O mais recente Censo da Educação Superior realizado pelo Ministério da Educação (MEC) mostra que, nos últimos dez anos, o número de matriculados em cursos de graduação a distância aumentou em mais de 15.000%. No ano 2000, havia 5.287 inscritos em todo o Brasil. Em 2009, esse número pulou para 838.125, uma trajetória histórica dos números de matrículas no EAD.
Apesar da educação a distância (EAD) em cursos de graduação ser um processo relativamente novo no Brasil, o ensinamento à distância é considerado uma modalidade antiga de educação. Para a professora de Educação, Comunicação e Tecnologia do campus Sorocaba da Universidade de São Carlos (Ufscar), Teresa Melo, que estudou o ensino semipresencial para a tese de doutorado em Ciências da Comunicação, as cartas bíblicas do apóstolo São Paulo foram os primeiros registros de educação a distância. “O objetivo das cartas era passar uma mensagem, um ensinamento. Aquilo já era educação a distância”, defende.
Com o passar dos anos, os mais variados meios para passar as mensagens foram utilizados, desde correios, rádio e televisão. Quando surge a internet e os meios digitais, as oportunidades de cursos à distâncias explodem. “O Instituto Universal Brasileiro sobreviveu tanto tempo e durante décadas formou tantos técnicos sem internet. Hoje ele se adaptou e também usa plataformas digitais.”
Teresa acredita que, com a internet, a educação a distância muda de status. “Antes, quem fazia não era valorizado. Hoje, as pessoas acham bacana fazer um curso a distância. Mas, embora o ensino a distância seja antigo, os meios de transmiti-lo são novos e mudam o tempo todo. Cada vez que a tecnologia evolui, mudam as possibilidades.”
Educação democrática
Para a especialista, não se trata de roubar o espaço dos cursos presenciais tradicionais. A educação a distância é uma alternativa e complementa a educação presencial tradicional. “Eu prefiro acreditar que todas as tecnologias digitais venham somar e não substituir”.
Com o universo de cursos à distância, a educação fica mais democrática, com a possibilidade de chegar a pessoas que não teriam chance de outra maneira. “É uma educação cidadã. Além da qualidade, é necessário trazer com ela a possibilidade de reflexão, de inserção social, de seriedade.”
E não são apenas as distâncias que são flexibilizadas. Além do espaço, os cursos trazem flexibilidade de horário, um bem cada vez mais precioso na sociedade contemporânea. “Isso dá oportunidade para muita gente que não teria oportunidade de estar presente num curso desses. Só isso já é um grande fator positivo.”
Problemas
Os mesmos problemas encontrados no ensino presencial também são os que afetam a qualidade dos cursos a distância. Teresa afirma que, independente da modalidade, o que importa é a seriedade com que a atividade educacional é encarada. “Uma visão equivocada da educação, falta de seriedade, mercantilização e massificação do ensino são os piores. Mas isso, qualquer curso em qualquer instituição, ensinado por qualquer modalidade, pode ser muito bom ou pode ser uma arapuca”, disse.
Além disso, outro ponto negativo do ensino a distância é a perda de outras vivências acadêmicas, como a vida universitária, por exemplo. “Há outras coisas que acontecem num espaço de ensino superior e que vão além da sala de aula. As aprendizagens não se restringem ao momento de ensino.”
Mas, mesmo assim, ela acredita no relacionamento pessoal à distância. “Engana-se quem pensa que à distância não existe o calor, o relacionamento pessoal. À distância, você pode conhecer muito bem uma pessoa sem nunca ter visto. Você pode estabelecer relações de amizade duradouras e fortes dessa maneira”, defende.
Profissional
“A educação a distância não vai tirar o emprego do professor”, afirma Teresa. Ela explica que, pelo contrário, até são necessários mais profissionais de educação envolvidos. Apesar da falta de estrutura física, a estrutura humana precisa ser maior para o ensino ser bem feito. “A educação a distância séria tem uma equipe muito maior que a disciplina presencial, inclusive com grupos multidisciplinares, como profissionais de Tecnologia da Informação, que precisam estar afinados.”
Estudante
De acordo com Teresa, o curso à distância depende mais do aluno que o presencial, por cobrar uma disciplina maior do estudante. “Flexibiliza tempo e espaço, mas exige uma disciplina de participação que precisa ser muito rígida. E entender que, mesmo distante, ele não pode deixar para depois, ele precisa estar o tempo todo ligado. Para o estudante, a modalidade também é novidade.”
As pessoas que mais se interessam pela modalidade são as que não possuem outras possibilidades no tempo ou no espaço. “Você pode imaginar até aquele estudante que está na Amazônia, distante de um centro que tenha uma universidade, como aquele que mora em São Paulo, mas não tem tempo para poder cursar uma graduação presencial. O perfil do estudante é bastante variado e também está sendo construído para entender as dificuldades da participação de um curso presencial”, afirma.
Solução
Teresa defende uma modalidade híbrida e bem estruturada como ideal para o ensino a distância. “Os cursos semipresenciais, com encontros presenciais e parte à distância são uma solução”, diz.
A massificação também compromete qualquer tipo de curso, de acordo com ela. Por isso, o ideal é que os cursos tenham no máximo 25 alunos por tutor. “A educação não pode ser uma estrutura de massa. No entanto, algumas instituições não trabalham assim porque barateia o custo quando coloca 100, 120 alunos sobre responsabilidade de um profissional. Isso não é educação séria, mas não é nem presencial nem à distância”.
Apesar de todas as qualidades dos cursos à distância, Teresa destaca que ainda há questões a serem analisadas. “Existem questões a se debater. O que dá para fazer à distância? Você consultaria um médico que fez uma faculdade à distância? Há limites no processo e é preciso pensar neles.”
Devido às discussões que ainda gera, a modalidade de ensino à distância, para Teresa, não deve ser tão elogiada nem criticada demais. “Depende de muito conhecimento, muito estudo, muita técnica e muita sensibilidade. Por isso, não se pode satanizar o EAD e nem simplificar e louvar demais. Ele não é o salvador da pátria, assim como as tecnologias digitais não são as salvadoras da educação. Elas podem ajudar, mas se eu não pensar como usá-las, não vão adiantar em nada”, finaliza.
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul
Concordo com a Profª Teresa. A EaD nos possibilita novas possibilidades no processo de ensino e aprendizagem, mas o sucesso desse modelo, depende do bom uso da tecnologia disponível, assim como, da atitude do/a aluno/a que precisa adotar uma postura participativa, independente e comprometida.
A Educação a Distância para mim era algo que não tinha tanta credibilidade, devido a minha formação ter sido presencial e além disso quase todas as instituições que iniciaram o trabalho no meu município com a EaD, quase todas faliram no primeiro ano de instaladas. É importante discutir sobre esse assunto e analisar essa modalidade não por mitos ou esteriótipos, e sim pelo trabalho de instituições seria que se comprometem com a educação de qualidade.
Concordo com a Greiciane quando ela relata que a EaD é vista através de esteriotipos, antes trabalhar com essa modalidade de ensino, via essa educação com desconforto e descredito agora inserido e atuante nessa educação percebo que vale a pena. Hoje além de trabalhar com a Educação a Distância também estudo através dessa modalidade.
Eu acredito que as tecnologias digitais venham somar e não substituir, estudando atraves da EaD, vejo como posso ampliar mais o meu horizonte do que só nas aulas presenciais, pois tenho que ter disciplina com meus horários,pesquisar muito mais, e buscar uma educação de qualidade em uma instituição séria que se compromete com a EaD é fundamental.
Hoje vi na entrevista da Prof Pesquisadora do MIT no GloboNews acerca da problemática da socialização via online, Já não somos mais quem queremos ser mas quem devemos ser. As redes sociais são o mocinho ou bandido desta história?
Acredito que a EAD chegou para revolucionar o mercado de profissionais e com certeza a tendência é aumentar cada vez mais o número de alunos. Só falta conscientizar esses alunos de que o sucesso depende mais dele próprio do que do professor ou instituição. É importante escolher uma universidade conceituada, mas de nada adianta a melhor universidade se o aluno não se esforçar e estudar muito. Parece fácil, mas a EAD é mais dificil pois exige disciplina e conhecimento.
Gostaria de poder conversar com a professora Teresa Mello a respeito de outros pontos inportantes a respeito da EAD, como por exemplo quais TIC’s podem contribuir para alavancarmos a educação no sentido de instrumentalizar a grande maioria das instituições de ensino, pois possuem sala de informatica e,não são utilizadas pelos professores.Seria por receio, por falta de conhecimento ou por falta de metodologias para tal. Por favor me passem o blog ou endereço da Professora.
A EAD além de oferecer uma formação desejada com flexibilidade de tempo, propicia às pessoas o acesso as novas tecnologias, ampliando assim as oportunidades de ingresso no mercado de trabalho.
A EAD além de oferecer uma formação desejada com flexibilidade de tempo, propicia às pessoas o acesso as novas tecnologias, ampliando assim as oportunidades de ingresso no mercado de trabalho, pois ao ingressarem em um curso à distancia, os estudantes veem a necessidade de se apropriarem desses recursos.
Adorei as colocações, retratam tanto a EAD como a Educação presencial.As duas tem suas particularidades, problemas, desafios e ainda dependem de muita reflexão dos envolvidos.Quanta a pergunta se eu me consultaria com uma médico que fez a faculdade em EAD? SIM, e tenho certeza que este profissional me olharia nos olhos e iria na causa do problema e não no diagnóstico.Eu, enquanto aluna EAD vou além do que é estudado.Tanto EAD como presencial podem deixar a desejar ou serem os melhores cursos, isso inclui o desempenho dos alunos.
Este é um texto bastante interessante, pois faz uma leitura objetiva da situação atual da EAD, suas conquistas e suas perspectivas. É verdade que a educação a distância é uma ferramenta ainda tímida, mas poderosa que, creio, aos poucos, se tornará cada vez mais forte e necessária no mundo contemporâneo.
Como a própria autora diz, os alunos em EAD devem ter consciência da qualidade que “buscam” nos conhecimentos a serem conquistados e produzidos nesse meio, pois, seja presencial ou a distância, é o aluno que, no final fará toda a diferença.
Reitero que gostei muito do texto e acho que não numa visão messiânica, nem numa visão fatalista, aos poucos, a realidade será cada vez mais propícia para que a EAD seja mais efetiva e eficaz.
EAD é uma realidade que não tem mais volta. Com a oferta de equipamentos a custos acessíveis e políticas de governos para popularizar a internet em áreas públicas, isto impulsiona a busca por cursos EAD, além dos varios benefícios como, redução de custos totais (deslocamentos, materiais didáticos).
Também é verdade que o aluno precisa ser muito mais disciplinado que num curso presencial, pois quem administra o tempo de estudo é ele próprio, mas tendo disciplina, acredito que tem plenas condições de adquirir excelente conhecimento, pois são ricos os links disponibilizados em cada disciplina para consultas adicionais.
Entendo que a EAD tornou-se uma ótima ferramenta para a educação através das diversas transformações tecnológicas do mundo. O grande problema que a EAD vem enfrentando é falta de investimento de profissionais qualificados e de alunos compremetidos e disciplinados, a maioria das pessoas adere este metodo de ensino pois acreditam ser mais fácil por pura falta de conhecimento, o que acaba marcando a imagem desta ótima metodologia de ensino.
Também acredito que a modalidade híbrida, ou combinada, blended learning é uma possibilidade que une, não separada, pois traz o que de bem tem no ensino presencial, pois ainda estamos acostumandos com a presença física de um professor, e as vantagens da EaD, de estudar onde e quando desejar.
Muito importante este paralelo entre os benefícios e problemas do EAD e do ensino presencial. Educação para ser de qualidade tem que contar com bons professores, bons tutores, uma plataforma de ensino bem desenvolvida com uma equipe multidisciplinar, material de apoio bem elaborado, mas também precisa do bom aluno, aquele que se dedica aos estudos, que se interessa pela busca e construção do conhecimento. Me recordo sempre de uma frase do meu pai, sempre que eu reclamava da escola ou de um professor: “quem faz a aula é o aluno, é a sua dedicação”, e isto é válido tanto para o ensino presencial quanto para o EAD.
Eu concordo que é uma realidade sem volta, o EaD depende muito do aluno, pois é possível desenvover atividades, fazer trabalho e foruns sem ao menos ler o material disponivel para isso, principalmente aqules que ja possuem uma graduação.
Colaboradores, boa tarde!
A principio quero ressaltar que a EAD é uma modalidade de ensino está avançando devido a quebra de paradigmas e as exigências do mercado de trabalho.
Penso que alguns polos de apoio presencial estão deixando a desejar, pois não contratam pessoas capacitadas e comprometidas par auxiliar o acdêmico, acredito que este é um fator de suma importñcia na escolha da Universidade.
O século XXI exige muita rapidez e o EAD vem de encontro com esse novo paradigma. Cirurgias já são feitas a distância, de uma forma prática e eficiente, assim o EaD se transforma e passará a transformar a sociedade.
O EaD é a solução para o déficit de vagas no País, também não roupa espaço, pois o mercado é amplo e existe mais procura do que ofertas, ofertas estas consideradas de qualidade e sérias, neste aspecto tem muito espaço.
Neste ambiente o aluno se torna autônomo, desenvolvendo aspectos e qualidades importantes para a vida profissional, esta autonomia o faz crescer e criar por si só soluções para as barreiras cotianas.
Cabe ao aluno observar o ambiente de oferta de cursos e optar por aquele que realmente oferece os mais adequados, analisando também os antecendentes do ofertante, ou seja, as Instituições.
Não concordo com você Daniele Tavares em relação a falta de profissionais qualificados atuando na EaD. Fiz um curso de extensão pela FGV e meu tutor era um excelente profissional com título de doutorado. Fiz parte da equipe de trabalho de um curso de extensão oferecido pela UFMS em parceira com a UAB e, todas as pessoas da equipe eram graduadas e integrantes de grupos de estudo. Atualmente trabalho na pós-graduação de uma IES particular e, a maioria, dos professores orientadores, no mínimo são mestres. Estou no meu segundo curso de capacitação em EaD, então acho que você está equivocada ao dizer que falta qualificação aos profissionais da EaD. Vale a pena pesquisar um pouco mais sobre o assunto.
Como e interessante saber o quanto avançou esta modalidade de ensino, evidentemente a educação ficou mais democrática unindo pessoas tão diferentes e espaços tão distantes, de norte a sul do pais temos pessoas se atualizando e buscando conhecimento o tempo todo.
Muito interessante! Na verdade, antes de me matricular num curso EAD eu nem imaginava que isso existia ou que pudesse ter uma dimensão tão grande! Concordo com o que foi dito: ainda é cedo para criticar ou louvar a EAD. Mas o fato é que ela está aí, ganhando espaço e precisamos acompanhar o seu desenvolvimento. Penso que não basta dizer que não vale a pena, é preciso fazer valer a pena…
A EaD possibilita uma abrangência maior na questão de pessoas estudando, mas há que se ter a devida preocupação com a tecnologia que será disponibilizada para isso. Outro ponto que considero importante é a postura e disciplina que o aluno terá que ter, o que não difere das aulas presenciais, para as duas metodologias comprometimento é fundamental.
Com o tempo essa discussão se esgotará naturalmente. A EAD entrará na mente das pessoas como mais uma maneira de levar educação as pessoas e ponto. Hoje ainda existem polêmicas porque a massificação rápida leva a uma desconfiança das pessoas quanto ao sistema.
Concordo que o curso a distancia faz com que o aluno ternha mais disciplina quanto a forma de estudar pois ele em muitos momentos precisa ser autodidata e isso faz com que nossos alunos sejam pesquisadores e isso faz toda diferença.
A visão clara e objetiva com que a autora deste artigo analisa a EAD é muito útil para que realmente esta modalidade de ensino seja encarada com a devida seriedade. Como ele diz nem condenar, nem elogiar demais. Quando analisada com critério ela pode ser utilizada nas áreas para as quais seja adequada, pois bem sabemos que não é a todas que ela se presta.
Concordo plenamente com a Cristine Rocha. Também trabalho em uma IES que oferece cursos semi-presencias e EAD, atualmente faço uma Pós-graduação no modelo EAD, e posso afirmar que todos os profissionais que atuam nestes cursos são altamente capacitados e participam de treinamentos e capacitações a cada semestre. Atualmente, participei de um curso de capacitação para ser tutora e me surpreendi com a qualidade do curso e o alto nível de exigência aos participantes, que só poderiam ser convidados a atuar como tutores se tivessem no mínimo 70% de aproveitamento.
Realmente existem algumas instituições que não trabalham de forma séria e acabam manchando o modelo EAD, no entanto, o MEC tem avaliado as instituições que oferecem cursos EAD e tem descredenciado este tipo de instituição que não se preocupa com o nível dos profissionais que são contratados para atuar com o modelo EAD.
Então Eloísa, penso que a grande questão é generalizar. Dizer que todo curso à distância não tem qualidade ou que os profissionais da EaD não são qualificados é uma visão muito simplista. Essas afirmações sem uma pesquisa prévia sobre o assunto não passam de senso comum. Antes de criticar, precisamos conhecer melhor o assunto para não emitirmos opiniões sem fundamento, não é mesmo??
Bom final de semana!!!
A cada dia que passa a EAD vem tendo uma procura cada vez maior nas universidades. O aluno que procura o ensino a distância tem que ter em mente que ele requer um elevado grau de maturidade, compromisso, disciplina e motivação por parte do educando, pois o mesmo devera ter uma participação ativa na construção de seus próprios conhecimentos. Essa experiência fará dele um autodidata, qualidade que o acompanhara para o resto da vida.
Na educação à distância, o estudante é quem organiza seu horário e arruma o seu local de estudo. Mas se ele não souber trabalhar essa flexibilidade, acabara por não cumprimento das tarefas e abandonara o curso devido ao acúmulo de matéria. Sendo assim, o aluno deve estar certo de que pode e deve administrar bem o tempo que têm, ser dinâmico, independente e disciplindo.
Discutir seriamente as possibilidades e limites da EaD bem como o número máximo de alunos por tutor, é inadiável para que se construa uma educação séria, eficiente e eficaz.
Esse texto da Profª Teresa Melo mostra, com riqueza de detalhes e argumentos, a importância da EAD nos dias atuais e, mais ainda, do comprometimento das IES na oferta dos cursos. Não se trata apenas de disponibilizar cursos e criar oportunidades aos que não tem como frequentar a universidades. É necessário oferecer um ensino de qualidade, com recursos didáticos de tecnologia da informação e comunicação capazes de satisfazer às expectativas dos alunos, bem como disponibilizar profissionais, tutores, na quantidade ideal para realizar um acompanhamento proativo e em tempo real aos alunos. Só com esse compromisso de oferecer uma educação de qualidade é que a EAD deixará de ser uma modalidade de educação que ainda inspira cuidados para ganhar definitivamente a confiança e ser a primeira opção para todos os brasileiros, na hora de decidir como e onde estudar.
A Educação, a Comunicação e a Tecnologia quando bem planejadas e elaboradas em nossos planejamentos, servem como um suporte que liberta o cidadão das amarras da alienação de uma sociedade imposta, acredito que a EaD oferece informações e recursos valiosos para uma sociedade pensante que tenha como prioridade a autonomia do cidadão, para que o mesmo tenha condições e conhecimento o suficiente para fazer suas próprias escolhas.
Realmente as colocações da Profª Teresa são bastante pertinentes, pois a Educação a Distância vem crescendo a cada dia, pois procura atender as necessidades dos educandos.
Além de somar, a EAD proporciona maior envolvimento e comprometimento do aluno com seus estudos, fazendo com que sejam efetivamente participativos no processo de ensino-aprendizagem, estimulando o espírito investigativo e a interação social.
Acredito que o ponto principal no texto da Profª Teresa Melo está em 2 pontos distintos:
1º O comprometimento das IES na oferta criteriosa de cursos, pois, hoje, verifa-se no mercado educacional uma série de ofertas de cursos, porém, nem todos eles estão estruturados coerentemente e isso coloca em risco a própria instituição que perde credibilidade;
2º – Os mecanismos tecnológicos disponíveis são complexos, um tutor para 250 alunos, dificilmente este, terá condições de acompanhar as atividades de todos, geralmente as repostas dos tutores são automáticas e vazias e sem falar no valor pago a estes para tutoria. Ainda estamos longe de ter um ensino à distância de qualidade.
O EAD atualmente é um grande diferencial em qualidade, conteúdo, informações, interatividade, pesquisa, ferramentas disponibilizadas para estudo e conectividade com o corpo docente e colegas de curso.
Enquanto docente especialista em tradução e educação, e também estudante em cursos de pós em EAD, concordo plenamente com as colocações feitas pela Profa. Teresa. Em termos de Educação há sempre que se analisar qual o escopo e, tanto presencial quanto virtualmente, prezar pela qualidade do ensino e pelo compromisso e comprometimento tanto das instiruições quanto dos participantes/alunos/estudantes.
Não existe milagre: toda a aprendizagem se fundamenta em acesso – informação – mediação – prática – e avaliação para que seja efetiva.
Em EAD todos estes processos são plenamente justificados e possíveis. As próprias estatísticas demonstram que o interesse dos alunos e seu índice de aproveitamento são maiores nesta modalidade. Isto ocorre pois há um “apporach”/abordagem muito mais “hands on” por parte dos alunos já que são responsáveis pela coleta das informações/pesquisas e pelo feedback dado. Fica assim notadamente clara maior participação pois ela deve ser ativa à distância; isto é: as opiniões e as conclusões devem ser publicadas pelos estudantes. Se todos participam e publicam, existem mais recursos e informações/opiniões a serem analisadas. Os participantes sedimentam mais o conhecimento. Por fim, com tudo isto, todos saem ganhando.
Sim, como tudo em nossa vida precisamos saber escolher…e escolher bem, não seria diferente em se tratando de educação. Acredito q a EAD vem crescendo muito no Brasil mas, de modo geral de forma satisfatória pois nosso dia a dia esta cada vez mais on line e nada mais natural que isso também ocorra em nossas vidas profissionais. A EAD vem evoluindo a cada dia unindo pessoas e facilitando a educação em nosso país.
Olá Cristine, concordo que deve haver pesquisas muito bem fundamentadas para avaliar a qualidade dos cursos EaD. Há excelentes cursos, do mesmo jeito que há cursos de baixa qualidade. Acredito que as avaliações realizadas pelo MEC sejam um bom começo para uma pesquisa sobre os cursos EaD, já que este é um órgão sério e que tem experiência na avaliação de instituições e cursos.
Sou formado pela modalidade EAD em Gestão Ambiental e atualmente Curso Geografia, e as Universidades que oferecem esta modalidade tem o sério compromisso para com o aluno, mas o sucesso pleno depende da dedicação de todos os envolvidos, capacidade é algo discutivel que só acontece com o oferecimento da oportunidade. Espero que continue as oportunidades de oferecimento em outros segmentos de formação profissional nesta modalidade.
A eficácia do ensino à distância já não deveria ser colocada em questionamento – para mim, está mais do que claro que o EaD mostrou que veio para ficar e está dando muito certo. Deveríamos nos focar na excelência desta mosalidade de ensino, avisar os colegas das instituições que não levam o ensino a sério, assim como publicar opiniões positivas dos cursos que fizemos e gostamos. Vamos utilizar o espaço virtual, não só para estudar, mas apara avaliar e opinar sobre os cursos, instituições e outros que fazem valer a pena o crescimento dessa modalidade.
Não resta dúvida que não tem como “fugirmos” da modalidade de educação à distância por termos esse recurso que facilita a forma e o tempo de estudos nesta nossa vida agitada. Essa maneira de educar torna o sujeito autônomo e exige muita disciplina na sua atuação. Por outro lado, podemos também ter situações de descaso e falta de compromisso por parte dos alunos. Obviamente que temos essas situações também nas turmas presenciais mas as pessoas precisam se educar para esse processo que exige muito mais leitura e compreensão dos conteúdos desenvolvidos.
Ser um profissional competente, não depende de fato da Universidade em que se realiza o curso, mas sim do compromisso , responsabilidade e necessidade de quem se dispõe a fazê-lo. A Educação a Distância é uma ferramenta importante aos individuos que querem entrar e se preparar para o mercado , mas que não têm a disponibiçidade de tempo exigida num curso presencial. A formação do academico da EAD exige muito do aluno, uma vez que precisa organizar o seu tempo e aproveitar ao maximo as referências e sites indicados para sua formação. O publico EAD precisa ser de leitores atentos e dinamicos e que saibam além de tudo interpretar e compreender as informações, colocando seu ponto de vista e seu entendimento/conhecimento frente as situações. Precisa formar leitores criticos que saibam fazer inferencias a partir de um determinado contexto.
A discussão da Teresa é pertinente ao processo educacional que vivemos pois a Ead vem crescendo e a ideia de muitas pessoas é que esse desenvolvimento possa causar desemprego uma vez que fazemos uso das tecnologias para formação.Outros ainda apresentam preconceitos quanto essa formação. Toda formação depende do compromisso de cada individuo. Não existe Universidade melhor ou pior, existem acadêmicos que não assumem o seu pápel e por esse motivo não conseguem exercer com qualidade e eficacia a sua profissão.
Nossa, sabem quando fui ser tutora presencial, fui muito criticada, ou melhor ainda sou…mas me dei a chance de viver esta experiencia, e deu certo, estou amando. Tudo é muito diferente do que disseram, que EAD os alunos nem aparecem… isto é falta de informação de quem nao conhece, pois no curso que acompanho, os alunos estao presentes duas vezes por semana, se dedicam, e eu tambem estou ali, sempre presente. As ferramentas disponíveis aos alunos e tutores são otimas, o conteudo é atualissimo. Tenho a experiencia de um irmao que faz graduação presencial e ele vive reclamando que os professores nao sao ativos, suas aulas nao sao dinamicas, que achava q nem precisava comparecer as aula, nao se sente incentivado… e é assim hoje ainda bem que temos outras opçoes, o que importa é o compromisso do aluno e do professor com o aprendiza e assim a formação será séria e eficaz!!!
O primeiro desafio da EaD – vencer o preconceito – já foi vencido. O próximo passo é buscar a excelência na formação de futuros profissionais que irão competir no mercado de trabalho “de igual para igual” com os formandos de cursos presenciais.
A professora colocou muito bem todos os fatores positivos assim como os negativos. Penso que realmente hoje a atuação da EAD em acordo com o MEC vem desenvolvendo um ensino de qualidade, porém se faz necessário como diz a professora sempre levar em consideração o compromisso, a serenidade e a enserção social daqueles profissionais envolvidos.
Acho que o grande desafio em EAD é fazer com que o aluno realmente aprenda. Visto que a maioria dos cursos passam grande quantidade de informações na forma de textos e exigem como critério de avaliação respostas a questionários on line. O que gera comodismo por parte dos alunos. Acredito que falte uma boa didática nos cursos de EAD. O uso de ferramentas como animações audiovisuais seria uma alternativa para contornar esse problema.
Olá Grazielle, muitos estão tentando fazer EAD somente disponibilizando textos online. Não é isto. Requer uma metodologia e uma preparação detalhada do material. Abraço. Werciley Silva
Acredito que a EAD é uma grande alternativa para as pessoas, que não conseguem estudar independente dos fatores que as impossibilitam. Mas infelizmente ainda se tem muito preconceitos com relação á essa modalidade, mas vale a pena conhecer a facilidade que o mesmo proporciona.
Acho importante os cursos EAD, tive um aluno cadeirante e ele tinha muita dificuldade para deslocar-se até a escola.Alguém conhece algum curso de engenharia à distância?
Condordo com a Professora Teresa “a EaD veio para “somar” e não para substituir”,e a domocratização do ensino não seria possível em algumas regiões do país!!!!!
A Educação a distância tem muito a crescer, na mesma intensidade crescerá também as dificuldades, mas as instituições que se propoem a oferecer um ensino de qualidade, também se esforçarão ao máximo para sanar as dificuldades, fazendo o prestigio desta modalidade de ensino se destacar cada vez mais.
Concordo com o Samuel, que o ensino a distância traz beneficios as pessoas que não tem oportunidades de estarem nas aulas presenciais,porém devem ter comprometimentos com as atividades postadas no ambiente virtual.
Vejo a EaD como mais uma porta para a educação, mais uma possibilidade para mostrar às pessoas que é possível estudar sim. E concordo plenamente que o aluno de educação a distância ele é mais cobrado e precisa entender bem como funciona a dinâmica, senão as informações poderão ficar soltas e os objetivos não serão atingidos.
Concordo plenamente com a Daniela, pois acredito que a EAD é uma nova concepção de ensino que depende muito mais do esforço e dedicação do aluno, do que do próprio educador, porém é muito importante que o aluno saiba escolher uma instituição idônea, procurar saber se realmente é credenciada e como esta instiuição vê o aluno. Se valoriza mais o aspecto quantitativo ou o qualitativo.
Após ser integrante de um curso de especialização em EAD, observo que o Ensino à Distância, na atualidade, apresenta-se como mais uma ferramenta posta à disposição de estudantes e profissionais para o alcance de seus aprimoramentos nas áreas de seus interesses. Importante verificar que as competências desenvolvidas, as habilidades propiciadas e a aptidão para operar os conhecimentos apreendidos no processo de ensino-aprendizagem não se desfiguram em razão da não presencialidade em aulas. Pelo contrário! Apenas, o que há de se salientar é que o aluno necessita de maturidade para compreender que a lógica do processo tradicional (presencialidade) se inverte, pois de exigido, passa-se para a autoexigencia da busca pelo conhecimento, deixando-se a passividade para figurar-se em agente ativo nesse processo que requer dedicação e atendimento aos mínimos critérios com vistas a bem lograr êxito nos objetivos inicialmente propostos.
A Educação a distância possibilita a autoaprendizagem, mediada com recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação. A Flexibilidade desta modalidade vem permitindo um maior número de estudantes, em vários níveis.
Essa de medicina a distancia tem um fato curioso na minha cidade.
Mês passado, levei meu filho numa consulta a Unimed de minha cidade. Esse local é um centro de referencia da região aqui.
Em um dos atendimentos fiquei curioso com uma conversa entre um paciente e a secretária:
Vejam,escutei assim: Não senhor, hoje o médico ortopedista não se encontra, só realizará a consulta a distância…
Eu muito curioso quer saber como era isso, pois imaginei mil coisas….
Ela respondeu assim: O médico plantonista que não é da área entrará em contato com o médico ortopedista e fará uma consulta a distância, caso seja realmente necessário que ele venha aqui par avaliar ele virá , caso contrário o médico plantonista pode resolver o caso.
Fiquei de boca aberta!!! Se isso funciona, não sei explicar. Portanto senhores, essa realidade já existe !!!!
A educação a distância abre caminhos para aqueles que não tem acesso ao ensino presencial, facilitando o acesso ao material, as teleaulas e até mesmo para tirar as duvidas por ter o contato online com o professor tutor a distância.
A escolha de um curso a distância deve ser feita com muito critério. É necessário observar a a estrutura do curso e a instituição que o oferece. Ensino de qualidade é fundamental para um formação sólida.
Saúdo e agradeço todos os companheiros que expressaram suas idéias, pensamentos, pontos de vista e opiniões, através dos quais aprendi muito.
Quando falamos que a educação a distancia avança, mas é preciso cuidado na escolha, não podemos deixar de falar também em inclusão social. Muitas bibliográficas abordam EAD e inclusão social, seguem algumas:
LIMA, Priscila Augusta, na obra Educação Inclusiva e Igualdade Social, apresenta vários conceitos e definições de Integração e Inclusão. A autora aborda que a Educação Inclusiva é uma educação que se amplia para todas as pessoas, além de ser um caminho para que as várias práticas educativas, sociais e interpessoais sejam repensadas e revistas;
NISKIER, Arnaldo no livro Educação à Distância. A Tecnologia da Esperança aborda sobre fundamentos de educação à distância, brasilização da educação à distância e a universidade aberta. O autor afirma que a EAD tornou-se modalidade fundamental de aprendizagem e ensino no mundo inteiro;
CHERMANN, Maurício e BONINI, Luci Mendes em bibliografia sobre Educação à Distância – Novas tecnologias em ambientes de aprendizagem pela Internet dissertam também sobre história, legislação e sobre o modelo teórico do ambiente de aprendizagem no processo da Educação à Distância. Mencionam conceitos sobre Educação à Distância (EAD);
Em outro livro de MANTOAN, Maria Teresa Eglér, Inclusão escolar. O que é? Por quê? Como fazer? São apresentados capítulos sobre a questão da identidade X diferença, a questão legal e a questão das mudanças. A autora disserta sobre as diferenças entre integração e conclusão;
BELLONI, Maria Luiza, no livro Educação à Distância expõe sobre o Impacto na Educação à Distância, com referência às estratégias fordistas, as quais sugerem a existência de um provedor altamente centralizado, operando em single-mode, ou seja, exclusivamente em EAD. A autora salienta que o crescimento e a diversificação da demanda de educação e formação fazem parte das mudanças mais gerais, as quais pressionam as Instituições educacionais gerando dificuldades de atendimento eficiente através dos meios tradicionais. A autora expõe também que o modelo EAD tem sido identificado com os modelos fordistas de produção industrial por apresentar as seguintes características principais: racionalização, divisão acentuada, do trabalho, alto controle dos processos de trabalho, produção de massa de “pacotes educacionais”, concentração e centralização da produção de massa de “pacotes educacionais”;
MORAN, José Manuel ET tal. na obra Novas tecnologias e mediação pedagógica aborda que os investimentos em tecnologias telemáticas de alta velocidade começam a existir com a função de conectar alunos e professores no ensino presencial e a distância.
Uma matéria interessantíssima que pesquisei no site http://br.monografias.com/trabalhos909/educacao-distancia-ensino/educacao-distancia-ensino2.shtml, cujas autoras são Carolina Costa Cavalcanti da Faculdade de Campo Limpo Paulista e Gina Strozzi da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Elas afirmam que encontram contraste entre alguns dados indicados pelo ABRAED (Associação Brasileira das Empresas de Distribuição) 2006 com informações divulgadas pelo CENSO Escolar e CENSO da Educação Superior (MEC/INEP 2006).
Em relação à amostra do ABRAED, utilizado por estatísticas do ano de 2005, as informações apontavam que Brasil contava com 217 instuições autorizadas oficialmente ou com cursos credenciados pelo Ministério da Educação para praticar EAD. As autoras explicam que das 217 Instituições, 98 responderam a um questionário com 34 perguntas, os quais foram respondidos nos meses de janeiro e fevereiro de 2006. Segundo elas, as respostas ao questionário complementaram o relatório final da ABRAED, sendo, portanto fidedigno ao universo em que se situava.
Ressaltam que embora 44,7% das instituições tenham respondido ao questionário, o número de alunos dessas escolas representava 79% de todos os que estudaram por EAD no Brasil em 2005 em cursos autorizados.
Percebe-se que no decorrer do trabalho as autoras já expunham sobre o crescimento e expansão da EAD, as quais demonstraram através de tabelas e gráficos.
Pela tabela exibida a amostra foi realizada em escolas privadas, as quais totalizavam 51% do total, enquanto as públicas federais e estaduais formavam juntas, 21,4% do total.
Portanto, apesar do crescimento e melhora na aceitação, não devemos nos importar somente com números ou expansão de determinadas Instituições, pois a qualidade é primordial.
Enfim, de iniciar um curso EAD, todos devemos pesquisar sua origem e estrutura.
Finalmente deixo uma pergunta a todos: “Quanto tempo vocês acham que ainda perdurará para que a EAD seja a maioria na modalidade de Educação e Ensino no Brasil?
A educação a distância chegou para ficar e é o meio mais diversificado no momento atual; pois a internet se torna uma biblioteca sempre crescente. Temos métodos de ensinos sincronos e assíncronos; e a interatividade nas salas e foruns de discussão sobre temas de estudos não se priva a apenas aos acadêmicos e sim a todos que possue curiosidade e acesso a internet.
Sou profa. tutora do curso semi presencial EAD, até não conhecer na integra esta modalidade, fiz severas críticas a respeito. Hoje reconheço o quanto estava errada, tanto o curso semi presencial como a distancia não deixam nada a desejar, comparando ao presencial. Pelo contrário, se o aluno não for comprometido, dedicado e tiver uma alto estima não consegue concluir o curso.
Concordo com a profª. Teresa quanto a flexibilização que a EAD possibilita ao aluno, mas é preciso que os professores e tutores compreendam que possuem um papel fundamental para que o aluno entenda esse processo e com isso se tenha um ensino de qualidade.
Acredito que a expansão da educação a distância está ligada aos interesses do sistema capitalista, pois possuir um quadro pequeno de mestres numa central gravando teleaulas ao vivo para serem transmitidas ao vivo ao mesmo tempo para vários pólos é muito lucrativo.
Se de um lado viabiliza o capitalismo de outro também oportuniza o acesso democrática aos cursos de graduação, pois sabemos que o acesso ao ensino superior ainda não é para todos principalmente os cursos presenciais que adotam critérios de grande seletividade.
Outro fator a ser apontado seria a disciplina do acadêmico dos cursos de educação à distância, sendo cobrado desse autoestudo e saber utilizar várias ferramentas ligadas a tecnologias como: acessar seu portal, acessar o moodle, participar de fóruns de discussão, acessar e-mails, anexar arquivos, entre outros.
Em relação a qualidade acredito ser ainda muito comprometida, pois nem sempre as aulas são motivadoras, o tempo é curto para tanto conteúdo, a falta de interesse de muitos que ingressam com o objetivo de apenas tirar o diploma, adquirir e produzir conhecimento muitas vezes é deixado em segundo plano, e esse não é são um problema vivida também por muitos cursos presenciais.
Enfim, a temática em destaque merece mais pesquisas e discussões, espero ter contribuído com essa pequena participação.
Como professor de ensino presencial, onde podemos verificar a dificuldade de aprendizagem dos alunos, bem como a má formação que o alunato tras como base para a formação academica, fica dificil de imaginar, apesar de toda consideração da Prof.que alguém possa aprender alguma por sua livre iniciativa
A educação presencial e a EaD apresentam pontos negativos e positivos. Não creio que uma ou outra, nos moldes atuais, possa solucionar o problema do ensino superior no Brasil. Devemos analisar com critério estas opções de ensino. De nada adianta a tecnologia educacional evoluir se poucos professores a utilizam em sua plenitude. Nada adianta o oferta massiva de cursos supriores se o aluno não demonstra interesse. A sociedade, de forma geral, deve participar desta discussão. Só através do conhecimento podemos mudar o país.
Por esses dados, podemos comprovar que a EaD é definitiva. Não tem como voltar atras. O novo caminho da educação está direcionado para a EaD, e claro precisamos capacitar professores, conscientizar alunos e sociedade de sua importância e credibilidade.
O EAD é uma realidade, nada mais comum no mundo de hoje onde as pessoas cada vez tem menos tempo do que buscar qualificação e capacitação em cursos a distâcia. Realmente existem problemas mas para uma metodologia de ensino que está crescendo constantimente sempre será necessario o aperfeissoalmente constante.
A modalidade do curso EAD é muito sofisticado. No qual você faz seus horários de estudos.É um tipo de curso que ta crescendo muito no mundo.
Mais uma vez a seriedade da instituição deve ser levada em conta, tanto nos cursos presenciais quanto Ead há instituições que não tem o devido compromisso com a qualidade de ensino, sempre vale a pena, antes de ingressar em um curso, procurar saber da reputação da instituição e do curso ofertado, o google e as redes sociais ajudam nessa busca.
A EaD depende em primeiro lugar do aluno, os professores são capacitados quando se escolhe um Centro Universitário ou Universidade reconhecida e fazem de tudo para a cada dia estarem mais aptos para esta nova tecnologia.
Não ha como negar a importância e a dinâmicidade necessária em nosso contexto usual proporcionado pela EaD, é uma modalidade de ensino-aprendizagem que veio para ficar. Entretanto há de se ter essa preocupação com qualidade, pois o número de acadêmicos que se formam a cada ano na EaD é mais que significativo, e estes serão profissionais que contribuirão para o processo de desenvolvimento de nosso país. Cabe considerar que a EaD está em constante transformações e adequações para nivelar as exigências do MEC, extramente necessárias e só tende a melhorar e se aprimorar.
Apesar de estar sempre evolvido no meio acadêmico, assistir jornais e procurar ficar bem informado, a cada dia que aprofundo os meus conhecimentos na EaD, percebo o quanto esse método é pouco conhecido e pouco divulgado. Aprazar do grande avanço, ainda existem paradigmas que precisam ser derrubados para que a EaD seja não apenas mais uma forma de democratização da educação.
20:18
é muito importante o fato de termos o ensino a distãncia mas com preocupação de informar aos acadmicos a necessidade de compreenderem que a maior parte do estudo parte do próprio, quanto a forma de aula faz com que quanto mais imteressados, maior a possibilibade de termos professores na area sempre contando com sua s capacitações e pós graduação sobre metedologia do ensino superior.