“No seu conjunto, as avaliações não deixam dúvidas: é possível aprender a distância”
Novidade incerta? Mais um conto do vigário? Ilustres filósofos e distinguidos educadores torcem o nariz para o ensino a distância (EAD).
Logo após a criação dos selos de correio, os novidadeiros correram a inventar um ensino por correspondência. Isso foi na Inglaterra, em meados do século XIX. No limiar do século XX, os Estados Unidos já ofereciam cursos superiores pelo correio. Na década de 30, três quartos dos engenheiros russos foram formados assim. Ou seja, novo não é.
EAD significa que alunos e professores estão espacialmente separados – pelo menos boa parte do tempo. O modo como vão se comunicar as duas partes depende da tecnologia existente. No começo, era só por correio. Depois apareceu o rádio – com enorme eficácia e baixíssimo custo. Mais tarde veio a TV, área em que Brasil e México são líderes mundiais (com o Telecurso e a Telesecundaria). Com a internet, EAD vira e-learning, oferecendo, em tempo real, a possibilidade de ida e volta da comunicação. Na prática, a tecnologia nova se soma à velha, não a substitui: bons programas usam livros, o venerando correio, TV e internet. Quando possíveis, os encontros presenciais são altamente produtivos, como é o caso do nosso ensino superior que adota centros de recepção, com apoio de professores “ao vivo” para os alunos.
Há embromação, como seria esperado. Há apostilas digitalizadas vendidas como cursos de nomes pomposos. Mas e daí? Que área escapa dos vigaristas? Vemos no EAD até cuidados inexistentes no ensino presencial, como a exigência de provas presenciais e fiscalização dos postos de recepção organizada (nos cursos superiores).
Nos cursos curtos, não há esse problema. Mas, no caso dos longos, o calcanhar de aquiles do EAD é a dificuldade de manter a motivação dos alunos. Evitar o abandono é uma luta ingente. Na prática, exige pessoas mais maduras e mais disciplinadas, pois são quatro anos estudando sozinhas. As telessalas, que reúnem os alunos com um monitor, têm o papel fundamental de criar um grupo solidário e dar ritmo aos estudos. E, se o patrão paga a conta, cai a deserção, pois abandonar o curso atrapalha a carreira. Também estimula a persistência se o diploma abre portas para empregos e traz benefícios tangíveis – o que explica o sucesso do Telecurso.
Mas falta perguntar: funciona? Prestam os resultados? Felizmente, houve muita avaliação. Vejamos dois exemplos bem diferentes. Na década de 70, com Lúcia Guaranys, avaliei os típicos cursos de radiotécnico e outros, anunciados nas mídias populares. Para os que conseguiam se graduar, os resultados eram espetaculares. Em média, os alunos levavam menos de um ano para recuperar os gastos com o curso. Em um mestrado de engenharia elétrica de Stanford, foi feito um vídeo que era, em seguida, apresentado para engenheiros da HP. Uma pesquisa mostrou que, no final do curso, os engenheiros da HP tiravam notas melhores do que os alunos presenciais. Os efeitos do Telecurso são também muito sólidos.
Para os que se escandalizam com a qualidade do nosso ensino superior, sua versão EAD é ainda mais nefanda. Contudo, o Enade (o novo Provão) trouxe novidades interessantes. Em metade dos cursos avaliados, os programas a distância mostram resultados melhores do que os presenciais! Por quê? Sabe-se que a aprendizagem “ativa” (em que o aluno lê, escreve, busca, responde) é superior à “passiva” (em que o aluno apenas ouve o professor). Na prática, em boa parte das nossas faculdades, estudar é apenas passar vinte horas por semana ouvindo o professor ou cochilando. Mas isso não é possível no EAD. Para preencher o tempo legalmente estipulado, o aluno tem de ler, fazer exercícios, buscar informações etc. Portanto, mesmo nos cursos sem maiores distinções, o EAD acaba sendo uma aprendizagem interativa, com todas as vantagens que decorrem daí.
No seu conjunto, as avaliações não deixam dúvidas: é possível aprender a distância. Cada vez mais, o presencial se combina com segmentos a distância, com o uso da internet, e-learning, vídeos do tipo YouTube e até com o prosaico celular. A educação presencial bolorenta está sendo ameaçada pelas múltiplas combinações do presencial com tecnologia e distância.
Claudio de Moura Castro é economista
Fonte: Revista Veja Ed. 2108 – 15/04/2009
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Gente!…é possível aprender a distância e ser um excelente profissional. Posso citar um exemplo: o Prof. Werciley, conhecido e amado pela alta competência interativa que desenvolveu ao se embrenhar em cursos a distância, longos e curtos. Também fiz cursos a distância e me considero uma profissional responsável e atenta aos objetivos de cursos mediados por computadores. Mas uma coisa não posso negar:
há muitos cursos (a distância e presenciais) picaretas por aí.
O correto é pesquisar com o rigor de um cliente exigente que sabe o que quer. Recomendo os cursos do Werciley.
No mais, sou vidrada em EaD.
Werciley:
Um abraço para você.
Muito sucesso.
Marta Melo
é possível sim. e com as vantagens acima postadas. o ensino presencial não é garantia de qualidade. não é raro aulas presencias que nada ou muito pouco contribuem para o conhecimento e a formação do aluno. muitas e muitas vezes estar na sala de aula é apenas uma ficção educacional. e de resto, sem exageros, e amparado na realidade, afirmo que o aluno é sua qualidade de ensino.
Boa noite.
Excelente o texto!
Acredito que fazer um bom curso seja ele presencial ou EAD,depende unica e exclusivamente do aluno querer.
Para quem quer aprender o céu é o limite.
Dolores
Boa tarde,
Adorei o texto ! Mostra realmente que o ensino a distância pode ser melhor aproveitado do que o presencial.Esses dados só vem irriquecer o fato do otimo futuro que EAD tem a nos proporcionar. Com isso vemos que essa história de matar aula e babar nas carteiras é coisa do passado não desmerecendo o ensino presencial que tem suas vantagens.
Uma aula presencial, bem planejada, por um professor dinâmico e criativo, é algo muito bom e enriquecedor. O que não garante o máximo de aproveitamento por todos os alunos…Estudar para progredir profissionalmente e como ser humano é algo muito particular. A EAD, assim como os presencias, fará sucesso para quem tem maturidade e disciplina.
19 de abril de 2009 at 13:21
O ensino a distância requer do aluno uma determinada autodisciplina.Pois é necessário uma motivação intrínseca, ou seja, uma motivação de dentro para fora.Sou fruto desse modelo e sei o quanto me custou para ter um conhecimento significativo de acordo com exigências do mundo globalizado.É possível sim! Acredite.
Hum… mas será que o ensino à distância é possível para se formar todo profissional em qualquer área???
E a fiscalização de quem coordena? Há muito dinheiro investido nisso…
Sobre o texto, o título poderia ser outro…
O ensino a distância é perfeitamente possivel, já fiz varios cursos assim, contudo cada um tem uma metodologia diferenciada.
Devido a evolução das tecnologias EAD requer muito planejamento e investimentos iniciais que as vezes não são possiveis.Talvez aporte financeiro de incentivos a projetos de EAD melhorariam a qualidade e os resultados obtidos.
Concluindo, requer do aluno autodisciplina mas tambem requer do curso uma metodologia que o aluno possa aprender continuamente.
Estou cursando pedagogia a distância e acho que se o aluno tiver interesse, aprende tanto quanto se aprende em um a sala de aula convencional.
O EaD vem tornando possível, por uma série de fatores, real o sonho de sedento de conhecimento de uma grande parte da população.
Creio que paralelo ao maior ganho que é a graduação, universitários – quando não graduados, pós ou mestres – obrigados a ler mais, não maltratarão tanto a nossa linda língua portuguesa com erros de alfabetização.
Respondendo a duvida do Felipe.
A formação do profissional não é no seu total a distância
existem Congressos,Jornadas,Ciclos de Palestras, Estágios, Atividades Complementares, Práticas Integradas,etc.Que são presencias e com supervisão dos tutores e profissionais da área, ou seja existe atividades que não tem como ser a distância e é bom que isso seja esclarecido.
Existe uma Secretaria do MEC que regulamenta o EAD se tiver duvidas de uma olhadinha…
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=289&Itemid=356
http://www.mj.gov.br/data/Pages/MJE9CFF814ITEMIDD9B26EB2E3CD49B79C0F613598BB5209PTBRIE.htm
Curiosamente esse tema me foi proposto em uma redação avaliativa do curso de Letras da Universidade Braz Cubas (Mogi das Cruzes, na Região Leste da Grande São Paulo – 50 km do marco zero) no dia 20/ 10/ 2009 (quarta-feira). Bem, deixarei aqui o excesso de dados e transcreverei o que comentei na ocasião:
O ensino à distância não é nenhuma novidade – é uma realidade. O custo reduzido no pagamento de professores (há mais pessoas atendidas pela falta de necessidade das salas de aula rotineiras), faz com que os alunos paguem baixas mensalidades, o que eleva o número de ingressantes e favorece a inclusão social.
O estudo à distância leva a uma maior autonomia os seus alunos, tendo flexibilidade dos horários, inclusão daqueles que necessitam de atendimento especial (visto que é possível estudar até de uma cama hospitalar, desde que sejam obedecidas as rotinas de prova), dispensa a locomoção de uma cidade a outra etc.
O grande problema ainda é o número de cursos oferecidos, que continua muito baixo referente à demanda estudantil, e a desconfiança em relação à credibilidade dos diplomas.
Especialistas no assunto são categóricos em afirmar que a falta de contato com as bibliotecas dificulta a aprendizagem – o que pode ser resolvido (dependendo do assunto a ser estudado), com uma boa consulta a teses disponíveis em sites acadêmicos.
Nem tudo, porém é uma maravilha se o estudante não obedecer a uma rotina programada por si mesmo, pois a falta de compromisso com horários – previamente estipulados – leva muitos estudantes a maus desempenhos em seus cursos, acarretando assim, inúmeras evasões.
Em suma, a combinação de novos elementos que surgem a cada dia só faz aumentar a facilidade e aproveitamento nos cursos, dependendo apenas da responsabilidade de estudantes, professores e instituições de ensino idôneas para a garantia de um sistema de educação à distância que em nada deixe a desejar para o tradicional ensino presencial.
No meu ponto de vista,concordo com a reportagem em destacar que seu resultado é bastante proveitoso,quem realmente deseja e tem interesse de estudar ou adquerir conhecimentos,não importa que seja nas aulas presenciais ou à distância,depende da participação ou interesse de cada aluno.Vejo com bastante orgulho o destaque do curso à distância,comentado pelo economista CLAUDIO DE MOURA CASTRO,em uma revista tão bem conceituada como a VEJA.Estou cursando Administração Pública à distância,com certeza,vou até o final do curso,que é uma honra.
Bom dia,
acho possivél sim aprender a distância, pois querer é poder. So´fico intrigada com a validade dos certificados! que deve ser aproveitado por qualquer edital, para concurso!Temos cada dia mais que ter reponsabilidade em nossas vidas, e respeito ao próximo.
Só não aprende com os cursos à distancia,quem não é ou nunca se aplicou nos próprios objetivos,ou nunca os teve claros.Alguns acham serem mais fácies por não estarem na convencional/tradicional sala de aula com um sujeito lendo ou ditando ou escrevendo,na maioria das vezes sem nenhuma didática ou ação pedagógica. Para o interessado,aplicado,que se policia,que tem objetivo,sabe como estudar,pesquisar,o curso à distância(EAD)é o que chamamos:uma mão na roda.
Parabens facilitadores,coordenadores.Criem outros cursos gratuitos para nós.Deus continue abençoando ricamente todos voces. Um abraço.
Concordo plenamente, com um grande diferencial apontado em relação ao ensino presencial x não presencial: a dedicação à leitura, pois neste, não esperamos ouvir alguém falar, mas sim, temos que ler e entender e, dependendo do caso, pesquisar para aprofundar os conhecimentos. Por tudo isso, creio que o ensino telepresencial ou virtual, só tende a ficar melhor cada vez mais e mais. Eu sou fã e adepta fervorosa do ensino à Distância e faço muitos cursos, podendo ampliar e aprimorar meus conhecimentos.
Abraços a todos e ótimos estudos.
A aprendizagem a distância é possível, porém depende muito do aluno para que a construção dos conhecimentos seja feita de forma eficiente, pois, o aluno é o principal responsável por um maior aproveitamento do que é fornecido e muitas vezes (boa parte deles) não se organizam para aprender.
Este `novo` método de ensino além de eficiente é também inclusivo, pois diminui as distâncias e dá acessibilidade a tds os interessados.
Vejo um grande futuro nos estudos EaD. Haja vista que os interessados já possuem algum tipo de impedimento de aulas presenciais, até mesmo a idade. Nestes casos a facilidade fica ao alcance de tds as classes sociais.
É preciso mais atenção por parte dos governos, nas três esferas, para que se consolide de vez esta modalidade que chegou pra ficar.
Fiz um curso a distância, estou cursando outro e já matriculada no terceiro e ste último pago. Vejam que estou em linha ascendente. Aprendi, estou aprendendo e vou aprender cada dia mais.
Assistente Social, membro da CIPA na clínica onde trabalho na área de saúde mental, venho aplicando em meus atendimentos e programas o que tenho aprendido e apreendido.
É visível a melhora do profissional, a estabilidade na carreira, a reciclagem, a visão ampliada e o ser humano maior que se torna com cada leitura que se faz.
Tenho 50 anos (completo em agosto) e estou muito feliz com minhas escolhas para as novas etapas de minha vida. Uma idosa moderna, atualizada, estudiosa, bonita, cheirosa, vaidosa. Enfim VIVA.
Abços a tds.
Retificando..
Excelente matéria do economista CLAUDIO DE MOURA CASTRO, em uma revista conceituada como a VEJA, na qual o mesmo sempre se faz presente com inúmeras matérias de suma importância ao bem do serviço de utilidade pública.
É obvio que com o passar do tempo, a tendência é transformar o sistema de educação presencial, no ensino à distância o que já acontece em muitos países do primeiro mundo. No Brasil, além de um certo preconceito com o EAD, ainda existe o problema da desconfiança. Afinal, somo um país que tem uma tendência de “picaretas” em todos os aspectos, desde o Brasil Colônia. Entretanto, a recomendação é que ao se inscrever em um curso EAD, deve-se averiguar se está de fato reconhecido pelo MEC, e outras informações pertinentes a Instituição que poderá ser obtida através do site http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=289&Itemid=356
Um dos fatores que nos faz remeter a esse prenúncio, é que a vida tem ficado cada vez mais dinâmica e as pessoas quase não têm mais tempo para nada. Daí, inevitavelmente este assunto já foi tema abordado nem um programa da Rede Globo, onde focava que no futuro as pessoas não sairiam de casa, além de outras atividades como fazer compras, o próprio estudo. É obvio, que há cursos que necessitam de tutoria e a presença de alunos, até que encontrem uma solução no futuro, que tecnologicamente isto venha substituir. Até pouco tempo atrás, ninguém poderia imaginar que uma cirurgia poderia ser feito com uma pessoa em um país e o médico em outro, com o auxílio da nanotecnologia. Então, isso seria o mesmo que dizer a um nativo que nunca viu um automóvel comunicar e fazer o mesmo entender que existe um objeto com rodas, motor e lanternagem que voa…
Coincidentemente, numa redação que fiz sobre este tema pude escrever algumas linhas que foi mais ou menos assim:
“ Há décadas passadas não havia muitas alternativas das pessoas adquirirem um curso com bons resultados, como os antigos cursos oferecidos à distância, considerados uma compensação para aqueles que não tiveram oportunidade, seja pela idade, seja por questões financeiras, ou até por preconceitos do sistema, por serem considerados “cursos por correspondências”, denegrindo a imagem de tantos profissionais que dali puderam formar-se e conquistar bons mercados profissionais.
O Governo juntamente com as instituições de ensino têm buscado encontrar soluções para proporcionar uma gama de alunados, especialmente de idades mais avançadas e que geralmente não tiveram oportunidade de ingressar numa faculdade presencial, como uma das alternativas.
Por outro lado, ainda encontra-se alguns preconceitos por uma parte da sociedade, que aos poucos, vem percebendo que a forma interativa, talvez seja mais produtiva do que o sistema convencional.
Portanto, a escolha, pelo ensino a distância, passa a ser uma possibilidade, com respaldo do Governo Federal, a ser um dos caminhos para o estímulo e motivação de milhões de brasileiros que terão a chance e flexibilidade de garantir e galgar uma posição privilegiada, profissional e intelectualmente, entre muitos que não acreditam nessa possibilidade.
Creio que é uma oportunidade unica, com essa atual rotina de trabalho quase não se tem tem para adquirir mais conhecimento,e o ensino a distância vem para que tenhamos oportunidade de ter um novo curso em ter que se preocupar com a nossa rotina.
O EAD é um produto da evolução tecnológica. Com isso, mudam-se as mentalidades e as necessidades são imediatas.Temos que acompanhar essas mudanças, para não ficarmos à margem desse novo despertar.Esta nova geração de alunos é plugada a todos dispositivos móveis existentes no mercado que só vieram para tornar o ensino , antes tão tradicional e restrito, mais atuante, mais prazeroso e acessível a todas camadas da sociedade, independente do fator idade e da situação econômica. São portas abertas para uma nova modalidade de ensino.A aprendizagem a distância vai depender da maturidade e da responsabilidade dos que dela se utulizam.
A EaD tem problemas, assim como a educação presencial também os tem. Os problemas só são, algumas vezes, diferentes, dadas as especificidades de cada modalidade. Não rejeitamos a educação presencial pelo fato dela ter problemas. Assim, também, não podemos fazer isso com a EaD. A EaD é importante por aumentar a oferta de cursos, por possibilitar que alunos de regiões distantes possam ter acesso a cursos superiores de qualidade, por possibilitar que pessoas que possuam restrições de horários possam estudar, etc.
As tecnlogias de informação e comunicação existentes na atualidade possiblitam atender o método de ensino individualizado a distância?
Gostaria de saber se o meu certificado de pós-graduação em moda pela UNITEC Virtual, Ituiutaba-MG, tem validade.Ressalto que o material didático é excelente e o TCC exido, uma monografia, atende às normas da ABNT.
11:27
O EAD de fato trás consigo um marco divisor de águas. No curso EAD o aluno precisa interagir, seja lendo, respondendo exercícios ou participando do fórum, diferentemente de curso presencial. Hoje muitas empresas rejeitam alunos vindos de cursos EAD, todavia em um futuro próximo eu vejo que essa visão será invertida, visto que um aluno de curso EAD precisa saber administrar seu tempo e praticar a aprendizagem “ativa”. Eu diria que é como ser um autodidata bem orientado (pelos tutores/professores).