho, o vínculo trabalhista e a qualificação dos tutores; a estaticidade de alguns cursos; o de planejamento e qualidade dos materiais didáticos; a dificuldade de realizar avaliações mais precisas de aprendizagem dos alunos; etc. Ou seja, todas as questões que remetem à qualidade dos cursos a distância, mostrando que esses cursos não podem ser tratados apenas como produtos lucrativos. E devemos sim pensar na qualidade dos cursos a distância que hoje nos são ofertados. E, nesse ponto, a campanha é muito positiva. Entretanto, o que não pode ocorrer é que alunos e tutores sejam prejudicados. Afinal, suas atividades estão aparadas na legislação. O objetivo tem que ser a reflexão sobre a qualidade da EaD no Brasil, sem ser prejudicial a quem se utiliza dessa modalidade.
Acho que o CFESS seguiu uma linha de pensamento já desenvolvida por outras áreas, haja visto outros conselhos tbm se posicionarem contra e até tomarem atitudes mais drásticas qto a estes cursos. Como Assistente social entendo a posição do Conselho e tbm me preocupo com os profissionais que estão sendo formados, já que acredito que as instituições que oferecem este tipo de ensino deveriam ser melhor monitoradas. Já como professora tutora à distância penso que não se deve generalizar a opinião e sim fiscalizar as instituições que não estão dentro dos padrões do MEC, e isto não se aplica apenas ao ensino à distânica, pois sabemos que muitas presenciais tbm deixam muito a desejar. E, ainda, o CFESS deveria fazer sua parte e, já que não concorda com este tipo de ensino passar a fiscalizar de forma mais efetiva as instituições de ensino em Serviço Social, tanto à distância como presenciais, e não manter a distância confortável que costuma adotar nestas questões.
Parabéns ao juiz! Os profissionais da EaD precisam ser valorizados e respeitados porque afinal, essa educação que cresce cada vez mais em nosso país, só veio valorizar a educação e oportuniza-la a muitos.
Também sou a favor da decisão do juiz, visto que não se pode generalizar todos os cursos de Serviço Social que são a distância do país. Sem dúvidas, existem cursos bastante precários, onde o objetivo é apenas a “compra do diploma”. Por outro lado, há cursos excelentes, realmente comprometidos com a educação do aluno.
O grande problema de todos esses acontecimentos, é que o aluno da modalidade EAD acaba ficando estigmatizado perante os outros profissionais do Serviço Social, visto a posição do CFESS em apoiar a campanha “educação não é fast-food”. É comum relatos de dificuldades de aceitação, inclusive no momento de realizar os estágios.
Estudiosos da Educação à Distância, estabelem que deve existir um perfil para o acadêmico da EaD. Assim os cursos de Ead, não devem ser vistos como uma forma genérica e mais fraca, da educação presencial, mais sim uma modalidade que visa atender e formar com muita qualidade, aqueles estudantes que têm as condições necessárias para se auto-gerencia, se auto motivar e que tenham acima de tudo interesse em seguir os caminhos, que nesta modalidade, são indicados por professores e tutores. Sócrates já trazia esta temática, quando falava da Miêutica, onde ele dizia que o professor não seria o dono do conhecimento, mais sim, daria as orinetações para que o aluno buscasse e criasse o seu conhecimento. Fico feliz com a decisão do Tribunal.
Cada pessoa é livre para fazer suas escolhas e projetos de vida, se você pode e tem possibilidade de fazer uma graduação a Distância faça, se você é maduro e disciplinado e que alcançar seus objetivos faça uma graduação a Distância é como restaurante, cada um como o que gosta ou que acha melhor.
A decisão do juiz foi muito exemplar para que outros não veja a EAD como um canto de fada, porque as pessoas que procuram esta metodologia são muitos responsaveis. O que ele deveria fazer ela procurar maiores informações sobre a modalidade até mesmo reveter as taxas pagas de anuidade para desenvolver curso a distância para a categoria e não gasta com este tipo de propoganda engonosa.
eu entendo o lado dos alunos do serviço social quando dizem que a distância dificulta o aprendizado de um(a) Assistente social, pois, trata-se de um trabalho que envolve intrinsecamente a relação interpessoal, porém, eles pecam na analogia fazendo uma programa “pejorativa” da metologia de ensino que acaba sendo muito eficaz em várias outras áreas. Parabéns ao Juíz da 8ª vara de Campinas!!!
Sou aluna EaD há 2 anos, inclusive estou cursando duas especializações EaD atualmente e defendo a EaD com unhas e dentes. Quem faz a educação à distância crescer cada vez mais é o aluno, demonstrando seu interesse e engajamento, participando das atividades em grupo, realizando suas tarefas dentro dos prazos, entre outros. E, aquele que se propõe a realizar um curso à distância sabe que a credibilidade de seu curso depende diretamente de suas ações, através do desenvolvimento de seu trabalho, de suas pesquisas, da produção de material e da busca do conhecimento. Concordo com a decisão do juiz.
Decisão acertada! A EAD é uma modalidade de ensino que trabalha a capacidade dos alunos na busca do conhecimento! Não podemos trata-la como Fast Food!!
Ótima decisão do juiz Haroldo Nader.
Esta campanha estava minimizando o EAD frente a educação presencial.
Só faltou o Juiz determinar os responsáveis por esta campanha em fazer um curso de EAD.
De fato que está campanha é extremamente pejorativa, pois muitos outros cursos de grande relevância estão sendo disponibilizados em modalidade à distância. E nem falamos dos novos mestrados EAD. Acredito que existe mais preconceito por parte do autor da campanha do interesse em qualidade do ensino.
Apesar de ser assistente social com registro no cfess, avalio esta campanha como preconceituosa e generalista. Os alunos realmente precisam avaliar a qualidade de ensino dos cursos EAD e provar que é possivel sim atingir a qualidade esperada.
A Ead deve ser tratada com mais respeito por todos,pois vivemos em uma democracia, onde todos podemos fazer escolhas de acordo com nossas condiçoes, escolhas…e essa modalidade de ensino desenvolve situaçoes pedagogicas que visa uma aprendizagem mais rapida e democratica.
Sou professora-tutora, neste momento curso uma especialização em Metodologias e Gestão da EaD e meu curso é à distância. A Campanha dos profissionais de ensino à distância contém críticas válidas e neste momento me perfilho às críticas do prof. joão Mattar em seu blog no post Porque eu apoio a campanha Educação não é fast food (www.blog.joaomattar.com). Mas penso que o que não podemos perder de vista é que a educção à distância não deve pretender abolir o convívio pessoal no processo de ensino- aprendizagem, em especial na formação de profissionais-cidadãos prestes a atuar no cenário brasileiro, mas sim que ela vem somar novas possibilidades de convívio e permitir a ampliação da obtenção de conhecimento de todos nós.
Profª Patricia de Abreu (www.pensandosobreead.blogspot.com)
Acho que desde o início a propaganda não é justa com o ensino a distância. Não reflete a realidade, pois existe curso muito bom à distância, e como podem existir alguns que deixam a desejar. Já fiz alguns cursos e todos de ótima qualidade e tutores excelentes. Não sei dizer se foi justa a proibição, mas a propaganda foi pesada com relação ao EaD.
A decisão do juiz foi muito acertada, afinal a EAD de qualidade oferecida pelas IES não pode ser comparada àquelas oferecidas por outros estabelecimentos.
Temos sim, educação à distância de qualidade no Brasil. Vou além, o aluno da EAD torna-se muito mais atento e responsável do que o presencial, visto que ele precisa ser disciplinado e muito interessado para acompanhar as aulas, realizando os trabalhos e todo o restante que o curso exige.
As instituições e grupos de classe que não concordam com a EAD tem o direito de manifestarem-se, no entanto, há que se ter cautela…
Carla Kozan
Temos que fazer valer a importância do EAD no Brasil.
Não vejo como a educação a distância possa ser “fast-food” uma vez que há necessidade do aluno ser disciplinado e comprometido para alcançar bons resultados.Cabe ao aluno verificar as instituições credenciadas.Quanto a qualidade os resultados do ENAD mostram quais cursos tiveram maior aproveitamento dos alunos.
Concordo com a Iraci Venezian os cursos a distância apresentam a mesma qualidade dos presenciais e os alunos formados a distância são tão competentes quanto os formados em salas de aulas com professores presenciais.
Ok. Ótima decisão, não adianta negar! A tecnologia esta cada vez mais presente veio como facilitadora, estudos já demonstram que o aluno EAD e o aluno de ensino presencial, pouco difere na sua qualidade, sabendo que é o interesse que eleva a qualidade do aprendizado do aluno.
Concordo com o juiz, a Educação a Distância é uma nova maneira de se ver a Educação, e também um noco conceito de estudar, pois quem estuda 4 anos no presencial e no ead tem os mesmos conteudos e as mesmas vantagens para aprender, basta somente ter a vontade de querer aprender…
Também não concordo com a comparação.
Acredito que todo e qualquer tipo de educação depende muito do aluno, o quanto ele se dedica a isso.
Talvez alguns alunos, mesmo na graduação, não tenham maturidade para trabalhar dessa maneira, precisando também de encontros presenciais, entretanto, a campanha é ofensiva e não acrescenta em nada na Educação.
Tenho certeza que a oposição acontece devido a ma informação a respeito da EAD. Se procurassem conhecer o método e acompanhassem o desempenho dos alunos, os conceitos mudariam.
Penso que antes se propor uma campanha como essa, os idealizadores deveriam primeiro investivar o funcionamento da EaD. Vocês fizeram isso? Acredito que não! Quem de fato conhece EaD,sabe que ela te cobra bem mais do que os cursos presenciais. A participação do aluno e do tutor é ativa e constante. E isso nem precisaria ser relatado, basta dizer que o aprendizado depende do aluno, quer ele seja virtual ou presencial. Ele precisa querer aprender. Queridos, para o bem de vocês, abracem logo essa tendência mundial. Caso contrário ficaram de fora e obsoletos.
Boa tarde a todos;
Tenho o seguinte pensamento, quem faz a faculdade não é o professor ou como e onde e feito esta faculdade e sim o próprio aluno, tanto na presencial como EAD se não estudar correr atrás dos assuntos abordados em sala, sairá da faculdade da mesma forma que entrou, não sabendo nada. O interesse é do aluno e não de quem esta ali para disseminar a informação, uma vez que um lado esta adquirindo o conhecimento e outro esta em constante aprimoramento.
Esta campanha é realmente muito polêmica e abre margem para muitas discussões e reflexões sobre EAD: qualidade, quantidade, pontos positivos e o que precisa ser revisto.
Acredito que a decisão do juiz foi adequada neste caso.
Não vamos generalizar todas as EaDs. Elas continuarão trilhando seu caminho rumo à nova forma de adquirir conhecimento com louvor.
Discordo que a Educação a distância possa ser comparada ao fast-food, como professor presencial de três turmas da Anhanguera em um Polo Presencial da cidade de Iracemápolis SP, faço minha parte e dou minha contribuição para que os acadêmicos tenham o melhor. Além das atividades previstas pela Anhanguera, sempre estou levando assuntos pertinentes em sala de aula, bem como incentivando visitas técnicas, semanas pedagógicas. Enfim, acredito que se o acadêmico não faça a parte dele, e leve na flauta, será da mesma forma que a graduação presencial, onde o acadêmico levando na flauta, não estudando, não se empenhando, o resultado poderá ser penoso. É fato que a EAD exige maior desempenho do acadêmico, porém os profissionais presenciais da EAD(eu me incluo) fazemos o melhor para que a experiência seja surpreendente.
Também concordo com o Juiz… além de antiético é uma atitude desrespeitosa com os alunos que dedicam seu tempo aos estudo em busca de uma carreira e melhores oportunidades. Abaixo os rótulos!
Boa noite.
Sou aluna de pós-graduação em Metologias e Gestão para Educação a Distância EaD – e acadêmica em Direito em curso presencial. Como aluna em cursos distintos presenciais e EaD, posso afirmar que a qualidade de ensino nos cursos a distancia não fica nada a desejar com relação aos cursos presenciais.
Portanto fica aqui meu apoio a decisão do MM. Juiz Federal Dr. Haroldo Nader, da 8ª Vara de Campinas (SP).
Um abraço.
Gerty.
Esse juiz tomou uma decisão muito sábia, comecei recentemente fazer uma especialização em EAD, estou podendo ver como o curso é sério, ele nos dá várias ferramentas para estudarmos, as web-aulas, slides, leituras fundamentas, tutores presencias e à distâncias, temos toda atenção de uma sala de aula. Mas nada disso vale se eu não me dedicar. O ensino em EAD vem crescendo e inovando a cada ano e está trazendo oportunidade de crescimento pessoal e profissional para todos.
A EAD tem que crescido a cada dia, e com verteza será a educação do futuro, quem tomou essa errônia atitude, são pessoas imaturas, sem preparo e conhecimento para acompanhar os avanços tecnológicos, não estão prontos para a inovação e para caminhar com autonomia.
Penso que a Educação a distância ainda é uma novidade e precisa se consolidar como modalidade de Ensino. Muitas pessoas tem dificuldades em lidar com o que é novo, com a transformação, portanto, penso que essa campanha é fruto de um desconhecimento sobre a metodologia Ead. Pois, com todo o desenvolvimento tecnológico é inaceitável que não utilizemos tecnologias como a internet, a informática e a televisão para auxiliar no processo educativo. Portanto, a Ead ainda precisa se desenvolver para quebrar as barreiras levantadas pelos resistentes a tecnologia.
Também sou a favor dessa decisão. A EAD precisa ser respeitada.
Concordo com a decisão do juíz!!! Pois as pessoas envolvidas nessa campanha parecem que não entenderam e não não tem conhecimento do que realmente é a Educação à Distância em toda a sua essência!!! Além de colocarem a credibilidade das Instituições em prova também colocam a capacidade do aluno em buscar, seu interesse em estudar!!!!!! A Educação a Distância só vem trazendo benefícios na vida daquele buscar crescer profissionalmente!!!
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA É FAST FOOD SIM!
Entrei no site do CFESS estimulado pelo tópico relacionado neste blog e peço permissão de de transcrever um texto postado lá e comentá-lo de forma fragmentada: Eu acho que a comparação do EaD com redes de fast-food foi infeliz principalmente para seus autores já que eu arrisco sim comparar o EaD com redes de fast-food. Por exemplo neste trecho: “O CFESS Manifesta “Educação não é fast-food” rebate os argumentos de que a campanha seria excludente e discriminatória. “Pelo contrário, nossa defesa é da democratização do acesso, pela via da igualdade de condições, pela via do reconhecimento e materialização da educação como direito e não como mercadoria”. Faço uma pausa para citar algumas analogias ao sistema fast food que outro dia tive acesso em um artigo por leitura mas que infelizmente não lembro o nome do autor. Pois bem, numa rede de fast food, pelo padrão de atendimento nenhum cliente é atendido de forma diferenciada pela sua cor, pela sua posição política, social, credo e outros padrões passíveis de discriminação, ou seja o acesso é livre a todos com um nível de democratização ímpar de forma que o simples fato de desejar consumir o produto ali servido já faz dos clientes pessoas igualmente especiais, eu disse: IGUALMENTE. Para manter esta postura, toda a equipe é assistida por grupos de treinamento e orientadas a proceder desta forma, sem distinção. Mesmo que o canal de comunicação entre cliente e atendente não seja estabelecido de pronto, todos os atendentes são orientados a não excederem-se emocionalmente e conduzirem a situação da forma mais natural possível para que o cliente seja bem atendido, suas dúvidas sejam sanadas e desta forma, tenha acesso ao que ele veio buscar. À linha de produção, não é dispensada menor atenção já que a uniformidade é uma marca registrada deste sistema. Cada cadeia de fast food tem no sabor, sua característica marcante que compõe inclusive ponto crucial da escolha da marca pelo cliente. Exalto aqui o termo UNIFORMIDADE, pois de qualquer ponto do mundo o cliente pode ter acesso ao mesmo sabor que um dia resolveu adotar como o ideal para seu paladar. A forma com que as equipes dentro de uma destas lanchonetes trabalham deixam claro ao pior observador que tal sincronia é obtida por TREINAMENTO e CAPACITAÇÃO DA EQUIPE. Os críticos a este sistema tambem o percebem e chamam a uniformidade utilizada como ferramenta de democratização de: “Atendimento decoreba ou atendimento robotizado”. O fast food entra como opção àquele cliente que por algum motivo teve que escolher fazer uma refeição rápida para voltar ao mercado, pois neste caso específico ele não está comprando SÓ comida, ele tambem está comprando TEMPO. O fato dele comprar tempo embutido na alimentação torna-o competitivo no mercado. Quem tem acesso a este texto e que não preferiria um almoço tranquilo todos os dias com a família em casa? Saboreando cada bocado de alimento levado à boca? E agora questiono: Quantos destes não tem esta possibilidade? É correto puní-los com a abstinência à refeição? Não, eu não acredito que seja correto. Fazendo uma analogia à EaD, quantos brasileiros são obrigados à deixar a escola na infancia para auxiliar no sustento da família, ou que simplesmente a deixam por ter uma orientação familiar que o estimule a continuar. Com a maturidade esta pessoa pode querer mudar esta vida e em geral a maturidade vem com os compromissos assumidos: família, filhos. Estes compromissos envolvem compromissos financeiros que obrigam este cidadão a se colocar em jornada diversificada de trabalho não podendo se dar ao luxo de deixar um período para estudar. E daí entra o EaD para atender de forma democrática este público. Um compromisso assumido nestas condições leva este indivíduo a ter anseios profissionais altos e esta motivação pode estimulá-lo a buscar objetivos tão altos que podem superar o indivíduo formado num curso superior sem estímulos reais como os destacados acima.(DEMOCRATIZAÇÃO)
Seguindo o texto- “diz o documento, que também faz críticas contundentes à política de educação superior do país, ao afirmar que “em detrimento do aumento de vagas em Instituições de Ensino públicas e presenciais, ou da criação de cursos de Serviço Social nas universidades públicas que ainda não o têm, ocorre a massificação via EaD ou a utilização do fundo público para financiar bolsas de estudos nas instituições privadas, através da ampliação do PROUNI” “. Para este quesito é bom lembrar que a criação de novos cursos e neste caso uso de serviço social como exemplo em faculdades públicas que não o tem, envolvem contratação de professores, aquisição de equipamentos e em alguns casos ampliação do estruturas físicas o que oneram sensivelmente o investimento inicial para o atendimento de um grupo inicial de no máximo 40 alunos , número que é aumentado na mesma proporção nos semestres que se seguem. Um investimento altíssimo para um público relativamente pequeno. Agora, utlize este mesmo volume financeiro e aplique em bolsas de estudo nas faculdades da rede privada, como sugere o texto. Quantos estudantes não serão beneficiados de uma só vez em uma grande diversidade de cursos à livre escolhados candidatos?( LIVRE ESCOLHA = DEMOCRATIZAÇÃO). Some-se a isto o fato das redes privadas terem encontrado como nicho de mercado cidades que não tem uma assistência satisfatória pelas instituições federais. É comum que os filhos de cidades pequenas optam por estudar na cidade natal e ali ficam para retribuir com trabalho a oportunidade que lhe foi conferida promovendo o desenvolvimento regional. Quantas cidades brasileiras privariam seus habitantes de se formarem em direito, enfermagem, agronomia se não fosse pela intervenção da iniciativa privada? (pautemos novamente pela democratização). Portanto, destinação de verba federal para custear bolsas de estudo na inciativa privada é uma prática que o país só tem a ganhar. Um numero maior de alunos tem acesso a uma diversidade maior de cursos de graduação superior de forma gratuita com qualidade. Se o a faculdade ofertar as duas formas: presencial e EaD novamente está democratizando o direito de escolha. O estudante que escolhe EaD o faz por motivos particulares, motivos estes que de alguma forma o impedem de optar pelo modo presencial. Mas enfim, vejo este posicionamento dos conselhos, sim CONSELHOS, pois o conselho de Biologia tentou negar registros a profissionais formados pelo sistema EaD e depois foram obrigados a reestabelecer a emissão, vejo como um comportamento de resistência ao novo, ao diferente que deve ser minimizado com o passar do tempo e o aumento destes profissionais no mercado de trabalho. Terão profissionais formados pelo sistema EaD que não conseguirão colocação no mercado? Sim terão! Da mesma forma que ocorre com os profissionais formados pelo modo presencial.
Obrigado pessoal
Muito pretencioso o Conselho de Serviço Social em realizar a campanha contra o EaD, prefiro acreditar que não representa o pensamento dos profissionais da área, mas sim de poucos executivos oportunistas. O judiciário acertadamente adervetiu o tal conselho, pois campanhas neste formato em nada contribui para o desenvolvimento da tão carente educação no Brasil.
O emprego da tecnologica nos processo pedagógicos quando realizado com competência, criatividade e ojetivos claros potencializam o processo ensino-aprendizado sem a necessidade da presença física dos atores. Fato comprovado e aprovado.
Estudei por 3 anos em um curso presencial de Direito numa conceituada universidade, e por motivos pessoais precisei abandonar o curso, hoje sou formada em gestão e marketing para pequenas e média empresas por uma universidade à distância. No curso de Direito a exigencia de dedicação aos estudos era rigorosa e tinha o acompanhamento direto de um professor, já no curso a distância a responsabilidade pelos estudos e aprendizado dependiam muito mais da minha dedicação e esforço, entretanto os resultados relacionados à conhecimento e crescimento intelectual se apresentaram muito mais positivos na educação à distância em relação à educação presencial.
Sou tão à favor da educação à distância que hoje estou cursando pós graduação à distância em EAD, portanto há de se ter responsabilidade e dedicação, além de curiosidade e vontade de aprender para que esta “construção do auto conhecimento” seja realmente válida.
QUE MENTALIDADE!SOU TUTOR E TENHO VISTO A GRANDE QUALIDADE QUE A EAD TEM PASSADO EM TERMOS DE CONTEUDOS PARA NOSSOS ALUNOS. O FUTURO DO PAIS E A EDUCAÇAO A DISTANCIA
Em um curso a distância o estudante é o centro do processo educacional e a interação deve ser apoiada em um adequado sistema de tutoria e de um ambiente computacional, especialmente implementados para atendimento às necessidades do estudante, garantindo a qualidade no ensino aplicado.
O ensino Ead, traz perpectivas já fundamentadas que não convém a outros órgão sem conhecimento prévio disseminarem pontos desfavoráveis.
Acredito que tal campanha seja válida no sentido de que polemiza um assunto atual, realmente, nem todo mundo acredita na EAD. No entanto, como tutora de um curso a distância posso garantir que a EAD é construída com qualidade. É verdade que nem toda profissão pode ser ensinada totalmente a distância, como a faculdade de medicina por exemplo. Contudo, mesmo esses cursos podem ter sucesso se forem produzidos em um regime semi-presencial. O que as pessoas tem que entender é que quem faz a faculdade é o aluno. Temos pessoas esforçadas e aquelas que não se esforçam em todos os sistemas de ensino. Falar em “distância” é algo muito complicado. Tem curso a distância que é muito mais “presente” que alguns presenciais.
Muitas pessoas têm certo receio com Educação À Distância, pois na EAD não temos a presença física do professor. Algumas pessoas ainda acreditam que a presença física do professor é indispensável para aprendizagem, para explicar, ver se o aluno aprendeu ou fez as atividades etc.
O que essas pessoas não sabem é que na EAD, também temos professores (nossos tutores) que estão sempre ali, para nos ajudar no que for preciso, nos orientando, tirando dúvidas e recebendo nossas atividades.
A LIBERDADE DE MANIFESTAÇÃO É UM PRESSUPOSTO JURÍDICO EM NOSSO PAÍS. CONTUDO, DA FORMA COMO ESTAVA SENDO VEICULADA A “CAMPANHA” , DE FORMA PEJORATIVA E INCONSISTENTE, RAZÃO PELO QUE O JUDICIÁRIO CONTEVE A SUA CONTINUIDADE.
O DEBATE É NECESSÁRIO, PARA UMA MELHOR REGULAÇÃO ADEQUADA DA EAD, A FIM DE QUE POSSA REALMENTE SER UM FATOR TRANSFORMADOR EM NOSSA SOCIEDADE E NÃO UM MERCADO DE PRODUÇÃO DE CERTIFICADOS .
Também sou a favor da decisão do juiz. Acredito que a qualidade do profissional que se forma tanto na Educação a Distância quano no Ensino presencial depende muito mais do aluno do que no método de Ensino que escolheu estudar.
Como explicar aos alunos dos cursos de seviço social a distância que o conselho que deveria defender os seus direitos desaprova a sua forma de formação. Acredito que o Coselho Federal de Serviço Social deveria ter o bom senso ao fazer uma campanha que poderia prejudicar a inclusão de seus futuros profissionais no mercado de trabalho.
Estou fazendo uma Pós-graduação em Metodologias e Gestão em EaD e o curso é à distância. Jamais passou pela minha cabeça comparar esse curso a um Fast Food. Além disso, quando vi essa campanha me lembrei do ditado o qual diz que o Aluno é responsável pela sua própria formação.
Concordo plenamente com a decisão do juiz que concedeu a liminar. Os conselhos de classe no Brasil deveriam passar por um processo de reciclagem os seus conceitos e regulamentações. Conceitos mais arejados e inclusivos que realmente defendam os filiados tendo em vista que dependendo do conselho a inscrição e obrigátoria, portanto que no mínimo cumpram o seu papel ao invés de fomentar o preconceito e discriminação.
Também sou a favor da EaD com qualidade. Essa campanha “Educação não é Fast Food”, além de ser uma forma de agressão, só demonstra o atraso e a descontentamento de pessoas à evolução do ensino e ao acesso livre e voluntário de pessoas que utilizam a EaD para enriquecerem e se aperfeiçoarem. Claro, desde que essas pessoas estejam realmente comprometidas com o processo ensino-aprendizado. Algo que acontece em qualquer forma de ensino, pessoas em busca de facilidades e diploma e não de conhecimento, ética e profissionalismo.
Boa tarde!
estou iniciando meu curso de pós-graduação em Metodologias e Gestão para Educação a Distância. Estou achando excelente, pois eu consigo me programar e acompanhar todo o conteúdo, além do mais, consigo desenvolver melhor o lado da pesquisa e a didática.
Como tudo no Brasil, por melhor que seja, alguém vai criticar, vamos esperar. No minimo a EaD começou a incomodar alguns de nossos “governantes”.
Parabenizo ao juíz pelo posicionamento. Sou assistente social e descordo desta campanha uma vez que a comparação da EAD com um lanche é absurda! Na minha opinião não é a modalidade de ensino que define se o acadêmico teve uma boa ou má formação mas sim o grau de comprometimento que ele tem com sua graduação. A Eduação a Distância oportuniza muitas pessoas terem acesso ao ensino superior de forma flexivel e econômica cabe ao interessado nesta modalidade buscar uma instituição comprometida com a educação.
Sou formada em Serviço Social em uma faculdade presencial. Há um ano estou trabalhando em uma faculdade interativa como tutora presencial. Minha opinião a respeito desta campanha é a seguinte:tanto as faculdades presenciais ou interativas necessitam de uma fiscalização efetiva e oferecer um ensino de qualidade. Seja qual for a modalidade de ensino, que ofereça as condições necessárias para preparar estes acadêmicos para o mercado de trabalho.Considero que a campanha pegou pesado nos termos utilizados. Se existe instituições que não estão de acordo com as exigências do MEC, que estas sejam fiscalizadas e punidas se necessário. Agora generalizar como se todo ensino a distância fosse ruim, é complicado.
Li no site do CFESS a largada para o movimento, intitulado neste blog, e vi que está associado a diversos interesses, entre eles novas eleições de direção e interesse em cuidar da qualidade do ensino, que creio ser bastante nobre. Gostaria de entender o motivo pelo qual alguém cria esse tipo de movimento, e podemos citar algumas opções: medo; falta de conhecimento; interesses pessoais, desatualização.
Prefiro acreditar que seja medo ou falta de conhecimento, pois se for interesse pessoal e desatualização na área da educação temos um problema sério para o nosso país.
O Serviço Social é um trabalho com o ser Humano e talvez os profissionais desta área não tenham afinidade com a tecnologia, o que dificulta a compreensão de como ela pode contribuir na educação e na ciência. Vale a dica que as áreas humanas ou ainda profissionais de áreas humanas devem se render a tecnologia, e perceber que ela também tem a capacidade de aproximar idéias, haja vista a disponibilidade de teses, pesquisas e informações que está disponível na internet. Se isso não é aproximação, não sei o que é então.
Outro fator que considero importante mencionar é o fato de que precisamos respeitar a EAD uma vez que é praticada há muito tempo fora dos nossos muros (em outros países) onde a educação está muito mais desenvolvida que a nossa.
Parabéns ao Juiz que não permitiu a regressão!
Parabéns Meritíssima!
O conselho da categoria poderia até abordar o assunto, mas de uma maneira mais civilizada. Em todas as modalidades de educação, há cursos bons e outros não muito. Não acontece apenas na EAD.
A comparação do ensino à distância com um lanche rápido e pouco nutritivo pode ser considerada inadequada quando comparados os resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) dos alunos de cursos superiores a distância e os presenciais, que mostraram desempenho superior dos alunos de cursos a distância em áreas diferenciadas. Mas para um aprendizagem a distancia de qualidade devemos ter: ferramentas e incentivos para uma boa interação entre alunos e professores;
um programa educacional bem estruturado e logicamente que o aluno precisa ter um grau de autonomia na aprendizagem.
Concordo com a Maria Giovana Borges Saidel quando fala que a EAD proporciona flexibilidade, o que é excelente para a nossa rotina de vida. Além disso, é necessário tratar da diferença entre flexibilidade e facilidade.
Também me chamou a atenção o comentário de Juscelina Alves, que fala sobre o fato de que a qualidade do ensino está no comprometimento de professores e alunos, o que serve para qualquer tipo de modalidade, seja a distância ou presencial. De qualquer forma, nota-se que esta campanha levantou um rico debate sobre o tema, tendo em vista o grande número de comentários, e a reflexão é sempre bem-vinda.
A campanha é válida pois estamos em um país democrático, porém,levando-se em conta que o direito de um termina quando começa o do outro, e neste caso, o outro é o aluno que cursa a modalidade a distância, então foi muita sábia a decisão do juiz.
Estou fazendo uma pós sobre Gestão em EaD, eu e meus colegas estamos trabalhando duro(ou deveria dizer estudando duro?). Nada tem de fácil e muito menos desmerece qualquer curso tradicional. É diferente! Na verdade, exige-se muito mais empenho de nós alunos. Concordo plenamente com o juíz federal Haroldo Nader,contra a veiculação dessa campanha sem razão de ser. Será que o CFESS motivou essa campanha por preconceito ou por pura ignorância?
Sou acadêmico em SS na modalidade EAD, quando fiquei sabendo desta propaganda, fiquei espatantado com a falta de ética e responsabilidade social do conselho, o nosso curso que prioriza a defesa dos direitos sociais do cidadão e principalmente o combate a todo e qualquer tipo de preconceito, foi criteriosamente agredido pelo próprio conselho federal… além de ser uma propaganda de teor sensacionalista-humorístico, acredito que foi um total falta de respeito para com o aluno e principalmente para com o curso superior em serviço social… concordo plenamente com a atitude respeitosa e sensata do juiz, porém queria que a multa fosse bem maior…
Sou graduada, profissional na minha área fazem mais de vinte anos, tenho feito cursos EaD e obtido muito sucesso. Não me sinto menos qualificada por fazer cursos EaD. Não concordo com a comparação com lanches rápidos…todos os cursos que fiz, até hoje, tinham qualidade, tutores capacitados e com condições de intermediar, tanto quanto qualquer professor de cursos presenciais. Sou educador de formação e tenho encontrado cursos EaD e tutors muito mais capacitados do que professores da rede pública e particular que atuam presencialmente. Tudo depende do interesse do aluno EaD e do tutor qua o assiste.
Sou professora de graduação presencial e aluna de EAD e vejo que a educação depende mais do aluno do que do meio. Virtualmente ou presencialmente, existem alunos interessados apenas no diploma e existem alunos interessados que dedicam-se ao aprendizado e em ambos os meios vejo sucessos e derrotas. Vejo profissionais competentes e incompetentes sendo formados. A mídia não pode ser julgada pelo fim. Se o conteúdo é passado com propriedade e qualidade, cabe avaliar o interesse do aluno, pois ambos os meios são eficazes. Esta é a minha visão.
Creio que o CFESS posiciona-se contrário aos cursos á distância de Graduação em SERVIÇO SOCIAL. Todavia no formato em que a campanha foi veiculada esse recorte nao ficou claro. Avalio que o Cfess deve ter fundamentos para assumir tal posição, uma vez que regular a profissão de SSO. Para fomentar o debate creio que alunos de graduação em SSO À DISTÂNCIA poderiam se posicionar nesse blog.
O problema dessa comparação é a generalização, pois nos dá a impressão de que todos os cursos EAD são ruins. Está na hora de refletirmos criticamente sobre o assunto, evitando essa discriminação contra a EAD, pois existem cursos presenciais de péssima qualidade também.
Acredito que exista uma completa falta de conhecimento sobre EAD, pois se trata de um processo de ensino aprendizagem no qual poderá ser efetivado completamente a distância ou parte dele. Deve-se lembrar que já esta regulamentado que 20% da carga horária total dos cursos reconhecido podem ser feito a distância. Portanto cabe as pessoas pertinentes a este processo se atualizarem e não rebaixar uma metodologia de ensino que é antiga e eficiente.
Lembrando que para trabalhar com EAD é preciso na minha opinião preparar tanto IES, Curso, PPC, Professores e Alunos.
Esse discurso ” a educação depende mais do aluno do que do meio” tem que ser analisado criticamente. Óbvio que o compromisso do aluno é fator significativo, mas temos que buscar instituições que garantam a qualidade da educação, sobretudo investindo na contratação de corpo docente qualificado e infraestrutura… senão desresponsabilizamos a instituição de ensino e colocamos o peso exclusivamente sobre os alunos… e assim o mercado financeiro $$$$ agradece !!! e a educação – presencial ou a distância – lamenta !
A decisão do juiz, e a demonstração de que eles mesmos magistrados já utilizam o recurso do vídeo conferencia a sua disponibilidade em alguns julgamentos, reduzindo o custo do processo.
Quem desenvolve esse tipo de comentários, não conhece a realidade de um aluno que utiliza o sistema ou as aulas à distância por meio de um computador, onde o aluno tem a liberdade de acessar o conteúdo à hora que tem disponível, mas o conteúdo não fica lá no ambiente virtual o curso todo, e sim um tempo determinado par poder dar fluidez e mesmo se quisesse o servidor não suporta muito conteúdo sendo retirado para dar espaço para um novo conteúdo.
Antes de desenvolver comentários sobre algo que não tem conhecimento, e aconselhado não relatar nada, ou procurar fontes seguras que dominem o assunto, para poder ter um conhecimento aprofundado, e a i sim poder dar citações sobre o assunto.
Oi, sou tutora EAD, e acho fantástico, a forma de ensino a distância, tanto que estou fazendo uma especialização em Educação a distância, e sinto que é mais presente o nosso estudo do que estar presente todos os dias na Universidade.
Acho que o Conselho Federal do Serviço Social deu voz a uma campanha equivocada. Talvez por falta de conhecimento de bons curso na modalidade EAD. Entendo que tenham a preocupação em formar profissionais qualificados, mas na minha avaliação o que faz a diferença na EAD é o quanto o profissional quer ser bem formado, porque sua qualificação dependerá prioritariamente do comprometimento do aluno.
Eu concordo com vocês quanto ao quesito de qualidade do curso. Mas o mesmo ocorre em educação presencial. Existem cursos bons e ruins. É importante buscar cursos de qualidade, com profissionais capacitados. Isto faz toda a diferença.
Perfeito, afinal, o que tem que ser avaliada são as IES e não a modalidade de ensino!!!!
Sou completamente a favor da sentença do juiz, visto que trabalho em uma IES, na modalidade EAD,embora seja um método semi-presencial, pois temos aulas 2x por semana para cada curso oferecido. Lidamos diariamente com alunos que buscam a EAD exatamente buscando facilidades e esses acabam desistindo devido a dedicação exigida. O aluno de EAD tem que estudar e pesquisar muito mais do que os alunos do presencial, o que os leva a atingir uma maior autonomia e, por consequência, uma maior aprendizagem.
Concordo com a decisão do juiz. O que o conselho prega não condiz com a realidade embora seja a favor de todo e qualquer tipo de manifestação. Mas pelo pouco tempo que estou trabalhando dentro do curso de Serviço social a distância percebo que o sucesso na carreira depende do esforço do aluno, pois na ead ele enfrenta as mesmas situações de um curso presencial. Talvez até mais por conta do preconceito e desta campanha lançada pelo conselho.
APENAS UMA REFLEXÃO:
Eu acredito no diferencial, o EAD proporciona uma discussão em torno de uma nova metodologia de ensino, até porque durante um longo período presenciamos uma cultura educacional tradicionalista e fordista, onde estávamos acostumados a sermos capachos de uma metodologia de ensino extremamente autoritária e executora, tendo em vista que o ensino a distância estabelece um diferencial do modelo presencial, ou seja, uma educação livre no seu processo de aprendizagem, porém determinante no que refere-se na qualidade do ensino e no procedimento de avaliação.
O EAD tem como características, um ensino que insere ferramentas tecnológicas, interatividade ao próprio aluno, a autonomia, dimensões territoriais, perpassa a desigualdade social e as diferenças sócio, culturais e políticas.
Entretanto é importante ter a compreensão que é um ciberespaço, mas estamos lidando com seres humanos sendo estes dotados de emoção, inteligência e “idealizações”. Pois diante dos desafios essa modalidade tem que conciliar os canais de aprendizagem, sendo auditivo, visual e cinestésico, com um ambiente virtual, mas será uma questão de tempo e de aplicabilidade desse novo método de aprendizagem.
A iniciativa do Juiz foi acertada. A Eduação à Distância é uma realidade e se bem aproveitada é comprovadamente eficaz!
Vejo a grande dificuldade de mudança em uma cultura tradicionalista como a brasileira, concordo plenamente com o magistrado, pois estamos lutando contra tanto preconceito existente no Brasil, e aí vemos essa barbarie cometida por um orgão que deveria lutar pelo direito de educação da população. A educação a distância é o presente e futuro para diminuirmos as diferenças sociais, encurtar as distâncias e acabarmos com o analfabetismo no país.
Penso que deve haver critérios para a criação de um Ensino a Distância, existem cursos que isso é possível, mas existem outros que é fundamental a presença de um professor que medie os debates, que traga discussões coletivas, pois a aprendizagem acontece nas relações com os outros também.
Também estou fazendo Pós Graduação em Metodologias e Gestão em EAD e acredito que essa modalidade pode efetivamente contribuir com a formação do aluno, mas devemos ter um cuidado em não adotar como importante critério que é o aluno que “faz sua formação, que depende do seu comprometimento, etc…”, isso é necessário sim, mas também é certo que o aluno passa por um processo de amadurecimento durante a graduação, tem alunos que entrar de um jeito na faculdade e saem de outro…
Chegamos ao cúmulo do desrepeito à educação, como cita o própio magistrado, o modo como estudantes e tutores são tratados é “pejorativo”.Mas até quando a educação, tanto EAD como a presencial sera tratada com tanto descaso????
Concordo com a decisão do juiz. Não podemos generalizar a má qualidade da graduação apenas por ela ser EaD. Existem muitos cursos presenciais de péssima qualidade.O aprendizado e sucesso profissional está diretamente relacionado com o empenho do aluno.
Concordo com a decisão judicial
O Grupo do serviço social foi infeliz com essa campanha, pois a EAD é fruto da globalização que exige que tudo seja renovado, inclusive a educação. Existem instituições de Ensino que oferecem a modalidade a distância que são muito boas e consequentemente seus cursos também e em contrapartida cursos presenciais que não são bons, portanto não se pode generalizar, essa atitude da campanha é totalmente preconceituosa e ofende a várias classes, desde alunos a professores e demais profissionais relacionados com essa modalidade de ensino.
Como diz o velho ditado: Quem fala o que quer ouve o que não quer… uma multa diária de mil reais deve acalmar um pouco a galera do “fast food”.
Parabens ao Juiz Haroldo Nader pela sua decisão, e ead não pode ser trado desta forma, como se fosse um alimento, pois por tras desta forma de aprendizado existem pessoas que trabalhao com seriedade para oferecer informações com qualidade aos alunos do EAD. Nos que somos alunos do EAd não podemos baixar a cabeça com esses cometários e propaganda de comparações absurdas.
Apesar de acreditar que o Serviço Social é um dos cursos que não deve ser ministrados por EAD, a campanha não foi feliz por generalizar de maneira desrespeitosa todos os cursos, alunos e profissionais desta modalidade de ensino. Existem muitos cursos que são de muito boa qualidade, nos quais os alunos com o perfil adequado tem excelente aproveitamento, muito mais do que se estivessem no ensino presencial.
Quero acreditar que a motivação que leva alunos e talvez até professores dos cursos presenciais de Serviço Social a serem contra a EaD é o fato de não terem nenhuma ou quase nenhuma intimidade com tecnologia. Digo isso porque é difícil acreditar que pessoas com bom nível intelectual possam estar no século XXI sendo contrários aos métodos que, com certeza, serão o futuro da educação de seus próprios filhos e netos. Convido os senhores, discentes e docentes presenciais, a lerem o texto de Siemens (2005) sobre Conectivismo. Estar fora da EaD nos dias de hoje é como continuar a utilizar a máquina de datilografar. Chego ao cúmulo de pensar se não existe um pseudo medo dos docentes em perderem suas vagas para a nova modalidade de educação e até mesmo os discentes de terem seu desempenho inferior aos dos discentes de EaD. Não estamos aqui para medir forças, estimados colegas docentes e discentes presenciais de serviço social e sim convidá-los a juntos construirmos o que será o futuro.
Acho que um ponto importante a ser citado é a avaliação em EAD. Muito se fala sobre metodologia de educação em EAD, mas vejo poucas discussões sobre como avaliar o conhecimento adquirido por meio deste tipo de transmissão de conhecimento. Provas online são complicadas. Avaliar apenas por meio de trabalho também deixa brechas para fraudes. Será que a avaliação presencial seria ainda o meio mais confiável? Qual a opinião de vocês sobre o tema?
Acredito que a decisão do Juiz foi adequada. Não podemos generalizar a má qualidade da graduação apenas por ela ser EaD. Existem muitos cursos presenciais de péssima qualidade.O aprendizado e sucesso profissional está diretamente relacionado com o empenho e desempenho do discente.
Acredito que neste caso, o Juiz agiu corretamente. A educação a Distâcia veio para auxiliar e abrir oporetunidades para muitas pessoas. Prova disso é o grande número de estudantes realizando curos on-line.
Temos muito ainda o que fazer para quebrar de uma vez esta barreira com os cursos a distância.
Boa tarde!
Sou tutor de alguns cursos e o que verifico é que tenho muito trabalho, muitos questionamentos sobre o conteúdo, surgem algumas discussões no fórum e isso é crescimento, é aprendizado. Não concordo com essa campanha também e mais uma vez, parabés ao magistrado pela decisão proferida. Foi uma comparação infeliz, um raciocínio infundado.
Alessandre
Boa tarde.
Estamos vivendo uma quabra de paradigmas e certamente essa campanha declarada contra o EAD é mais uma no universo de muitas que agem sorrateiramente para denegrir a capacidade de mudança que o ensino pode dar, inclusive na modalidade a Distância.
Sou tutor e não vejo como um fast food, mas sim como uma ruptura do modelo tradicional de Ensino, mas mantendo a essência de que a educação, o ensino e a aprendizagem é possível em qualquer ambiente, basta que os agentes envolvidos se deixem levar para o descobrimento de um mundo antes restrito a poucos e hoje difundido e acessível em suas diversas formas e possibilidades.
Prof.Alessandre Ferreira
Corrigindo, Quebra
Olá acho totalmente correta a decisão da justiça. Em qq profissão existem as boas e más práticas. Não dá para colocar tudo no mesmo balaio
Sou aluno de EaD, não concordo com essa campanha. Pois é uma modalidade que vem ganhando espaço a cada semestre, e todo aluno sabe que o esforço pessoal é fundamental para o aprendizado.
Se até o ENADE, aprovou e comprovou que estudantes de EaD, tem potencial igual ou melhor (em alguns casos), que ensino tradicional, porque uma pequena parte não aceita tal verdade hein.?
A EAD passou a ter maior reconhecimento a partir da LDB nº 9394/96. Ainda é muito recente a mudança de visão daqueles que historicamente veem criticando a EAD como fast food. Mas a regulamentação, LDB artigo 80, titulo viii, vem dispor das normas complementares às instituições de ensino que propõem oferecer esta modalidade de ensino o que pormove um debate rico na agenda educacional.
O ensino a distância é uma evolução na educação podendo ampliar a educação e contibuir com o a eduação no Brail e no mundo.
Isso é preconceito e garanto que nem experimentaram ou leram as aulas e estão reivindicando, eu particularmente já fiz dois cursos à distância e atualmente faço pós em EAD e essa está mais “puxada” do que a última pós presencial que fiz, estou aprendendo muito!
Realmente achei muito absurda essa campanha contra a educação à distância, absurda e desnecessária, pois é uma atitude que limita a visão de qualquer profissional diante dos recursos tecnológicos que temos a disposição. De maneira geral acho que para a maioria dos cursos de graduação, a experiência da sala de aula física é de extrema necessidade, não só pelo tipo de habilitação do curso, mas pelas características dos discentes. No entanto, sempre há disciplinas menos práticas que podem, sim, ser ministradas utilizando a educação à distância de forma eficaz e eficiente.
Decisão acertada! Quem se deixa convencer por uma campanha como tal é porque não conhece a fundamentação da EaD, e tão pouco o quanto os materiais são bem preparados e os professores capacitados para proporem atividades que agregam muito conhecimento. O aluno evolui muito mais sendo responsável pelo seu próprio aprendizado.
Concordo com a decisão judicial, pois sou professora tutora no curso de graduação em EAD e estudante na Pós Graduação em EAD e garanto a qualidade e credibilidade destes cursos.
O Juiz agiu corretamente neste caso pois esta campanha desrespeitosa aos profissionais ligados a EAD é incoerente, o ensino a distancia cresce cada dia mais em nosso país, sem falar que a AED exige uma autodisciplina.
Sou Coordenadora de Pólo_cursos de Graduação a Distância.
Minha experiência com os alunos, professores tutores e toda a metodologia é muito gratificante. Tenho acompanhado os alunos quando iniciam e durante todo o curso, ao final sentimos o quanto todos nós crescemos e aprendemos. Acredito que a EaD provoca uma aprendizagem independente e própria que o estudante após formado levará como um bem maior para sua vida e carreira.
Acredito que o caso apresentado é uma situação isolada que reflete a insatisfação de uma pequena parcela de nossa sociedade. Em contra partida os benefícios do sistema EAD no Brasil são muito maiores, o tamanho do nosso território e a impossibilidade de universidades, faculdades e até mesmo cursos profissionalizantes em estabelecer-se em todos os lugares é inviável. Assiti o video que ironiza o sistema EAD, particularmnente achei um desrespeito para com os muitos estudantes deste sistema, pois o ENADE prova através de resultados concretos o bom aproveitamento do aluno EAD.
Acredito que as críticas ao sistema deveriam vir também com sugestões para melhoria do mesmo (se houvesse necessidade), mas não, o que ocorre é a crítica pela crítica. Sendo assim, continuo fazendo meus cursos por este sistema.
Resistir às mudanças é natural. Nos acomodamos com facilidade. O desafio é: Resgatar a responsabilidade que temos de construir o prório conhecimento. A EaD faz isso e incomoda muita gente.Vamos deixar o tempo falar por nós ou vamos buscar grandes nomes para tirar nossas dúvidas, como Moran(2003), que afirma que a EaD O computador (Internet) traz novas possibilidades, desafios e incertezas no processo ensino-aprendizagem. Por isso não podemos esperar que, milagrosamente, este recurso solucione todos os problemas pedagógicos, mas que facilite as pesquisas e as trocas de experiências entre professor/aluno e aluno/aluno. O computador deve fazer parte do processo ensino-aprendizagem, da escola e da profissão do professor. Deve ser integrado à educação de maneira clara e objetiva, não apenas de caráter adicional. E estará realmente integrado quando não for ferramenta complementar, agregado aos recursos que já existem, mas quando ocupar seu lugar e se tornar comum. Para isso devemos estar atento às novidades, inquieto às mudanças, desejoso em atualizar-se e comunicar-se mais…
Somente quem não conhece resultados de pesquisa, que apontam ligeira superioridade dos alunos matriculados em, pode ser contrário à idéia.
A Educação a Distância para qualquer curso superior, inclusive para o de Serviço Social, deve, assim como os cursos presenciais, sofrerem uma fiscalização por parte de seus órgãos regulamentadores, e dessa forma, fazer com que os cursos tenham cada vez mais qualidade. Fazer campanha contra a disseminação do conhecimento, foi no mínimo muito infeliz da parte co Conselho Federal de Serviço Social, pois, num país em desenvolvimento, mas ainda de 3º mundo como o nosso, a única forma de alcançarmos o desenvolvimento é através da ferramenta da educação, então, qualquer forma que fomente e dissemine a mesma deve ser incentivada e não afrontada. Temos rever nossos conceitos.
Acredito que, a Educação a Distância, seja mais uma maneira de democratizar a educação, é uma ferramenta a mais. Temos hoje, muitos pais de família que, por vários motivos, não tem o curso superior.
E vêem na Educação a Distância a única maneira de ter este objetivo concretizado.
Pois, devido a tumultuada rotina, não tem como se deslocar até uma faculdade.
Outra questão importante, que vale ser ressaltada é o custo. O valor é bem mais acessível, e devemos levar isso em conta.
É preciso ver a Educação a Distância como, uma oportunidade. O rendimento depende e muito da pessoa. Querer faz a diferença. E isso, não está atrelado a educação a distância ou a educação presencial. Querer está dentro de cada ser.
Embora todos temos liberdade para expressar nossas opiniões isso não inclui desmoralizar profissionais respeitados e engajados no tema EaD. Concordo com o juiz!
O ensino a distância é uma realidade. O tempo das pessoas está cada vez mais curto e a necessidade de estudar cada vez maior. Muitos não estão possibilitados de sairem durante a semana para ir à escola ou faculdade. Concordo com o Ivan Cesso, o EAD está aí e não adianta lutar contra.
Fico impressionada como ainda existem conselhos de classe que não tem visão de inovação.
Concordo com a decisão judicial, sou tutora no curso de graduação em EAD e estudante na Pós Graduação de metodologias da EAD e vejo que a forma de ensino e a disposição de materiais são de alta qualidade. A pessoa que aprende pela técnica de EaD, se for esforçada, adquire muito mais conhecimento do que um aluno presencial, e tem inumeros recursos de aprendizagem.
A legislação é clara a supervisão e regulação da Educação Superior pertence ao MEC, mas os desentendimentos entre os Conselhos e MEC, etc levam somente ao atraso de algo de já deveria existir a muito tempo. Historicamente podemos observar porque as escolas e a inserção de TICs para elas, principalmente na Educação Básica, deixa a desejar.
Mesmo as IES com cursos presenciais fazem o “pacto da mediocridade” com os alunos.
O EaD, exige responsabilidade, interação e heutagogia.
Concordo plenamente com os colegas que expuseram suas opiniões referentes a campanha “generalista” do CFESS. Digo generalista por entender que tal conselho deixou de apresentar dados concretos, pesquisas estatísticas que fundamentam as alegações expostas pela campanha. Acredito que o ensino a distância é uma grande oportunidade para aqueles que almejam ingressar no ensino superior e respectivamente se profissionalizarem na área desejada, e que por diversos fatores são impossibilitados de frequentarem um curso universitário presencial.
Penso que a luta deve ser em prol da otimização da qualidade do ensino/educação ofertada pelas instituições aos alunos e da fiscalização efetiva por parte dos órgãos competentes para se fazer cumprir a legislação vigente.
Acesso à educação de qualidade, é o que o brasileiro precisa!
Tenho me beneficiado muito com a Educação a Distancia.O conteúdo é ótimo e a interação considero muito melhor do que presencial. Acredito que o pessoal do serviço social está completamente equivocado em relação a sua forma de pensar. Experimente primeiro para depois julgas, claro avaliando a qualidade da educação oferecida, fato que deve ser observando presencialmente inclusive.
Como já foi dito, a parte da fiscalização se deve ao MEC. Também seria interessante proposta de debates sobre o assunto.
Hoje o mundo esta a mil e não temos mais tempo de ter somente a opção de cursos presenciais, temos o direito de escolher o que for mais viável.
É claro que educação a distância NÂO é fast-food; esta comparação é absurda!!! Pois como um ensino de qualidade, com um vasto material pedagógico totalmente atualizado, com recursos tecnológicos avançados, incentivo a autonomia do aluno e ainda com sistema de prazos fixos onde o aluno não consegue bular; como este sistema pode ser comparado aos fast-foods?!
Quem tem essa opinião está se esquecendo dos terríveis anos de ditadura pelo qual nosso país passou, está se esquecendo de quanta informação nos foi negada e da geração de analfebetos funcionais que o regime militar criou! Agora, no século XXI é que estamos conseguindo nos livrar dessa tamanha ignorância causada pelos anos de ditadura velada que vivemos até o final do século passado.
O fast-food da educação são os professores mal preparados, são os alunos que colam em provas apenas para obter o diploma. Diploma de incompetente é claro!
Diga sim a EAD, e corra atrás do conhecimento!!!
Não há como ficar alheio as mudanças que vêm acontencendo no cenário da educação. A proposta de EAD é cada vez mais uma realidade. E, seu real impacto depende de como tal metodologia é vista por professores/tutores e alunos. Como bem sabemos aulas presenciais nem sempre são garantia de bom rendimento e aprendizagem, do mesmo modo que o EAD não pode ser tachado como uma forma de ensino de menor qualidade.
O mercado ainda é leigo e algumas instituições, por não estarem preparadas, acabam depreciando esta alternativa. No final, os prejudicados podem ser os alunos de ead devido a uma imagem equivocada lançada no mercado.
Olá…sou aluna da Pós graduação de Gestão em Educação a Distância, e acredito que a EAD está crescendo e sendo adotada pelas instituições de ensino cada vez mais, pois é uma cultura nova, uma forma de inversão de valores, para que o aluno busque o conhecimento e tenha um professor (tutor) como orientador. Acredito, assim como o estudioso João Vianney, que os alunos de EaD são mais proativos que os alunos presenciais. Assim como o ENADE ja nos mostrou que o desempenho deles são maiores que o de um curso presencial. Mesmo existindo uma distância entre o professor e aluno, acredito que existem inúmeras ferramentas que possa transformar isso em apenas um detalhe para que essa modalidade cresça e entre em nossa educação, mudando esses conceitos antigos que tínhamos.
Ana Carolina Paro – aluna de Pós Graduação.
Como diz Mattar, “a campanha tem falhas, mas pode nos levar a refletir sobre o modelo de EAD que queremos para o Brasil”.
A reflexão sem romantismo sobre o paradigma de EAD que queremos, tanto para lecionar como para estudar deve ser feita por todos: militantes, alunos, professores, etc. Devemos ser capazes de enxergar a realidade que estamos inseridos e discutir sobre ela sem “rodeios”.
A enorme quantidade de alunos que um tutor on-line tem que atender ao mesmo tempo nas salas virtuais não fica muito atrás das salas presenciais. Com salas inchadas, a qualidade das provas e atenção que o professor consegue dedicar a cada aluno não acaba sendo muito diferente…
A “Educação fast-food” infelizmente não acontece só a distância, ela já chegou aos campus também…
O juiz agiu corretamente. Creio que as pessoas deveriam se preocupar mais em cobrar do governo melhorias na educação em geral (principalmente ensino médio, que está totalmente falido neste país), do que se preocupar com modalidade de ensino. Sou tutora presencial em cursos de graduação à distância e também atualmente faço uma pós na modalidade EAD e sei muito bem que temos problemas com a EAD, mas também temos muitos problemas no presencial também.
O real problema não é a modalidade de ensino e sim a forma como a educação em geral vem sendo tratada no Brasil. A EAD veio para contribuir numa melhora na educação em geral, se bem utilizada, é claro.
Muitos cursos à distância são melhores avaliados do que cursos presenciais.
A qualidade no ensino não depende da modalidade e sim da competência e habilidade daqueles que criam os cursos, sejam eles presenciais ou a distância.
Achei sábia a decisão do juiz, pois mesmo no ensino presencial existe o jargão que “É o Aluno que faz a escola”, jargão que se faz verdadeiro também para a Educação a Distância.
Acredito que para a educação ter papel efetivo é necessário empenho por parte do aluno e da instituição, seja na modalidade presencial ou a distância.
Achei sábia a decisão do juiz, pois mesmo no ensino presencial existe o jargão que “É o Aluno que faz a escola”, jargão que se faz verdadeiro também para a Educação a Distância.
Acredito que para a educação ter papel efetivo é necessário empenho por parte do aluno e da instituição, seja na modalidade presencial ou a distância.
Não podemos parar no tempo. A tecnologia caminha lado a lado e temos isso a nosso favor com a EaD. Muitas pessoas tem acesso a educação através deste método. Vários cursos a distância tem notas maiores que muitos cursos presenciais, o aluno disciplinado e comprometido é peça principal seja na educação presencial ou a distância.
Sou totalmente favorável a decisão do juiz, uma campanha não pode generalizar, e muito menos colocar em dúvida a credibilidade de inúmeras instituições de ensino que estão oferecendo a Educação a Distância (EAD) para o curso de serviço social. Penso que o CFESS deva fiscalizar as instituições que oferecem esta modalidade de ensino e não desclassificar a EaD.
Acredito que a modalidade EaD veio para ficar e está trazendo novas oportunidades a todas as pessoas que não puderam estudar na época/idade certa e atualmente não dispõem de tempo para fazê-lo com hora marcada nas intituições de ensino ou diversos outros motivos.
O importante é a fiscalização rigorosa por parte dos conselhos.
A EAD veio para melhorar a educação de modo geral.
Alguns cursos já mostram que a EaD tem melhores resultados que alguns cursos presenciais.
O ensino a distância não pode ser visto de forma reducionista. Concordo que uma campanha não pode ser vista como o conceito da Educação a Distância (EAD) Até por que o conceito da Educação a Distância envolve uma dinâmica social, aberta e de construção crítica.
Concordo plenamente com o Juiz! Não podemos generalizar as coisa desse modo, quem faz nossos estudos valer a pena é nos mesmos, não adianta de nada estar em um ensino presencial e não trabalhar para crescer e aprender. Na verdade a diferença grande da EAD é a flexibilidade, que hoje em dia conta bastante, estamos em uma era de crescimento da tecnologia e não podemos ficar parado, ou melhor para “trás”.
Estamos num país de direito, mas a falta de informação ou “outras intenções” do serviço Social são questionáveis.
Não é só no EAD que a comida pode vir a ser rápida com também ni ensino dito presencial.Grato
Considero lamentável a precipitação do referido Conselho em decidir realizar uma campanha contra a EaD, sem ao menos promover uma discussão à respeito dos princípios fundamentais dessa modalidade de ensino.
As diferentes modalidades de ensino instituídas na nova LDB 9394/96, visam atender apectos peculiares das necessidades brasileiras e em especial da adequação das novas tecnologias ao ensino.
Considero correta e sensível a decisão do juiz, condenando o uso abusivo e injusto das propagandas realizadas contra a Educação a Distância.
Aos que se acham prejudicados pela Educação a Distância devem procurar seus direitos, denunciar, procurar o Ministério público, O MEC. O que fica interessante é que existe muito “fast-food” na educação presencial e só percebem depois de “colaborar com o pacto da mediocridade” ao cairem no mercado e não possuirem conhecimento sobre a área que cursou.
Não vejo problema nos cursos a distância. Para existi-los, os mesmo foram avaliados pelo MEC e possuem requisitos suficientes para ensinar seus discentes sem a presença física de um professor.O que devemos refletir é na capacidade intelectual do público ingressante. O que temos observado é um despreparo dos estudantes de EAD, que geralmente são pessoas que não tiveram oportunidade de ter acesso a uma boa educação ( artigo de luxo no Brasil). Geralmente são pessoas que possuem uma longa jornada de trabalho, mães que largaram os estudos por causa dos filhos, pessoas que abandonaram os estudos e resolvem retornar, entre outros nichos sociais.Não adianta querer generalizar a qualidade dos cursos EAD sem antes mudar a qualidade do ensino básico, obrigatoriamente presencial.
A EaD é apenas mais um estágio na evolução do ensino-aprendizagem em função das TIC’s. No caso brasileiro, a mudança do conteúdo escrito, para o audio-visual, mesmo que na forma assícrona, se amolda melhor aos costumes brasileiros. É comum em uma empresa o fato de um funcionário receber uma notificação escrita e não fazer absolutamente nada, esperando uma ordem verbal. A EaD no Brasil deve se adaptar as características nacionais, respeitando, principalmente, a falta de base ou deficiência no ensino fundamental e médio.
Sou professor presencial e virtual, além de professor tutor. Já efetuei uma graduação e uma pós na modalidade EaD. E no momento estou cursando uma pós-graduação sobre esse sistema.
Edilson Pereira de Godoy
A EaD mais do que uma realidade, é uma forma de se levar a educação muito além dos muros da escola. A possibilidade de utilização de diversas tecnologias torna o processo de ensino e aprendizagem mais interativo e mais atrativo. Diversas são as possibilidades, o que faz com que os alunos se tornem mais proativos e, por isso, acabam desenvolvendo outras habilidades. Não levar em conta a amplitude da EaD, é ficar preso a um modelo de educação limitado.
OLÁ, EU ACHO Q O EAD AINA SOFRE MUITO PRECONCEITO, ACHO Q QUEM REALMENTE QUER APRENDER N IMPORTA A MODALIDADE DE ENSINO.. DEIXA UM ALUNO DO ENSINO PRESENCIAL N PAGAR A MENSALIDADE P VER SE ELE CONCLUI TAL CURSO..
Temos que nos preocupar com a inserção social de todos os brasileiros, buscamos a igualdade ,a preocupação com o social e enquanto serviço social, acabamos discriminalizando os profissionais que estudam no EAD.Não podemos parar no tempo,aceitar o socio-construvismo em nossas faculdades é uma maneira de amadurecer o nosso profissionalismo.
Mariane achei interessante essa parte de um texto: Segundo a associada e colaboradora da Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância), professora Consuelo Fernandes, “a insegurança que a sociedade ainda tem frente aos cursos a distância reflete a nossa própria história, que é uma história de ensino presencial. Muitos ainda têm a ideia de que só é possível aprender se alguém – um professor – estiver controlando e ensinando o aluno diretamente” e concordo com vc, porém acho que esse preconceito está mais ligado á propria dificuldade das pessoas em lidar com todo esse avanço tecnologico….
o que vcs acham??? Se o preconceito existir qual seria a principal causa??
O conselho deveria estar preocupado em fiscalizar as instituições, oferecer cursos de capacitação, ou seja, procurar contribuir para a formação e aperfeiçoamento dos profissionais, e trabalhar contra. A EAD é o presente e o futuro, da educação superior, ensino técnico, ensino médio, fundamental, entre outros…Plausível a decisão do Excelentíssimo Harldo.
Sempre acreditei na frase “quem faz a escola é o aluno” quantos de nós não conhecemos pessoas que apesar de todas as dificuldades impostas pela vida, se sairam bem, que hoje em dia tem uma profissão e sucesso graças ao seu esforço e dedicação. O mundo está mudando, não se deve exigir um ensino como era feito a 10 anos atrás, deve-se seguir as tecnologias pois é o futuro.Quem é contra a educação a distância está sendo preconceituoso e generalista.
Mas que elucidativo o que descreveu wilson Kanashiro! Um prazer ler o que pode, definitivamente, fazer cair por terra preconceitos e ainda ressaltar as características – com explicações lógicas e analíticas – sobre o que deve a ser a Educação nos dias de hoje e sempre: alimento!
Parabéns pela analogia e penso que a análise e reflexão, como disseram as outras colegas, devem sempre fazer parte de todos os cursos e de todos os movimentos de evolução das comunidades e da sociedade em sua inteireza.
A educação a Distância é uma modalidade de ensino que vem crescendo muito tanto na qualidade quanto na quantidade de cursos oferecidos, o que o oportuniza diversas pessoas de vários lugares terem a oportunidade de poder estudar e de realizar o sonho de um curso superior. Acredito muito na EAD pois ela força o auto-estudo, a pesquisa e a interação através dos recursos tecnológicos, o aluno em qualquer lugar pode estar em sintonia com o professor bem como os colegas de sala de aula de uma maneira virtual. A própria avaliação do MEC mostra que a média é superior ao ensino presencial.
Muitos criticam a EAD ,assim como os presenciais , os cursos a distância passam pelo mesmo processo de autorização e de avaliação do MEC, de modo que são exigidos titulações, condições naturais e produção academica.
Acredito que há necessidade de melhor divulgação sobre o que EAD. O aluno que escolhe este modelo nem sempre sabe quais as características do mesmo.Com relação ao Serviço Social,pessoalmente gosto do modelo semi presencial, tendo como tutor presencial um assistente social, que poderá provocar principalmente reflexões entre os alunos. Considero que EAD não é para qualquer perfil de aluno,pois necessita que o mesmo seja maduro e comprometido com seu aprendizado.
O que ocorre realmente é que se trata de uma briga muito específica referente ao curso de serviço social. Não se pode criticar o EAD como um todo. Se as Instituições que oferecem EAD para o Serviço Social apresenta problemas, cabe realmente as entidades de controle tentar impor regras e sugerir melhorias mas não fazer uma crítica geral.
Temos que adaptar com a nova realidade. Se a porteira foi aberta, o MEC autorizou, não tem como reverter isso da forma que foi colocada. Acho que a campanha está tentando assustar as pessoas para não fazerem EAD mas isto em si não adianta, não corta o mal pela raíz caso ele realmente exista.
Cabe as associações e sindicatos levantarem quais atividades que no curso de Serviço Social dependem exclusivamente de aulas presenciais para que a formação não seja prejudicada e levar isto para as Instituições de Ensino, MEC e convencê-los de que pelo menos aquela prática, ou disciplina deveria ser realizada presencialmente. No caso, seria um curso misto onde em determinada fase o aluno teria que dirigir-se a um local físico para realizar a aula ou tarefa mais técnica. Quanto tudo é justificado e comprovado fica mais fácil. Não sei se as Associações e Sindicatos do serviço social já tentaram fazer isto, mas vai aqui minha sugestão.
Conforme coloquei, concordo com o ensino EAD para a grande maioria dos cursos, inclusive acho que a interação pode ser muito conectiva e muitas vezes trazer mais conhecimento que o presencial. Porém, acho ainda difícil de aplicá-lo em matérias mais técnicas.
No mais, para terminar acho que não é a modalidade do curso que irá totalmente interferir no desempenho do profissional. O que manda realmente é a responsabilidade do aluno e da Instituição com o curso. Depois de formado é o mercado que irá selecionar. Aí só fica quem realmente quem tem conhecimento e é bom no que faz.
É decepcionante em pleno século XXI saber que existem pessoas com essa opinião em relação a Educação a Distância. Ela veio para facilitar e favorecer aqueles que sempre sonharam em fazer uma graduação e por motivos diversos não tiveram condições. Vejo que a EaD exige muito mais do aluno do que um curso presencial, pois estuda ou reprova, sendo assim, o aluno do Ensino a Distância, ao terminar sua graduação, está tão bem preparado para o mercado de trabalho, quanto um aluno de graduação presencial.
Como disse Ghislane Kuehn “quem faz a escola é o aluno”!!! Sou tutora de Administração em um curso EAD, sou graduada em Letras por um curso EAD e sou graduada também em Administração por uma instituição totalmente presencial. Devido a minha formação posso afirmar que o aluno que faz a escola, pode ser a melhor ou a pior, tudo vai do próprio interesse e esforço!! Pois quantos de vocês já não estudaram com pessoas que nem na aula da graduação presencial ficavam…e conseguiram se formar!!
O MEC é uma instituição respeitada, e fica super em cima dos cursos EAD. E ainda, pesquisas mostram que 6,7% dos alunos EAD foram melhor no ENADA do que os alunos de curso presencial. E vamos combinar, se EAD fosse fast-food grandes universidades não estariam aderindo cursos de EAD.
Acho que essa discussão toda está sendo uma grande oportunidade para que toda a sociedade pense um pouco mais na educação que queremos ter daqui pra frente, para que não fiquemos parados esperando que governos decidam o que é bom pra nós, está sendo um verdadeiro exercício de cidadania com uns contrários e outros favoráveis ao modelo de educação a distância vamos tecendo novos rumos e desenhando aquilo que de fato pode ser uma educação de qualidade.Sou sempre favorável ao debate!
Parabéns a decisão do juiz! Concordo com o tom pejorativo da campanha, todos tem o direito de discordar mas então que o façam com seriedade, embasamento e pesquisas atualizadas.
Concordo totalmente com a decisão do Juiz.
Realmente é lamentável que as pessoas julguem um curso ou uma modalidade de ensino sem antes vivenciá-las. Antes de vivenciar a EaD, confesso que tinha uma certa resistência, mas agora que terminei uma pós graduação a distância vejo que tive que me empenhar muito para conseguir acompanhar os estudos e as atividades. Ao final percebi que construí uma disciplina e uma autonomia para os estudos e com certeza estou muito mais pró ativa.
A qualidade do curso está na postura do estudante.
Concordo com a decisão do Juiz, foi adequada, pois o debate deve ser democrático e ético os conselhos não podem generalizar a má qualidade da graduação apenas por ela ser EaD, a campanha é agressiva e desrespeitosa para com os profissionais envolvidos. Os Conselhos, dentro de suas prerrogativas de fiscalização e orientação, devem primar pela qualidade da formação profissional discutindo e colaborando, de forma ética, para que as instituições de ensino formem profissionais capacitados prontos para atuar no mercado de trabalho.
O juiz federal Haroldo Nader, foi muito feliz em ter acatado a cautelar movida pela Associação dos Tutores de Ensino a Distância. Estes tipos de campanha que denigre a imagem das instituição de ensino a distancia, tem que ser retirada de veiculação pois não ajuda em nada e ainda causa constrangimento a todos os alunos que utilizam deste meio de ensino.
Sou favorável a decisão do Juiz Haroldo, pois mostra que a sensatez e a seriedade estão com as pessoa de boa fé, mostrando que não compete a qualquer tipo de pessoa realizar uma analogia de qualquer curso a distância que seja.
O curso de EAD é a realidade mais futuristica que temos, pois em nosso cotidiano e com as informações que os sites, páginas e meios on-line nos proporciona só vem à demosntrar como esse meio de comunicação tem força para sim, trazer conteúdo para informação e formação de vários profissionais.
Para estudantes, ou profissionais, do Serviço Social provenientes do ensino presencial, a modalidade EAD aparece como uma forte competição. O fato de pessoas que não tinham acesso ao Ensino Superior ingressarem nas faculdades aumentou o numero de profissionais da área.
A forma de manifestação por parte do Conselho Federal de Serviço Social, de fato, foi bastante pejorativo em relação à EAD. Os cursos, independente da modalidade, passam por critérios de avaliação nacionais, podendo ser aprovados ou reprovados. A campanha poderia ser utilizada para o debate da questão, e não para o ataque do modelo.
Após estudos e discussões, os profissionais podem sugerir formas de melhoria nessa área de formação, tanto a distância como presencial, pois ambas tem problemas, assim é possível chegar à melhoria da qualidade do ensino, culminando em trabalhadores competentes nessa área.
Concordo plenamente com a decisão do Juiz, pois o curso Educação a Distância é importante como um projeto institucional, previsto na LDB. Aposto na EaD como às crescente necessidades do nosso país apesar dos preconceitos ainda existentes então é difícil delimitar a mesma, pelas variedades de modelos, tipos de cursos e formas de interagir com os alunos.
A atuação do Conselho de Serviço Social me deixa na dúvida, estariam eles defendendo a qualidade ou defendendo o monopólio para a formação de profissionais da área? Ou ainda, será que não perceberam a revolução educacional e culrtural que está acontecendo em ritmo frenético?
Lamento muito que exista pensamentos preconceituosos com EAD…entendo que daqui há alguns anos o EAD será o método principal das faculdades e a qualidade do curso , assim como qualquer outro, não podem ser avaliadas e julgadas por pessoas que estão fora deste processo, desrepeitando a todos que buscam desenvolvimento pessoal e profissional, num país que ainda oferece poucas condições de acesso a educação. Sou professora tutora e levo muito a sério meu trabalho, buscando conseguir tirar o máximo dos meus alunos e oferecendo a eles ensino com qualidade.
Parabéns ao Sr. juiz pela decisão !
Wilson Kanashiro foi muito feliz no seu comentário. A EAD chegou para democratizar o ensino, proporcionar formação profissional àquele ou aquela pai e mãe de familia, que por motivos adversos, não teve a oportunidade de frequentar uma Faculdade na adolescencia ou mesmo antes de formar sua familia. Parabéns Wilson. A EAD é, como as demais, modalidade de ensino que merece atenção e respeito.
Concordo com a decisão do juiz, pois acredito que esse tipo de coisa acaba manchando não só a imagem dos alunos mais também as dos professores em geral, afinal quem faz o aluno é ele mesmo pois a capacidade de aprendizado está ligado ao interesse do aluno e não ao método de ensino.
E se caso o Conselho Federal de Medicina fizesse uma campanha de tal porte? É preciso repensar conceitos… Afinal, os dados dos senso escolar de 2010 apontam para uma queda na qualidade dos estudantes univsersitários no Brasil… basta ver o irrisório número de patentes e o pífio desenpenho no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes)….
Concordo com a decisão do Juiz, estamos em 2011 e ainda existe gente que pensa pequeno, como este pessoal do Serviço Social Presencial, ninguém deve julgar uma modalidade de ensino sem conhecê-la, principalmente eles que não viram as tecnologias chegarem ao seu lado.
Assim como a modalidade EaD pode produzir maus profissionais a presencial também pode. Para ser um bom profissional vai do empenho e dedicação de cada um e como nós sabemos a seleção no mercado de trabalho e muito rigorosa.
Todas as pessoas e instituições tem direito de protestar contra aquilo que não concordam. No entanto, o erro do Conselho foi denegrir a imagem de um processo já conceituado e com comprovada eficiência. Se seguissem os princípios de marketing teriam valorizado a educação presencial e não partido para o ataque. Só lembrando que são os líderes que sofrem ataque, conforme as leis de marketing.
A EaD leva-nos a reflexões e discussões completamente saudáveis, acredito sim que EaD funciona, gera disciplina mas não é para a massa social, muitos paradigmas precisam ainda serem quebrados.
Capitalismo, tecnologia acessível, sociabilização e por aí vai…
Concordo com a Francisley Ferreira. Apesar da realidade, ainda temos muitos paradigmas a serem quebrados.Principalmente no inclusão digital
O Ensino à distância oferecido pelas IES permite o aluno além da formação do curso escolhido um crescimento tecnológico de informática. O que parece é que algumas pessoas tem medo de crescimento e não aceita inovações na sua vida, no profissional, na educação. Temos que inovar, crescer e aprender com essas possibilidades que aparecem. E não ficar criando impecilho.
Sabemos que o preconceito existe e deve ser ignorado
Como podemos ver, o preconceito sobre a Ead ainda é muito latente, atingindo até as pessoas que deveriam defender uma metodologia de ensino que é mais acessível à população e que se adequa ao dia-a-dia de quem quer e precisa estudar porém não tem tempo hábil.
Concordo com o Juiz Haroldo, a EaD já é uma realidade no Brasil, e devemos respeitar, é o aluno quem deve se empenhar para ser um profissional respeitado independentemente de ter feito um curso presencial ou não.
O processo de Educação a Distância (EAD) quando conduzido de forma adequada, se adequa bem às necessidades do mercado de trabalho. Qualquer atividade quando bem elaborada e bem realizada resulta em bons resultados.
Vcs não acham que, principalmente para cursos de graduação, a Educação à Distância pode comprometer o processo de construção de um posicionamento mais crítico, mais reflexivo dos alunos ? Digo isso porque sou professora de graduação em um curso presencial e sou ALUNA de EAD numa pós … acho muito boa a metodologia para a pós, mas quando penso nos debates promovidos em sala de aula, fico pensando se os graduandos não perdem essa dimensão relevante do processo de aprendizagem.
EAD é uma modalidade de ensino muito interessante e por meio da tecnologia muito abrangente tambem. No caso de Serviço Social o problema é que eles estão divididos o conselho deles aceita profissionais formados via EAD, porem criticam a modalidade…então porque aceitam ? Não são todos os cursos na minha opnião que podem ser 100% EAD não podemos esquecer que em alguns cursos o contato e relacionamento com pessoas e fundamental para a qualidade do profissional. Mas desprezar tambem as benécias que a tecnologia nos promove e a acessibilidade da EAD tambem devem ser levadas em consideração. Em breve estaremos aptos a dimensionar o quanto de um curso deve ser via Ead e presencial, mas por hora temos que acreditar e incentivar a EAD. Acredito na EAD e sei que devido nossos meios de comunicação e interação estarem cada dia mais avançados que a fusão do virtual e presencial estarão tão interligados que para nós sera a combinação ideal para os nossos dias, não sendo mais chamadas de presencial ou EAD e sim como deve ser chamada EDUCAÇÂO.
No curso EAD semipresencial em que trabalho, os debates e interações estão presentes. Os alunos não perdem porque metade da aula é teleaula, a outra é interação e atividades com tutores presentes. Mas infelizmente ainda existem pessoas que pensam que, pelo fato de ter teleaula, não precisam comprometer-se com a aprendizagem, o que desqualifica o futuro profissional.
Complementando o que a Helen Cristina postou, este “pré-conceito” que ainda existe no nosso país, tem raízes no passado da nossa educação, numa época em que existiam cursos por correspondência e muitas vezes estes cursos realmente eram bem ruins, não existia legislação específica, pois eram cursos livres e os cursos por correspondência tiveram um significado pejorativo. Muitas vezes ouvia as pessoas dizendo para outras quando viam um acidente de trânsito que o motorista tinha feito o curso por correspôndencia, para justificar que este era um péssimo motorista por não ter aprendido nada.
Infelizmente isso ainda acontece com EAD – alguns cursos ainda têm uma qualidade questionável, porém no ensino superior a história é outra.
Existe muita coisa boa por aí, basta procurarmos.
Eu sou otimista e creio que a EAD só vai crescer no país e se bem utilizada, será a solução para alguns problemas na área educacional do Brasil.
Sou também favorável a liminar expedida pelo Juiz, pois já sabemos que foram feios estudos em outros países, que antes do Brasil implantaram a EAD e a qualidade e desenvolvimento ficaram comprovados.
Concordo sobre a importância do debate em sala de aula, mas porque não formar grupos no EaD para debates, existem blogs para essa finalidade.
Se a questão é comparar educação de baixa qualidade com fast-food concordo com o colega Augusto Ratti quando ele diz que existe “educação fast-food” também no ensino presencial. Independente de ser presencial ou à distância precisamos de bons modelos pedagógicos, professores interessados e dedicados, boas avaliações, interatividade e escolas éticas.
Não concordo com a manchete e muito menos com o conteúdo desse texto. Para fazer uma crítica é necessário ter conhecimento da realidade dos cursos a distância que não perdem em qualidade em relação aos presenciais. E também não é verdade que o estágio não tem supervisão. A supervisão começa com a central de estágios que possui uma supervisora, depois com a professora EAD nas aulas interativas, com o tutor presencial na sala de aula, com o supervisor de estágio no campo de estágio e um supervisor no polo que também tem uma formação em serviço social e o controle da coordenadora acadêmica do polo. Precisa mais supervisão?
Acredito que a liminar que proibiu à veiculação da campanha do Conselho Federal do Serviço Social que compara o ensino a distância de Serviço Social à alimentação fast-food é uma decisão acertada. Pois o CFESS deve lutar por um ensino de qualidade tão no ensino presencial e no não presencial. Lembrando que as metodologias de ensinos são diferentes, cada qual com suas vantagens e desvantagens.
Atualmente faço minha pós-graduação através da EaD(como alguns encontros presencias), e anteriormente participei de um aperfeiçoamento em Educação Ambiental nos mesmos moldes, e posso afirmar que existem instituições que levam a sério a EaD. É claro que os alunos que estudam a distância precisam estar conscientes de que é preciso ter disciplina para a prática do estudo, não que no ensino presencial isso não seja necessário, é que muitos alunos, como citado anteriormente por aluns colegas, acreditam que pelo fato do curso não ser presencial tudo será mais fácil, e não exigirá tanto empenho.
Quanto aos debates realizados na educação presencial, creio que os mesmos também acontecem na EaD, uma vez que os fóruns, chats e blogs(esse blog, por exemplo) proporcionam as mesmas possibilidades que um debate presencial, fluem na mesma dimensão, ao meu modo de ver.
Por isso sou totalmente favorável a decisão do juiz.
Atualmente faço minha pós-graduação através da EaD(como alguns encontros presencias), e anteriormente participei de um aperfeiçoamento em Educação Ambiental nos mesmos moldes, e posso afirmar que existem instituições que levam a sério a EaD. É claro que os alunos que estudam a distância precisam estar conscientes de que é preciso ter disciplina para a prática do estudo, não que no ensino presencial isso não seja necessário, é que muitos alunos, como citado anteriormente por aluns colegas, acreditam que pelo fato do curso não ser presencial tudo será mais fácil, e não exigirá tanto empenho.
Quanto aos debates realizados na educação presencial, creio que os mesmos também acontecem na EaD, uma vez que os fóruns, chats e blogs(esse blog, por exemplo) proporcionam as mesmas possibilidades que um debate presencial, fluem na mesma dimensão, ao meu modo de ver.
Por isso, sou totalmente favorável a decisão do juiz.
O respeito que as autoridades estão tendo com os cursos
EAD, demonstra o reconhecimento e que é um caminho sem volta, com imensa vantagem para que trabalha e principalmente reside em localidades distante de grandes centros.
Houve um comentário acima (me perdoem mas não lembro de quem foi), onde comentaram que um grande problema neste caso específico do Serviço Social é a enorme concorrência na profissão. Achei interressante o comentário, tendo em vista que é um ponto importante. Talves pela enorme quantidade de profissionais para poucas vagas, haja uma “seleção” não correta sobre quem são os bons ou maus profissionais, baseados numa análise não real de modalidade de ensino, onde o EAD tem sido taxado incorretamente. Vale lembrar que muitas profissões sequer necessitam de diploma para serem executadas, que é o caso da minha área, publicidade, onde os cursos EAD têm feito exatamente o oposto. Têm proporcionado maiores oportunidades de estudos, troca de experiências e até mesmo prática, o que vêm aprimorando conhecimentos e capacidades. Atualmente muitos profissionais não saem nem de casa para executar suas atividades. Criam tudo em seus “home offices” e enviam para os clientes as peças e materiais finalizados e o resultado é de qualidade tão boa quanto ou até superior a de profissionais que trabalham em empresas. Tudo depende do perfil da pessoa, de sua capacidade de dedicação, vontade de aprender e de adaptação. Não é para todos, pois muitos ainda não estão preparados para tantas mudanças, mas não há dúvidas de que é totalmente possível educar à distância com competência e qualidade.
Penso que a campanha realizada pelo CFESS está equivocada, a medida em que atribui a precarização da profissão a EAD.
Tal afirmativa se apresenta de forma simplista e em descompaço com a modernidade, bem como generaliza os cursos oferecidos de Serviço Social.
Sou Assistente Social,tudora presencial de curso de graduação em Serviço Social, onde as provas não são virtuais, o aluno comaparece duas vezes por semana a universidade para assistir a teleaula com possilidade de interação, estabelece interlocução com o tutor presencial sobre a matéria, também conta com tutor a distância para dirimir dúvidas e tem estágio supervisionado.
O leque de possibilidade e facilidade que é disponibilizado, permite formação de qualidade ao aluno e também desqualifica a forma generalista que aborda a campanha “Educação não é Fast Food”.
Neste sentido concordo com Welington Ferreira quando afirma que:
“Cabe as associações e sindicatos levantarem quais atividades que no curso de Serviço Social dependem exclusivamente de aulas presenciais para que a formação não seja prejudicada e levar isto para as Instituições de Ensino, MEC e convencê-los de que pelo menos aquela prática, ou disciplina deveria ser realizada presencialmente. No caso, seria um curso misto onde em determinada fase o aluno teria que dirigir-se a um local físico para realizar a aula ou tarefa mais técnica. Quanto tudo é justificado e comprovado fica mais fácil”
A modalidade sugerida pelo Weligton já é uma realidade.
Finalizando, sou de parecer favorável que exista maior fiscalização para todos os formatos de cursos, quer seja presencial ou a distância, para que as deficiências apontadas pelo CFESS sejam sanadas e assim possamos ter acesso a uma educação de qualidade.
A Educação a Distância vem desenvolver novos paradigmas. Precisamos saber utiliza-la corretamente não prejudicando o processo ensino-aprendizagem
Aplausos para o juíz que teve tal atitude. A EAD está promovendo a inclusão de pessoas que antes não tinham a chance de fazer uma graduação, por exemplo. E achar que as aulas presenciais não envolvem qualquer atividade em ambiente virtual é se mostrar um tanto imaturo e resistente às mudanças.
Estamos todos conectados à internet quando decidimos estudar e pequisar sobre um assunto. Sem desmerecer os livros, é claro, a internet vem abrir espaços e possibilidades.
Além disso, o mundo exige cada vez mais de cada um de nós: exigência de competências, trabalhar em grupo, sozinhos, por projetos, gerenciar seu tempo, ser autônomo e aprender no seu ritmo.
A EaD é algo que revolucionou o ensino no Brasil e no Mundo fazendo com que muitas pessoas pudessem ter a oportunidade de cursar um ensino superior. Hoje em dia o EaD deixa de ser visto como uma metodologia elitizada e passa a ser considerado uma realidade que abre portas a qualificação profissional de todo e qualquer cidadão.
Não podemos tratar o EaD como algo ruim, pois todo e qualquer ensino presencial hoje em dia, em algum momento você se pega fazendo uma pesquisa na internet como forma de agregar bagagem em seus estudos, dessa forma, podemos afirmar que mesmo nos estudos presenciais realizamos um estudo paralelo ao presencial que é o EaD propriamente feito com seus estudos presenciais.
O EaD é fundamental para o desenvolvimento profissional de todo e qualquer cidadão e, é essencial para o desenvolvimento social e cultural do Brasil e do Mundo.
Willian Ferreira dos Santos
willian.limeira@gmail.com
Pós-graduando em Metodologias e Gestão para a Educação a Distância.
Discordo completamente dessa campanha,pois existem estudos que comprovam a qualidade e o desempenho de estudantes e cursos EAD. Talvez o que falta para muitoas pesoas seja informaçoes plauzíveis e verdadeiras a respeito do assunto.Afinal,sabemos que não importa o tipo de curso que você faça (presencial ou a distância)o importante é sua dedicação,diciplina,interesse,etc.
Além disso,um curso EAD exige muito de seu aluno,não deixando a desejar a um curso presencial,informações encontramos em muitos lugares,mas transformá-las em conhecimento depende exclusivamente de cada um.Portanto,a metodologia pode ser a melhor mas se não houver interesse dos envolvidos,o processo de aprendizagem não será concluído com êxito.
Concordo com a decisão do juiz, entretanto acho que a educação a distância é questão também cultural, onde o Brasil caminha a passos lentos, inclusive não sendo totalmente a distância, sendo implantado com cautela em determinados cursos, por ex. direito, enfermagem, educação física, medicina.
Alguém pode passar experiências favoráveis em cursos que a princípio não teriam sucesso com EAD?
Concordo com a luta pela qualidade educacional sempre, todavia considero leviano tratar uma modalidade educacional, de forma generalizada, como precária. Afinal, a distância ou presencial existem instituições sérias e picaretas.
Concordo com a Nilza Costa, acho que todos têm o direito de protestar, mas não denegrir um processo que está em ascensão. A modalidade de ensino EAD é uma oportunidade para muitos que não podem frequentar um curso presencial.
Existem muitas críticas em relação a modalidade EAD, creio que as criticas são benéficas para o crescimento e aprimoramento da modalidade de ensino, mas não podemos permitir que o assunto seja tratado de forma que ridicularize o assunto, as criticas devem ser construtivas.
Acredito que a maioria das pesssoas que critam o EAD é pq não conhecem, pois há faculdades e faculdades, tanto no EAD como no ensino presencial. Cabe ao MEC realizar avaliações periódicas e sistemáticas para que os alunos ganhem com isso e saiam das faculdades com embasamento teórico e prático para sua vida profissional.
Sou assistente social formada pela PUC-GO atuando atualmente em uma entidade filantrópica que reabilita pessoas com deficiência e também sou tutora em EAD na Anhanguera-Uniderp e sou totalmente contra a esta campanha que o Conselho Federal de Serviço Social iniciou. O assunto é complexo devendo assim ser discutido, o Serviço Social enquanto área que luta pela redução das desigualdades sociais e pelo acesso da sociedade aos direitos não deveria realizar este tipo de campanha, pois a EAD diminue as barreiras do acesso ao mercado de trabalho realizando dessa forma uma diminuição das desigualdades sociais.
Colegas,acho engraçado que o link do Conselho de Serviço Social, ainda continue com a campanha “fast food” que ao meu ver banaliza o EaD e afronta quem trabalha com esta modalidade de educação.
Será que teremos que criar uma campanha na mesma baixaria do Conselho? O melhor que eles poderiam fazer é se retratar e acatar a decisão do Juiz.
A verdade é que hoje com tantos avanços das tecnologias de informação e comunicação é impossível não pensar na viabilidade da EaD. São muitos os benefícios oferecidos por esta modalidade. Entretanto, para que as intituições, tutores e alunos vençam os preconceitos existentes é necessário dedicação e seriedade no ensino e aprendizagem. A fiscalização forte e rígida do Ministério da Educação trará mais credibilidade as instituições devidamente comprometidas com esta modalidade.
A Educação a Distância está sendo alvo de grandes críticas pelo seu crescimento. Hoje os cursos são tão responsáveis quanto qualquer curso presecial. Os acadêmicos nos cursos precisam desenvolver inúmeras atividades e as aulas são bem ministradas por mestres e doutores.
“Educação não é fast-food”, realmente não é Fast-food quando assim foi colocado pelo Conselho Federal de Serviço Social, acredito que neste momento conseguiram cometer erro graves contra este modalidade de Educação que está indo de encontro com a nova sociedade que se forma no Brasil, era da tecnologia, mercado competitivo, globalização não é mais uma questão de mercado, já esta presente em nossos lares, é dia a dia.
Penso eu que tanto a EAD quanto o presencial tem muito que corrigir em suas modalidades, só que isto, já é uma questão pedagógica e não de uma campanha que chega a agredir nossos próprios conhecimentos com a falta de critério em apresentar uma proposta melhor, pedagogicamente falando.
Parabéns o Juiz federal Haroldo Nader, da 8ª Vara de Campinas (SP), que teve senso de construção, e não se deixou leva pela superficialidade da campanha.
A falta de conhecimento e as mudanças levam ao preconceito. O que se pode fazer e acredito ser urgente é mostrar para a comunidade que não é assim. Através da imprensa com matérias sérias e com campanhas explicativas. Não precisa ser usada a baixaria, quem não tem razão precisa usar de artimanhas mais pesadas.
Realmente, o futuro mostrará a qualidade dos profissionais formados pela EAD. Também faço pós graduação em gestão de EAD e uma presencial em Metodologia e, posso assegurar que tenho que me dedicar muito mais no ensino a distância, seguindo rigorosamente as minhas programações. Esta campanha é um abuso ao direito de ir e vir de cada cidadão. Espero que os nossos jovens sejam maduros o suficiente para poderem fazer as melhores escolhas para as suas vidas. Abraços.
O EaD é a melhor forma de elevar o nível de estudo de muitas pessoas até mesmo em lugares mais remotos no Brasil, é uma oportunidade oferecida para aqueles que necessitam crescer mas não podem se dispor inteiramente fisicamente, ou seja é total inclusão social! Comparar com comida de baixa qualidade deixando implícito o estudo de má qualidade é errado e ignorante, parece coisa de alguém que tentou fazer um curso a distância, não se empenhou e saiu criticando que não funciona. Grande parte dos cursos de EaD e principalmente de grandes instituições de ensino tem material de qualidade e profissionais de altíssima qualidade em suas áreas, ou seja, a informação enviada é de extrema qualidade, mas vai de cada pessoa absorver isso, pois, como sabemos, um curso EaD dá o suporte mas devemos ser bastante auto-didatas também, pq não vai ter ninguém no nosso pé nos cobrando, então se vc mesmo não se cobrar a coisa não anda e muitos imaginam que vão entrar em um Ensino a Distância pq “é mais fácil” ou que “não gosta muito de estudar mesmo” e é dessas pessoas que recebemos críticas desse nível, EaD é o futuro do ensino que esta presente.
Pelos comentários de vários colegas acima no post, a grande maioria achou injusta a propaganda. O fato que os curso em EaD estão com toda a força. Em algumas conversas com docentes de escolas técnicas e engenharia, acreditam que nestas áreas a primeira graduação ou curso técnico deveriam ser presencias, mas que algumas disciplinas ministradas no curso poderiam ser à distância.
Usar do argumento que educação não é fast-food é muito vago, pois já foi comprovado que o formato do EaD requer do aluno dedicação aos estudo igual ou maior que o curso presencial.
Quando se fala em EAD, as principais características logo apontadas fazem referência à tecnologia. Assim como em qualquer outra modalidade de ensino, é fundamental e primordial que exista qualidade. Acho que a preocupação do CFESS com a qualidade é pertinente sim, porém não acho que cabe a comparação da EAD com fast-food, visto que por se tratar de algo novo ainda existem bastante pontos a melhorar. O MEC está justamente “fechando o cerco” junto às instituições que oferecem EAD para que a qualidade no ensino seja uma das referências dessa modalidade de aprendizagem.
Concordo plenamente com o colega Edson Silva (comentário 117) é inadimissível ver pessoas contrárias aos métodos que serão o futuro da nossa educação. Ser contrárias até é admissível mas atos tão preconceituosos e que agridem isso não é normal.
A falta de informação é a causa primeira do preconceito. Somos um país cartorial e os carimbos tem poder. Quanto mais divulgarmos as iniciativas em EAD mais tornaremos a aceitação do mesmo. E isso somente cabe a nós: estudantes e professores do EAD.
Uma grande conquista para nós profissionais do ensino a distância e para os estudantes da modalidade EAD. Temos que nos posicionarmos em aspectos legais para reivindicarmos nossos direitos e respeito perante estes movimentos, Parabéns a ANATED por nos representar tão bem!
Não deveria haver concorrência entre as modalidades, há público tanto para o modo presencial quanto para o modo a distância, com públicos distintos inclusive. Já participei de ambas modalidades e cada uma pode atender minhas necessidades de acordo com a minha procura. Hoje, por falta de tempo em locomoção, a EAD supri 100% minhas necessidades de atualizações. Quem bom que houve o movimento contra a propaganga, achei-a de péssimo tom.
Parabéns temos que busca nova forma de aprende
Caros colegas, o tempo que esses conselhos perderam ao se impor de certa forma errônea, contra o EAD, com uma falta de ética, ética esta, que os conselhos de Serviço Social propoe aos seus profisionais Assistentes Sociais?
Como profissional Assistento Social que sou, estou assustada com esta postura com que realizaram essa campanha, o que poderia se tornar uma discussão qualitativa e produtiva com relação ao EAD, acabou nas páginas da justiça.
Enfatizo a importância do EAD, podendo este novo modelo pedagógico atingir toda uma população que de certa forma, não possue meios de alcance a uma graduação com qualidade, e assim melhorando o nível educacional de toda uma sociedade.
Abraços…
Com a correria do dia e a velocidade das informações o modelo da educação Ead vem mostrar uma nova formar de ficar antenado e informado
Temos que valorizar os professores Ead…
O futuro da nova educação depende de nos para que a proxima geração venham a colher o que foi “plantado hoje”
Sim a liminar expedida pelo nobre Juiz, a questão de tratativas pejorativas a alunos e tutores de cursos de graduação a distância é um fato bastante desconfortável e mesquinho.
Acredito que seja falta de visão de futuro e também falta de perspectiva de vida, afinal os alunos a distância devem se empenhar muito mais, ser auto didata e ter muita força de vontade, quanto ao profissional tutor é um polivalente que se desdobra a atender universos tão diferentes do nosso país, alunos com peculiaridades de suas regiões, exige além de conhecimento uma percepção mais apurada para atender as demandas educacionais.
Sou favorável a decisão do juiz. Acredito que quem faz a diferença é o acadêmico que se tornará o futuro profissional.
A modalidade Educação a Distância faz o acadêmico ser mais autônomo e independente, devendo cada pessoa procurar por aquele tipo de modalidade que se adapte ao seu perfil.
Fui acadêmica na modalidade presencial e na modalidade a distância, percebi a diferença entre as duas. A primeira, por você ter um professor mais perto e por mais tempo, a gente se habitua a ser um pouco mais dependente e na segunda modalidade foi automaticamente aprendendo a ser totalmente independente.
Fiz o curso de Serviço Social a distância e percebi as mesmas dificuldades que os acadêmicos do presencial sentiam, inclusive em algumas conversas percebia que o curso exigia um pouco mais. O estágio supervisionado foi realizado com acompanhamento de profissional e com a carga horária exigida, tive todos os acompanhamentos e realizei todas as atividades exigidas.
Creio que o todo este debate é importante pois ouvir a opinião de outras pessoas é imprescindível e como vivemos dentro de uma democracia todos devemos opinar, porém dentro de uma ética, sendo coerente e respeitando todas as opiniões, sem ser agressivos ou menosprezando as demais.
Sendo assim, acredito que fica a critério de cada pessoa escolher qual é a modalidade que deseja estudar, devendo as Instituições oferecerem qualidade no ensino e os Conselhos fiscalizarem se esta qualidade esta sendo oferecida.
Acredito não poder aqui expressar se o juiz foi certo ou errado na sua decisão de conceder a liminar peticionada pela dita associação. Isso pois, fica claro que o juiz não fez isso por que lhe aprouve, mas sim deve ter fundamentado a sua decisão em uma lei ou em algum princípio constitucional. O que mais me assuta e o que desejo comentar é a falta de conhecimento desses que julgam prestar “seviço social”. Talvez eles não tenha a ideia de como é feito o curso em Ead pois não procuraram saber como é rigoroso e pressupõe muita disciplina do aluno para terminar a sua gaduação. Também fica claro o fato de que eles ignoram o fator social que carrega o ensino a distância. Pensam que a Ead é algo que esta começando agora e esta invadindo o campo do chamado ensino presencial. Mas isso não é verdade, de muito tempo conhecemos cursos por correspondência, por exemplo, que ajudaram e tornaram profissionais pessoas que antes estavam desempregas, a mercê daqueles que prestam serviço social. Talvez seja disso que eles têm medo, se todos tiveram uma boa oportunidade e a sociedade conseguir se estabilizar o que vai restar para debater sobre ela.
Concordo com a Sarah no sentido que é praticamente impossível ignorar o EAD. Os benefícios são mesmo inúmeros e não dá pra ignorar que cada vez mais estamos vivendo essa realidade de estudo virtual e à distância. Esta é uma modalidade progressiva e irreversível. Alunos e professores dos cursos EAD devem sim se comprometer cada dia mais e mostrar pró-atividade em seus estudos, pois quem ganhará com isso é a sociedade em geral, com pessoas mais educadas e mais bem preparadas para a vida e o mercado de trabalho.
Esta campanha mostra o quanto algumas pessoas ainda tem preconceito com o EAD. As pessoas deviam procurar entender melhor esta nova modalidade que só veio para acrescentar na vida das pessoas antes se sair criticando…
A educação presencial e a Ead não são exclusivas. O radicalismo é totalmente prejudicial. É preciso saber identificar qual a necessidade e quais as melhores ferramentas para elas. Com certeza não estão bem assessorados e, com isto, sem capacidade de enxergar as diversas possibilidades.
Ouvimos diariamente críticas à EaD, mas não concordo com a campanha adotada pelo Conselho Federal do Serviço Social. A EaD como a presencial tem sua importância, é comum esta comparação de que os cursos a distância não têm a mesma qualidade do que os presenciais, mas várias avaliações que estão acontecendo estão provando que não é verídico, por exemplo, os resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE 2010), mostra que os alunos de cursos a distância mostraram desempenho superior aos alunos dos cursos presenciais em diversas áreas.
Precisamos buscar uma nova forma de aprendizado. Os cursos EAD ainda sofrem preconceitos, mas a rigorosidade do ensino é muito alta. O fato de se ter a disciplina de manter o foco nas leituras e questões apresentadas. O fato de não se ter a dependência de um professor disponível, tão perto, como no modelo presencial, faz com que o esforço seja aumentado e se ganhe a experiência do aprendizado de uma maneira mais empreendedora.
Sou Professora Tutora a Distância e durante os primeiros meses da Campanha equívocada do conjunto CFESS/CRESS tivemos em vários momentos a oportunidade de esclarecer aos nossos(a) acadêmicos(a)a qualidade do Curso de Serviço Social oferecida pela Universidade Anhanguera, que respeita na íntegra as exigências do MEC, oferece a tecnologia de ponta para a interação nas teleaulas e sua excelência na qualidade do material pedagógico e humano.
Nossos(a) egressos(a) tem conseguido uma excelente classificação em concursos públicos, seleção para empresas privadas e participação em Congressos fazendo se representar atráves de artigos e publicações, o que mostra que estamos no caminho certo e contribuindo para o embasamento teórico e orientações da sua prática profissional ao acadêmico(a).
Acredito que o Conselho Federal do Serviço Social foi muito infeliz quando comparou a Educação a Distância de Serviço Social à alimentação fast-food, uma vez que o adjetivo fast se refere à velocidade e não à qualidade do produto oferecido.
Pode-se perceber que existem inúmeros restaurantes de fast-food que se preocupam em oferecer opções consideradas balanceadas e muito saudáveis.
Talvez dois adjetivos mais adequados sejam o junk ou trash que estão relacionados com a idéia de lixo, desta forma o referido Conselho deveria estar trabalhando por uma causa mais justa combatendo a educação de má qualidade.
O termo fast reforça a idéia de flexibilização espaço-temporal, uma das grandes vantagens da Educação a Distância, onde não se perde tempo com os deslocamentos físicos e também porque o do ritmo individual dos alunos influencia em uma redução de tempo na execução dos cursos, proporcionando a facilidade de acesso e a democratização da Educação
Assim sendo, fico muito feliz em dizer que EaD pode ser comparado sim com fast-food e temos que lutar contra as Entidades de Ensino que oferecem junk-food seja esta presencial ou a distância.
Diga não ao junk-food ! ! !
Sou professora de Ensino EAD apenas 02 meses, porém o suficiente para acreditar nas propostas de ensino.
Sou Assistente Social com 09 de formãção e atuação na área da saúde. Fui acadêmica de turma presencial 100%.
Estou dando aula pois acredito e muito no sistema a distância e acredito nos meus alunos, os quais estudam muito e se dedicam as disciplinas. Não deixando de ser mais ou menos preparados para atuação.
Sou professoa EAD aproximadamente 02 meses… Até então não conhecia o sistema de educação a distância. Hj acredito e esse é um dos motivos pelo qual aceitei o desafio. Muitos colegas de profissão (Assistentes Socias) me questionaram referente a questão do EAD, porém todos deixaram que eu falasse um pouco do Ensino a Distância, hoje esses profissionais repensam a metodologia. Tenho para mim o seguinte pensamento: só aprende quem busca o conhecimento.
Sou totalmente a decisão do Juiz, inclusive quando assisti ao vídeo, não acreditei em total desrespeito. E concordo com a colega Glauce, afinal as evidências da eficiência dos cursos EAD’s são claras, e contra fatos não há argumentos!
Com certeza o aluno Ead tem a mesmo potencial para concorrer a vagas em concursos… com alunos que estudam em faculdade tradicional
Essa propaganda mostra a visão geral e preconceituosa das pessoas que não conhecem as propostas e os objetivos dessa modalide de ensino
Antes de criticar é necessário aprofundar seu conhecimento referente a questão
A educação a distância e uma realizada, esta ganhando cada vez mais destaque, este tipo de campanha, pejorando a metodologia EAD só demonsta a falta de conhecimento das pessoas, pois os estudantes tem que se dedicar muito mais.
Acredito ainda, que não so deve estar suspensa este videos, mais deve haver juma formade punição e uma retratação por por do conselho.
Fico triste quando vejo que profissionais menosprezam o estudo à distância, pois ser bom profissional não depende apenas da escola e sim do aluno. A pessoa que tem condições de estudar em uma escola presencial, ótimo, qie ela saiba dar valor. Mas e se não tivesse? Dereria pensar que todos tem direitos e oportunidades e que é só saber aproveita-las. Tenho estagiárias em meu trabalho que estudam em EAD e que demonstram mais interesse e capacidade do que outras que também já passaram pelo mesmo procedimento.Portanto acredito que estas colegas de trabalho deveriam se atualizar e acreditar nas oportunidades oferecidas pelo EAD.
A mudança da forma de encarar a EaD, somente virá com a seriedade dos cursos, sendo de fundamental importância que as Instituições e os Tutores tenham esta responsabilidade.
O juiz federal Haroldo Nader, da 8ª Vara de Campinas (SP) acertou em sua decisão, pois a capacidade de aprendizado está diretamente ligada ao interesse do aluno e não ao método de ensino. A construção de um bom profissional depende de uma serie de fatores, é assustador a falta de respeito por professores e alunos que estão buscando melhores condições para suas vidas e para a sociedade. A EaD é uma realidade e deve ser respeitada.
Estou de acordo com a decisão tomada, pois, não se pode generalizar, afinal, tem tantos cursos presenciais cuja qualidade é duvidosa…Além do que, vamos nos surpreender e muito com a evolução da tecnologia, cujas mudanças estão mais aceleradas a cada dia e a EaD não pode ficar fora…
Acredito que todos devem ter a oportunidade de expor sua opnião, mas de forma que não seja ofensivo a outras pessoas, a campanha apresentada rediculariza os professores e também os alunos que optaram por essa modalidade de ensino, faltou ética para os desenvolvedores dessa campanha.
Acredito que é uma colocação totalmente infame. O tutor é um profissional qualificado treinado e no minimo graduado na área afim e especialista. O ensino EAD veio para inovar e quebra paradigmas.
Gostaria de ver na midia em geral mais propaganda sob as Ead…
Importante o movimento firmado pelo conselho de serviço social, atentando as autoridades para a não banalização das profissões.
Pessoas que não evoluem com a tecnologia acaba desmerecendo o que ela pode nos proporcionar. Cada um é responsável por si e pelo seu aprendizado. Sendo assim a única diferença do ensino a distância e a presença virtual e não física do aluno…
Na minha opinião é perceptível que começamos a passar dos modelos predominantemente individuais para os grupais na educação a distância.
Educação a distância não é um “fast-food” em que o aluno se serve de algo pronto. É uma prática que permite um equilíbrio entre as necessidades e habilidades individuais e as do grupo – de forma presencial e virtual.
Alguns cursos, poderemos fazê-los sozinhos, com a orientação virtual de um tutor e, em outros, será importante compartilhar vivências, experiências, idéias.
Karina de França Campos
Parabéns ao juiz, a Educação à distância é uma modalidade de ensino (prevista em lei) e assim como as outras, merece respeito.
Concordo com a colega Gislayne Rocha, em que fica a critério do aluno escolher qual a modalidade de ensino ele se adapta melhora. Acredito também que quem faz a faculdade é o aluno. Faz parte do processo educacional que nos alunos busquemos informação sobre os conteúdos abordados em sala de aula (presencial) ou teleaulas (Educação a Distância), que estejamos cada dia mais informados sobre o que acontece com nossa cidade, estado, país e no mundo.
Sera necessario rever as leis que se refere as Ead para melhor atender os envolvidos
Sou aluno do curso a distância de pós graduação de metodologia de ensino superior à distância. Concordo com o Juiz de Campinas, pois não podemos desmerecer qualquer curso a distância que seja aprovado pelo MEC.
Estou participando do meu primeiro curso de Educação a Distância e quero compartilhar que está sendo um desafio muito grande pois gosto das aulas presenciais. No entanto, o que pensei que seria um Curso fácil de se fazer, na verdade tem sido um desafio. Está exigindo muito mais do que eu imaginava, não só em questão de tempo como de disciplina e de avanços na tecnologia. Espero poder concluí-lo, pois estou achando que está valendo a experiência, embora admita que não sua viabilidade não é para todas as áreas. Assim como os Assistentes Sociais reclamaram, na Enfermagem, sem a possibilidade do paciente presente, não tem como concluir o curso.
Retificando,
Espero poder concluí-lo, pois estou achando que está valendo a experiência, embora admita que sua viabilidade não seja para todas as áreas. Assim como os Assistentes Sociais reclamaram, na Enfermagem, sem a possibilidade do paciente presente, não tem como concluir o curso.
Atualmente, devido aos recursos tecnológicos disponíveis, a EAD possibilita o acesso à educação praticamente sem limites. Nem todos vão se adaptar a essa nova ferramenta, como nem todos se adaptam ao presencial, é somente mais uma opção.
Sou professora na EAD e também na modalidade presencial e, é nítido que ainda existe preconceito por parte dos alunos que freqüentam o ensino presencial que desacreditam ou desvalorizam o estudo a distância. Mas quem é aluno ou mesmo professor na EAD sabe que é preciso ser muito responsável e dedicado para chegar ao fim do curso… e o mercado de trabalho já está reconhecendo esse perfil.
Não critico a campanha. Apenas vejo que precisamos achar um meio termo, pois cursos que envolvem contato direto com um cliente, precisam ser em parte presenciais.
Os resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), a partir de 2010, quando os alunos de cursos superiores a distância passaram a ser comparados com os presenciais, mostraram desempenho igual ou superior dos alunos de cursos a distância em diversas áreas.
Portanto, o EaD já é uma realidade de sucesso e não há o que temer. A diferença entre o curso presencial e o EaD está na modalidade de ensino, porque o conteúdo é o mesmo da modalidade presencial. O curso a distância exige do aluno uma disciplina de estudos com mais autonomia e conhecimentos básicos em Internet. As ferramentas são fáceis de trabalhar e a interação com o professor é eficaz.
A EAD já é uma realidade em todo o mundo e, com o avanço e socialização da tecnologia, vem crescendo também no Brasil. Acredito que a distância para a comunicação e informação foi de certo modo superada, no entanto, é importante manter o foco na qualidade da educação, especialmente porque no Brasil este é um problema que atinge a EAD e também a educação presencial. Em muitos casos o que tem sido valorizado pelas instituições é o lucro, ou seja, grande número de alunos sendo orientados por 01 professor, seja à distância ou em salas de aula superlotadas. Entendo que a educação à distância pode ser utilizada para benefício em algumas matérias, mas a educação presencial também é necessária em determinados casos. É certo que a EAD já é realidade, mas deve ser utilizada com critério. A educação presencial também tem o seu lugar e não deve ser desmerecida pelos estudiosos da EAD.
Diria que no mínimo irresponsável a campanha do conselho. Generalizar a educação EAD desta forma é rídiculo e irresponsável. Assim como a educação dita convencional há ajustes e problemas a resolver mas nada que justifique atitude tão radical e primária.
É ironico pensar que um futuro Assitente Social seja tão contrário a uma já confirmada acessibilidade que a educação EAD permite a muitos.
Perfil
O estudante de EaD tem alguns diferenciais. Ao contrário do curso presencial, é ele quem vai conduzir o próprio estudo, e não o professor. O estudante precisa se organizar e dividir bem o tempo. Dados do censo 2009 da Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED) apontam que 53,4% dos alunos de EaD são mulheres e a faixa etária mais presente é a que vai de 30 a 34 anos. “Também é uma modalidade de aprendizagem adequada às pessoas mais experientes e com necessidades de formação para aperfeiçoamento na vida profissional”.
Precisamos valorizar a educaÇào a distância, pois e um meio para as pessoas que não tem condicões de estudar e também tem que procurar instituições seria para estudar. Pois e a nossa realidade daqui para frente.
Concordo com você Beltrão! A grande questão é “generalizar”. Há cursos e cursos, tanto presenciais, quanto a distância. Cabe ao aluno pesquisar e escolher uma instituição de ensino séria, que tenha em seu quadro de professores, profissionais experientes e capacitados. No site do MEC, qualquer pessoa pode consultar quais instituições de ensino são credenciadas e a avaliação dos cursos oferecidos.
Sou Assistente Social e Tutora Presencial em Graduação de EaD, além de aluna de cursos de EaD.
Lamento que uma profissão que estabelece como princípio o não preconceito, se submeta a agir de forma tão desrespeitosa. Que a educação deva ser de qualidade, ninguém duvida, mas há que ser toda a educação e não apenas uma modalidade.
ESSA SEM DUVIDA FOI UMA BOA ATITUDE DESSA JUIZA, POIS EXISTEM FACULDADE DE ENSINO A DISTNCIA, SERIA, SEM DUVIDA ALGUMA.
Estou no meu primeiro curso de Pós Graduação em EAD e confesso não é nada fácil quanto parece pois exige dedicação do aluno para compreender o conteúdo, acredito que devemos encontrar o meio termo para que todos tenham possiblidades de curso vejo que estes cursos assistencias necessecitam de ser semi-presenciais para contemplar o cuidado com o ser humano.
Educação a Distância e quero compartilhar que está sendo um desafio muito grande pois gosto das aulas presenciais. No entanto, o que pensei que seria um Curso fácil de se fazer, na verdade tem sido um desafio. Está exigindo muito mais do que eu imaginava, não só em questão de tempo como de disciplina e de avanços na tecnologia. Espero poder concluí-lo, pois estou achando que está valendo a experiência, embora admita que não sua viabilidade não é para todas as áreas. Assim como os Assistentes Sociais reclamaram, na Enfermagem, sem a possibilidade do paciente presente, não tem como concluir o curso.
Neste “comércio” da educação a briga poderá ser desleal, sobretudo quando imperar o preconceito.
Educação à distância ou presencial se faz com compromisso, dedicação e estudos.
Educação não é e nunca foi fast-food. Acredito que no momento em que uma universidade perde o foco da EaD o produto vendido acaba se tornando consumível, mas para evitar isso existem órgãos fiscalizadores. Nossa maior preocupação é fazer com que estes sejam eficazes na aplicação de leis.
É muito complicado fazer esse tipo de comparação, generalizar é sempre muito complicado, principalmente quando se envolve teorias e ideias de pessoas.
Parabéns a Anated pela ação e o Juiz pela decisão. É louvável o trabalho do CFSS a categoria do Assist. Social pelas conquistas alcançadas, exemplo: piso salarial e jornada de trabalho semanal dentre outras; porém foi infeliz com esta campanha desrespeitosa, tratando as IES de forma generalizada, sendo que a fiscalização/supervisão é de alçada do MEC.
Vão haver reações de toda natureza.Acho que muito mais pela “novidade” que o EAD representa do que qualquer outra coisa. Mas tenho me deparado com tutores e professores bem qualificados no EAD . Então acho que logo esse preconceito cairá
• Tutora Presencial at Universidade Anhanguera
Já sabia da existência de cursos de EAD a muito tempo,porém minha experiência pessoal com a modalidade iniciou-se esse ano.Fiquei surpreendida com o sistema,simplesmente é fantástico ver como funciona muito bem esse novo modo de aprender e ensinar.Não lembro que em minha época de faculdade(ensino presencial) os alunos interagiam tanto entre si trocando idéias,lendo,estudando ao término das aulas fazendo plenárias e debates,em todas às aulas,quando isso ocorria é porque um ou outro professor pedia para fazer como trabalho e valendo nota caso contrário ninguém fazia,na EAD não, todas as aulas temos que rever o assunto,assimilar e debater,tenho quarenta e sete alunos na sala que tenho certeza que serão excelentes profissionais pois possuem o perfil de como devem ser alunos EAD esforçados e dedicados.
Tutora Presencial e aluna EAD.
A EAD não é pra qualquer um,o aluno tem que ter um perfil específico,pois é necessária muita dedicação e esforço pessoal pra prosseguir nesse tipo de ensino,a leitura ,coisa que muitas pessoas não têm o hábito de fazê-la faz parte da rotina diária de um aluno EAD.
A EAD é uma mudança de paradigma e, nesse sentido, provocará muitos debates. Entretanto, acredito que chegou para ficar e irá se adequar às necessidades e características do Brasil.
Perfil
O estudante de EaD tem alguns diferenciais. Ao contrário do curso presencial, é ele quem vai conduzir o próprio estudo, e não o professor. O estudante precisa se organizar e dividir bem o tempo. Dados do censo 2009 da Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED) apontam que 53,4% dos alunos de EaD são mulheres e a faixa etária mais presente é a que vai de 30 a 34 anos. “Também é uma modalidade de aprendizagem adequada às pessoas mais experientes e com necessidades de formação para aperfeiçoamento na vida profissional”.
Boa noite colegas.
Sou Assistente Social, formada pela Universidade UNIDERP Anhanguera em agosto de 2010. No mês passado me formei no Curso de Tecnologia em Recursos Humanos pela mesma universidade. Atualmente trabalho como tutora presencial EAD, na mesma modalidade a qual fui formada. Bem, é fato que discordo com essa campanha que vem sendo feita contra os cursos EAD. É fato que existe sim muita coisa errada na educação, em geral. O que não significa que toda entidade educacional de ensino presencial é perfeita, muito menos que toda entidade de ensino modalidade EAD é de má qualidade.
O fato é que pouco se tem pensado na população que busca melhores condições de vida através dessas oportunidades. Eu por exemplo, moro em uma área de extrema dificuldade de acesso a Universidades. Só temos dois cursos presenciais em Angra dos Reis e uma única universidade. A chegada das Universidades EAD trouxeram para a população, grande oportunidades. Já que muitos, que têm condição financeira, iam morar em outras cidades ou até mesmo viajam todos os dias para outros municípios a fim de buscar formação superior. Será que o que essa campanha busca mesmo é melhorias na educação? Ou é uma implicância/pinima? Eu sempre ouvi e aprendi no serviço social que devemos lutar pelos direitos, por melhorias, por oportunidades. Será que é isso que está sendo feito? Acho que devemos realmente pensar. Eu não escolhi fazer uma univerdade EAD. Assim como eu, muitos acadêmicos não tiveram opção. Não me arrependo de forma alguma, pelo contrário. No período da faculdade, tive a oportunidade de emprestar minhas apostilas de estudo para Assistentes Sociais formadas a muito tempo e com muita bagagem, que se formaram em universidades federais, sabe pra que? Para serem utilizades em concursos públicos. É… acho que conteúdo nós temos! Pensem bem. Até mais.
A campanha “Educação não é fast food, diga não à graduação à distância em Serviço Social” tem seu lado bom. Quero me fazer entender. Esta campanha, de certa forma, chamou a atençao para a discussão do tema Educação a Distância. Afirmo aqui e claramente que não sou a favor da campanha, ao contrário, pois já fiz cursos na modalidade EaD e percebi que esta forma de aprender, na verdade é muito dinâmica e exige bem mais do aluno que um curso presencial. O aluno de EaD precisa ter um perfil apropriado para esta forma de aprendizagem, o que requer bastante autodisplina e dinamismo, uma vez que nessa forma de aprender (EaD), o aluno é o principal sujeito e ator do seu próprio aprendizado. Quero enfatizar que esta discussão é ampla e está apenas no começo, pois EaD é um tema vasto e de certa forma, iniciante no Brasil, quando comparado a outros países. Aproveito para reiterar meu apoio e confiança na qualidade do ensino e da aprendizagem na forma EaD; eu mesmo sou uma prova disso: aprender com Educação a Distância, vale a pena e faz diferença na formação de um profissional, sobretudo aquele que tem visão estratégica e percebe que num Mundo Globalizado e dominado pelas Tecnologias da Informação e da Comunicação, sobretudo a Internet e num país como o Brasil, de dimensões continentais e grandes desigualdades sociais, a EaD, é sem dúvida, uma arma poderosa a serviço da Educação.
O modelo de Educação à Distância (EaD) que vem sendo construindo, trás uma educação que se apresenta em formato diferenciado de modelo tradicionais. Infelizmente, nós seres humanos temos condicionamentos que nos impedem de aceitar determinadas inovações num momento inicial, sempre colocando em duvida a aplicação. A ciência é construída desta maneira. A EaD é um caminho sem volta, porém nos encontramos agora num momento de transição cultural. Esta transição se apresenta de forma radical, pois abala o principal pilar da educação, o pilar tradicional. Acredito que a EaD deva ser respeitada, porém muitos outros fatores, como exemplo, o fator capitalista, influencia de forma absurdamente negativa a proliferação da EaD, causando situações anti-éticas aos olhos de muitos educadores. Considerar o EaD um modelo “Fast-Food”, com certeza deve ser analisado de forma subjetiva. Muito tem-se a explorar esta nova modalidade, que hoje motiva a autonomia e responsabilidade dos alunos, proporcionando a aproximação de uma massa populacional sem acesso à educação.
A própria LDBEN 9394/96 em seu Artigo 3º, nos incisos II e III respectivamente, retrata que o ensino deve ser ministrado com base nos princípios da “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber”, bem como se apresentar através de um “pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas”. Associando a estes princípios a Sociedade do Conhecimento na qual estamos vivendo não podemos considerar utópica a ideia de uma Educação à Distância, pois sabe-se que um dos objetivos primordiais da educação é a busca pela Autonomia, o que, nesta modalidade, está totalmente presente. Gestar seu estudo, através de suas disponibilidades são vantagens que, hoje, podemos utilizar para aprofundar nossos conhecimentos. Um curso a distância, bem desenvolvido, trabalha nos alunos habilidades fundamentais para a atualidade (como relatava DELORS, 1999), de aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver “através das novas tecnologias” e aprender a ser a partir do momento que você precisa modificar a postura de um aluno passivo e reprodutor para a de um aluno proativo e responsável. Saber escolher, neste caso, pode não ser um “Fast-food” de refeições rápidas e sem nutrientes, mas talvez um “self service” onde aquele que souber escolher um bom restaurante e selecionar alimentos variados, mas nutritivos, poderá fazer uma bela refeição.
A campanha do Conselho Federal do Serviço Social é preconceituosa, pois acredito que a qualidade do ensino não está na modalidade, se é presencial ou a distancia, mas na seriedade,compromisso e concepção da institição, professores e alunos.
PROFESSOR BIANCHI.
Resumiu muito bem a diferença entre fast-food e junk-food.
Sim ao fast-food e não ao junk-food educacional
Excelente atitude do juiz federal Haroldo Nader.
Considero pertinente sua atitude e esclareço que o aluno EaD necessita de acompanhamento, avaliação e planejamento para realização das atividades presenciais, a distância e avaliativas.
Estimulo minhas turmas de graduação a formação continuada através de atividades complementares, participação em seminários e congressos, são fundamentais para aprimorar seus conhecimentos e qualidade de ensino.
Excelente atitude do juiz federal Haroldo Nader.
Considero pertinente sua atitude e esclareço que o aluno EaD necessita de acompanhamento, avaliação e planejamento para realização das atividades presenciais, a distância e avaliativas.
Estimulo minhas turmas de graduação a formação continuada através de atividades complementares, participação em seminários e congressos, são fundamentais para aprimorar seus conhecimentos e qualidade de ensino.
Existe a polêmica de que o ensino a distância é comparado à alimentação fast food. Na verdade, essa afirmação não passa de uma argumentação fraca sem subsídio. Os cursos online e a educação à distância se tornam cada vez mais a solução para a demanda de estudantes que cresce a cada ano. Obviamente há uma diferença entre essa modalidade e o ensino presencial, mas isso não se torna uma desculpa para excluir essa modalidade que tem como objetivo a troca de informações e conhecimento online.
De acordo com informações do jornal “Estadão”, no último ano a internet banda larga teve um crescimento de 60% no país. Esses números indicam que o brasileiro investe em um sistema que lhe dê mais informações sem sair de casa. Nesse momento o ensino à distância entra em ação. Por que não criar um sistema que facilite o estudo de uma pessoa? Não é melhor estudar em casa do que pegar ônibus lotados para chegar até a faculdade?
Talvez o motivo de muitos tratarem de forma pejorativa o curso à distância é o fato de se prenderem a uma visão estreita, que se limita a uma sala de aula com cadeiras e um quadro. A tecnologia está do nosso lado e seria um vacilo deixá-la a esmo sem saber aproveitá-la, essa é a missão do ensino a distância, aliar a interatividade com a formação do pensamento crítica de um indivíduo.
O que deve ficar claro é que não são todos os tipos de cursos devem ser feito à distância. Um exemplo óbvio é a medicina, realmente seria impossível se tornar um médico sem estudar empiricamente um corpo humano. Mas, em outros casos, com cursos relacionados à gestão, assuntos administrativos, em que o referencial teórico prevalece é possível se ter aulas direcionadas com exercícios baseados num sistema de feedback online. É bom lembrar que a formação de cada aluno é feita de acordo com a sua vontade de aprender, e essa evolução do estudante vai além de estar em uma sala de aula física ou em um ambiente online.
Infelizmente, ainda existem muitos paradigmas entorno da metodologia EAD, acredito realmente que nada substitui a interação da sala de aula, estar com pessoas e poder visualizar suas reações, mas quem faz um curso a distância deve ter consciência que para atingir um verdadeiro sucesso ira precisar de muita dedicação, comprometimento, disciplina e responsabilidade. Somente através deste perfil é que o aluno poderá sim escolher qual é a melhor forma de educação para ele. Lembrando ainda que só dependerá dele a excelência do seu aprendizado.
Concordo com a atitude do juiz, apesar de cada um ter o direito de expor suas opinião, esta campanha só vem denigrir a imagem da EaD.Sendo que existem cursos a distancia tão bom quanto o presencial.
A proposta pedagógica em S.Social na modalidade EAD precisa melhorar a qualidade.São notórios os “cortes críticos” que existem nos materiais elaborados. Talvez até mesmo por falta de proposta pedagógica adequada para essa profissão, hoje temos que reconhecer que em S.Social, a Educação a Distância deixa lacunas com relação a análise crítica sobre vários pontos que são discutidos principalmente nas tele-aulas, inclusive no tocante a parte teórica/metodológica. Não se trata de “volume de matéria” pois os materiais e informações de forma geral, sobre os assuntos abordados, isso a EAD realiza em S.Social. Porém, poderia sim, ser revisto os materiais aplicados, injetando conteúdos mais críticos que levem os alunos a realizarem análises mais substanciais e apuradas sobre as diversas questões sociais que assolam o país. Os textos complementares são muito bons, porém observamos que a grande maioria dos alunos não são disciplinados em ler e procurar entender tal material. Há também aqueles que buscam conhecimentos, perguntam aos tutores presenciais e se saem muito bem nas avaliações e até mesmo enquanto profissionais.Não podemos negar que a mesma situação também se encontra com alunos de cursos presenciais. Porém em EAD acredito que os materiais didáticos deveriam ser preparados e direcionados com conteúdo mais crítico o que vem ao encontro da profissão, inclusive aprofundando-se no contexto histórico e político das vertentes teóricas existentes, o que é fundamental para o estudante dessa profissão. Acredito que para isso temos que ter à frente da preparação desses materiais professores/profissionais capacitados, inclusive na docência da profissão e que órgãos da classe tais como a ABESS, possam estar envolvidos nessas análises dos conteúdos curriculares em EAD referente ao S.Social. Acredito que o CRESS deva sim, erguer a bandeira principalmente pela qualidade do curso e procurar conhecer essas propostas, pois o fato á que a EAD chegou para ficar e para se desenvolver cada vez mais na Educação do nosso país e nós como docentes e profissionais da área de S.Social temos mais que a obrigação de conhecer e sugerir propostas que venham contribuir com a melhoria da qualidade de ensino de forma que possamos colaborar com a formação de futuros profissionais que muito poderão fazer pelo desenvolvimento de uma efetiva cidadania na nossa sociedade. Nossa categoria precisa tomar atitudes com relação a proposta pedagógica de S.Social na Educação a Distância e não realizar somente críticas de algo que com certeza, a grande maioria dos profissionais desconhecem. Se existem problemas, e “existem”, cabe a nós enquanto categoria realizar uma efetiva participação nesse processo com propostas que gerem mudanças nessa atual situação.
A QUALIDADE DO CURSO A DISTANCIA É FRUTO DE DIVERSOS FATORES, E UM DESTES FATORES É SEM DÚVIDA O ALUNO.
A discussão entre EaD e Presencial, fica inócua, acredito que a discussão deveria ter como âmago a qualidade de ambas as modalidades, pois ultimamente com a globalização e mercantilização da educação o que podemos encontrar é a “cultura do diploma” e o jargão neoliberal “o mercado como regulador”. Será que temos consciência a respeito deste assunto?
Parabéns pela iniciativa da liminar. A discussão provocada pelo CFESS realmente estava muito ofensiva e marginalizando os alunos e profissionais da EaD. A EaD já é uma realidade educacional e só tende a se aprimorar no decorrer dos anos, muito já foi avançado, o MEC está correto em fiscalizar a qualidade da EaD pois esta tem uma proposta pedagógica de ensino muito bem elaborada e capaz de formar graduados com qualidade.
POR CULTIVAREM ESSE TIPO DE PENSAMENTO QUE ESTOU ENFRENTANDO UMA SITUAÇAO MUITO DIFÍCIL ATUALMENTE, FIZ O CURSO DE SERVIÇO SOCIAL EM UMA FACULDADE A DISTANCIA, CONCLUI OS 8 PERIODOS E SIMPLESMENTE AGORA NÃO CONSIGO COLAR GRAU PORQUE NÃO REALIZEI O ESTAGIO OBRIGATÓRIO EM VIRTUDE DE JÁ TER RECORRIDO A VARIAS INSTITUIÇÕES E AS MESMAS NÃO ME ACEITAREM POR SER ALUNA DE UMA FACULDADE EAD, É POR CAUSA DE PENSAMENTOS ATRASADOS E PRECONCEITUOSOS COMO OS DOS PROFISSIONAIS DO CFESS QUE VIVEMOS UMA SITUAÇÃO TÃO CRÍTICA DAS FACULDADES DE ENSINO A DISTANCIA, PARABÉNS SR. JUIZ.
14:06
Sou aluna de EaD, sou a favor do Juiz Haroldo, pois aqui não são apenas os tutores e alunos que são desrespeitados, mas também a família dos alunos que investem na carreira de seus filhos, na esperança de que eles tenham uma vida melhor.
Espero que o Serviço Social deixe que cada um cuide de sua vida, pois não compete a eles determinar o que é bom ou ruim na educação e sim o MEC.
Tem tanta coisa errada na área da educação, creio que eles deveriam deixar suas energias para fazer o que é útil para a população.