O ambiente acadêmico ainda considera a formação de professores para a educação básica uma tarefa “menor” o que dificulta a melhoria da qualificação desses profissionais para atuar em sala de aula. Este é o diagnóstico de especialistas, pesquisadores e organizações da sociedade civil reunidas no Congresso Internacional Educação: uma Agenda Urgente. A formação de professores no Brasil foi tema de discussão em uma das mesas de debates, e há um consenso de que é necessária a revisão dos currículos dos cursos de pedagogia e de licenciaturas.
Um dos componentes que deve ser fortalecido, na opinião dos debatedores, é o prático. Para os especialistas, o estágio precisa ganhar maior importância e deve ocorrer desde o início da formação do professor. Uma das principais críticas é que a universidade não prepara o professor para lidar com a realidade da sala de aula, que inclui problemas de aprendizagem e um contexto social que influencia no processo.
“A formação inicial deve estar visceralmente ligada à sala de aula. Ela deve ocorrer em dois lugares: na universidade, onde eu penso, discuto e estudo e naquele lugar que é objetivo maior do professor, a sala de aula”, disse Gisela Wajskop, diretora-geral do Instituto Singularidades.
Uma das propostas apresentadas para melhorar a formação, é instituir nas licenciaturas e cursos de pedagogia uma espécie de residência, semelhante a que ocorre nos cursos de medicina e que é obrigatória para o exercício profissional. Leão aponta, entretanto, que a formação do professor não é a única variável que determina a qualidade do ensino. “A universidade que forma o professor da escola pública é o mesmo que forma o da particular. Mas, a segunda tem resultados melhores nas avaliações”, disse.
Membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) e do movimento Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos defende a criação de centros ou institutos de formação nas universidades que sejam separados dos departamentos que hoje oferecem as licenciaturas. “O professor da universidade que está preocupado em dar aula na escola de educação básica é visto no seu departamento como inferior porque não está preocupado em publicar artigos nas revistas de ponta”, declarou.
A desvalorização da carreira e dos cursos de formação têm levado ao fechamento das licenciaturas, conforme observou o vice-presidente da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc), Marcelo Lourenço. “Nós estamos pedindo socorro porque os cursos estão fechando por falta de procura”.
PDF – A Formação de Professores e a Sociedade Moderna
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| EDITORIAL | |
| Lizete Shizue Bomura Maciel, Alexandre Shigunov Neto |
| Prática pedagógica supervisionada e feedback formativo co-construtivo | |
| Isabel Alarcão, Álvaro Leitão, Maria do Céu Roldão |
| O que seria se a ciência incluísse a psicanálise? Implicações na formação de professores e educadores | |
| José Pereira Costa Tavares |
| Formação de professores: a dimensão política e o compromisso social do pedagogo como professor, investigador e gestor educacional | |
| Iria Brzezinski |
| A incorporação dos saberes docentes na formação de professores | |
| Marli Eliza André, Hildizina Norberto Dias |
| Docência universitária: a construção da professoralidade | |
| Doris Pires Vargas Bolzan, Ana Carla Hollweg Powaczuk |
Fonte: Uol/Educação
é a primeira vez que entro no seu blog e gostei muito. em relação ao artigo eu achei muito pertimente muitas colocações, principalmente no quesito formação de professores.jnfelismente tem escolas que o professor não esta preparado para o perfil desse novo tipo de aluno, hoje eles tem um universo de coisas para ele aprender, tanto no aspecto positivo como no aspecto negativo.
Prezados!
Concordo que há uma necessidade urgente e prática na formação dos professores de educação básica I. Porém, existe um ponto essencial nessa parte, que, é a vontade do docente em estudar, ler, refletir, buscar fontes que o auxiliarão e muito na prática pedagógica.Utilizar o estágio como uma “residência médica”, depende da gestão da escola, posso contar como foi a minha experiência de Estágio obrigatório, tanto no Magistério como na Pedagogia e, o que mais contribuiu para o crescimento na prática, foram minhas idas quando criança, junto com minha mãe para dar aulas e as substituições eventuais.Essas substituições não foram fáceis, mas eram os desafios maiores na minha vida profissional.Em outras escolas, era somente aquilo, conhecer a Plano Escolar, Proposta pedagógica e planejamento de professor.Assistir aula, era a indicação do diretor, acho que eu sempre estive na classe mais “comportada” ou com os professores mais temidos!Estudo até hoje e isso abre ainda mais novos leques e dicas,cada realidade é uma e o principal é o professor ter humildade, conquistar a turma, bater de frente é o que os alunos querem, saber os seus limites, os contratos pedagógicos auxiliam muito, pois a construção é coletiva e, cabe ao professor, enquanto mediador, levar os alunos há uma reflexão e ação coerentes.
Parabéns pelo blog. O artigo em questão é realmente importante, pois a formação e sua continuidade é fundamental para a qualidade do trabalho a ser desempenhado pelos educadores.
Muito oportuno o artigo, compartilha do mesmo e inclusive com as colocações e relatos da nossa colega Ana Cristina Salomão, parabéns.
Bernardo
Duas propostas fantásticas que deveriam ser colocadas em prática imediatamente :Instituir residência nas licenciaturas e cursos de pedagogia e a criação de centros ou institutos de formação nas universidades que sejam separados dos departamentos que hoje oferecem as licenciaturas. Perfeito!!!
Boa tarde,
A atualização profissional é algo que deve ser constante,por isso os investimentos e capacitação e formação devem ser cada vez maiores tanto na área privada como pública.
Att,
Roberto Nunes
O objetivo educativo é a formação do sujeito
Para alcançar este objetivo o professor terá que educar o educando para respeitabilidade deo direito do outro dando-o limites com responsabilidades
O educando gosta de deasafio
Desafiaremos-os
Traremos eles ao conhecimento atravéz da busca de reconhecer.Pela disputa.
Premiando-o
Fazendo-o reconhecedor como sujeito de direito
Este artigo foi um dos mais bem discutido e pensado que li nos ultimos tempos. sou professora da rede Pública e trabalhei por 10 anos como assessora tecnica pedagogica da Secretaria Munc. do meu municipio onde tinhamos na época 56 escolas com ensino fundamental 1º e 2º seguimento, neste periódo sempre que acontecia os concursos tinhamos vários problemas , porque o professor sai das instituição com uma grande bagagem teóricae assim era fácio passar no concurso, mais não sabia ministrar aula e o concurso não pede prática e sim teoria, e acaba que muitos exonerava desistindo assim de exercer a profissão, e com isto os municipios estão sempre com falta de efetivo para o cargo.
Acredito que o estágio deve sim ser melhor trabalhado desde o inicio dos cursos de Licenciatura.
Marlene Maria de Figueiredo .
Coordenadora de um polo UAB_ Universidade Aberta do Brasil
Realmente esta reflexão vem oportunamente pois, há necessidade de algumas ações, que priorizem o aprimoramento dos professores.
Não tenho ainda muito clara a solução, mas acredito que não podemos contar com profissionais cem por cento com pessoas que não sejam cem por cento. Explico: há que se preocupar em formar uma mentalidade mais humanizada, mais comprometida com a coletividade e que tenha a cultura da melhoria contínua, tão amplamente mencionada e tão pouco praticada. Partindo destes pilares aí sim eu acredito que estaremos provocando uma mudança substancial nos profissionais da educação. Fora disso infelizmente acredito que estaremos patinando sem sair do lugar.
Como deixei claro no início não tenho as respostas, mas acreditem, tenho inúmeras indagações e não calo nenhuma delas porque eu pressinto que em nossas indagações estão as soluções melhores e mais eficazes.
Muito bom este espaço. Continuemos com nossas reflexões, sempre buscando pistas para melhor agirmos.
Abraços educacionais
Priscila
O que aponta a realidade atual no ensino superior é, infelizmente, as faculdades particulares incentivarem seus professores a não obtenção de maiores titulações, para não onerarem as devidas instituições. O que, muitas vezes, para poder trabalhar e dar aula, muitos professores omitem em seu Lattes, suas titulações para conseguirem vagas em tais instituições, o que leva cada vez mais à uma desvalorização dos professores.
O que se ouve é… Titulação de Doutor para uma faculdade é demais… pra que tudo isso, se um especialista dá conta do recado e é muito mais barato?
Automaticamente vemos qual quadro? Ensino de péssima qualidade…
Ah, mas tudo bem… a mão de obra é barata!
Triste… muito triste tudo isso!
Na formação sugerida o professor mediador deverá ter um perfil muito mais dinâmico, mais intenso e mais flexível focado não apenas na aprendizagem e absorção de conteúdos e conhecimentos, mas sim no estímulo as habilidades e competências humanas nas áreas de pesquisa, auto disciplina, comprometimento, interpretação de textos e outras linguagens, interatividade e organização pessoal e profissional.
Parabéns pelo seu blog, gostei muito do artigo e acredito,que seja de fundamental importancia o contato do estudante de licenciatura com a pratica de sala de aula e que instituir residênica nas licenciaturas e cursos de pedagogia é uma otima proposta para formarmos professores mais preparados para enfrentarem os desafios da sala de aula.
Sem duvidas a falta de atividades praticas compromete a educação superior no Brasil. Tenho acompanhado desde o tempo na faculdade e agora como professor tutor presencial essa lacuna nas metodologias. Sou administrador e na faculdade não tive contatos com ferramentas básicas como, por exemplo, programas de elaboração de cenários financeiros. Precisei gastar muito dinheiro para ter o conhecimento e a pratica com essas ferramentas. Situação essa que poderia ser evitada se a teoria fosse verdadeiramente complementada com situações praticas do dia a dia profissional.
Tem muito o que pensar nesse artigo e, principalmente, colocar em prática toda essa teoria.O professor, no meu entender , deverá ser sempre o mediador da aprendizagem..agora.. se existe aluno problema, ou que não queira aprender.. não deve ser isso também alçado ao universo do educador. Para isso existem psicólogos!
Nossa, ainda ontem falei sobre esse assunto em minha sala de pedagogia, e, realmente, é no contato com as situações práticas que o professor adquire e constrói novas teorias, novos conceitos. Parabéns!
Muito pertinente o texto, concordo que existe pouco cuidado com a formação dos professores, e com relação as escolas particulares apresentarem melhores resultados é uma questão de disponibilizar recursos.
Aperfeiçoamento constante e treinamento para as novas tecnologias é fundamental para o desenvolvimento do educador.
Sucesso a todos
Prof. Carlos
Muito interessante o artigo em discussão neste blog.
Percebo que existe mesmo uma deficiência relevante no que diz respeito a formação de professores na educação fundamental por parte de muitas universidades que conhecemos por aí. E isso é muito preocupante pois lidam com questões cruciais para o nosso país, já que se trata da formação das nossas crianças.
Por isso é tão importante que nós enquanto estudantes dessas universidades possamos e devemos exigir um curso de qualidade que nos dêem dar condições de lidar com todas os desafios que enfrentaremos dentro das salas de aula.
E enquanto pais, devemos exigir das escolas dos nossos filhos professores capacitados e prontos para assumir a sala de aula.
Até uma próxima!!!
A prática faz falta e muito. Mas não estágios onde jogam os professores as feras sem nenhuma preparação anterior e apoio. Algo elaborado com muito mais cuidado e com acompanhamento em sala. Atuações em dupla por exemplo acho ótima idéia para dar mais confiaça ao professor no estágio inicial da sua carreira
Olá! Concordo que hoje o que menos importa é a formação prática dos professores. Também penso que é necessário estar no ambiente escolar e vivenciar as carências dos alunos cada vez mais cedo, ou seja, os estágios são necessários… mesmo que sejam só de observação ou eventuais substituições para que aquilo que se vê na teoria, possa se tornar palpável na prática. Interessante a idéia de uma “residência”.
Sou professora na Educação Infantil e acredito piamente na necessidade de constante formação docente.
Trabalho também na faculdade, no curso de pedagogia e vejo o quão difícil e penoso é para nós docentes atuantes na formação de futuros professores convencer nossos alunos de hoje a ler. Neste sentido, concordo com os apontamentos feitos por Ana C. Salomão, no que se refere ao interesse, vontade e procura por conhecimento.
Quem sabe a EAD venha colaborar trazendo mais oportunidades de formação!
Parabéns pelo artigo. É preciso rever os cursos de Pedagogia e a prática de formação dos futuros formadores.
Realmente, a fomação inicial pede socorro! Pois, quando um aluno ingressa numa licenciatuta, espera ver e ter prática, mas, inicia o curso com fundamentos e mais fundamentos, os professores centram-se em teorias e as práticas, quando vem, lá no final do curso não são suficientes, pois é naquele momento que se percebe o quanto faltou de preparação.
As nossas crianças precisam de uma boa formação, para assim tornarem-se pessoas críticas, reflexivas e que conheçam seus direitos e deveres e, um bom professor, com certeza, fará muita diferença nesse processo.
Prezados,
A discussão da formação dos professores é muito importante no contexto da educação brasileira. Esta por sua vez com avanços, porém com muitos desafios: inclusão, diversidade, aprendizagem eficaz, etc.Por isso, considero o estágio importantíssimo para a formação do professor. O mesmo deveria ser levado “a sério”, pois a prática fundamentada na toeria é a melhor situação de aprendizagem de qualquer profissional.
O artigo trata de um problema crucial na educação brasileira: a formação de professores. É fato o descrédito da profissão, o desestímulo à formação de professores, a dificuldade nas salas de aulas e ainda a falta de investimentos para apoiar o professor e as escolas. Acredito que a prática do estágio é fundamental na formação do professor, principalmente porque o coloca frente a realidade da escolas e dos alunos que temos. Gostaria de lembrar também a importância de investimentos na EAD como solução para a falta de profissionais na licenciatura.
Na verdade a procura tem diminuido consideravelmente por várias questões, primeiro que o acadêmico aprende em sala de aula “teoria” é lindo maravilhoso, porém totalmente diferente do que acontece na realidade, os professores não tem mais dominio algum sobre os alunos desde as séries iniciais e isso assusta na hora do estágio, e é aonde os acadêmicos começam a analisar se realmente querem trabalhar em sala de aula, ou preferem uma coordenação, enfim algo do genero.Outra situação é que as crianças escutam desde cedo que ser professor não é bom, não tem valor, não é bem remunerado, e ele vai crescendo com esse pensamento, dificilmente ele vai ver a pedagogia de forma positiva.
Me recordo que quando criança se alguém me perguntasse o que você quer ser quando crescer a primeira resposta era quero ser professor, hoje você houve das crianças quero ser médico, advogado por que da dinheiro, olha os valores que estão se criando.
Muitos conceitos precisam ser revistos para que a Educação seja vista com outros olhos.
Sou professor universitário e concordo que devemos valorizar mais a formação de professores para o ensino básico. Porem qual o motivação e a condição do professor de ensino básico em se especializar, fazer mestrado, doutorado, etc… com os atuais salários do professor ???
É de suma importancia a busca a qualificação de profissionais da area de educação. é deles que podemos extrair profissionais qualificados que tornaram o nosso pais um pais que pode concorrer com paises de primeiro mundo.
Dentre as propostas que foram expostas no artigo, apenas a criação da espécie de residência mencionada que acredito ser suprida pelo estágio. Mas, a formação do professor ainda é um assunto a ser constatemente debatido. Ainda mais que atualmente o profissional mais bem visto é o universitário. O professor das séries fundamentais é percebido como uma categoria de menos relevância.
Gostei muito do artigo. Estarei em constate visita a esse blog para sempre integrar mais aos assuntos a cerca da educação a distância no Brasil.
Hoje em dia temos muitas oportunidades de qualificação na área pedagógica, e concordo que a cada dia temos que nos qualificar e “seguir este ritmo rápido de desenvolvimento”. Mas por outro lado também estamos tendo que trabalhar em mais de um emprego para manter nossa vida financeira em dia, e as instituições de ensino que trabalhamos querem qualidade no serviço mais não nos apoia para realização de qualificação, não nos libera para apresentação de trabalhos em congressos, pós-graduação em geral. Será que isso não deveria ser mudado?? Não deveria ser os primeiros a nos apoiar?
Mesmo com a formação dos educadores no Brasil ter alcançado bons resultados, ainda vemos a falta de qualificação quando falamos em multimídia e as novas tecnologias, ser artigo fala um pouco sobre a defasagem na profissionalização dos nossos docentes.
Parabéns pelo blog! precisamos estar conectados no que ocorre no ensino em nosso país. Esse artigo nos faz refletir não só sobre o ensino por parte do pedagogo, mas também dos profissionais formados em bacharelado que vão para a docência… será que somos ensinados a ensinar em nossos cursos (de graduação e pós)??
O texto e material apa leitura é ótimo sabemos o como é difícil o professor interagir na sala de aula . Usar metodologias diferenciadas e inovadora é a palavra da educação hoje. Todos devemos rever nosso conceitos e nossa visão de como ser educador no século XXI.
Parabéns pelo artigo!
O texto apresenta muitos tópicos para discussão,
O artigo foca em um ponto bastante relevante, a necessidade de constante atualização educacional para professores. Acredito que em qualquer profissão a reciclagem seja fundamental e determinante para uma atuação diferenciada no mercado. Talvez não se perceba um aumento real de salário algumas vezes, mas se nota nitidamente no processo de aprendizagem. Os alunos detectam a habilidade do docente e compreendem melhor os conteúdos passados de forma prática e criativa.
Aproveito para ressaltar que além da capacitação dos docentes, as instituições têm que se adaptar ao uso das novas tecnologias o quanto antes. Fato que não se observa em muitas empresas educacionais.
O descaso com a Educação, com a qualidade do material, com o salário dos professores depois de anos de acúmulo agora mostra sua cara: o número de candidatos ao magistério só cai!!
É prova do nosso subdesenvolvimento.
Att,
Eva
Acredito que não somente na EAD, mas em todos os níveis, os professores não são bem formados nem bem remunerados e muito menos reconhecidos em nossa sociedade.
Cabe a reflexão de que país queremos construir, ja que o desenvolvimento de qualquer nação passa necessariamente pela formação cultural e intelectual de seu povo.
A cada dia a educação a distância vem crescendo sua procura nas universidades. O aluno que procura por um curso EAD tem que estar ciente que esse curso requer um elevado grau de maturidade, compromisso, disciplina e motivação por parte do aluno, pois o mesmo devera ter uma participação ativa na construção de seus próprios conhecimentos, descobertas e estratégias para aprender e ter uma formação de qualidade. Essa experiência fará dele um autodidata, qualidade que o acompanhara para o resto da vida.
Na educação à distância, o estudante é quem organiza seu horário e arruma o seu local de estudo. Mas se ele não souber trabalhar essa flexibilidade, acabara por não cumprimento das tarefas e abandonara o curso devido ao acúmulo de matéria. Sendo assim, o aluno deve estar certo de que pode e deve administrar bem o tempo que têm, ser dinâmico, independente e disciplinado.
A educação a Distância veio para ficar, e apartir deste, os professores atuantes nesta modalidade devem se capacitar para enfrentar o mercado, sabemos que ainda há muito o que ser costruido, e hoje alunos e professores estão desenvolvendo técnicas experimentais, visto que há alunos que não conseguem acessar os instrumentos do disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem, que é um dos recursos que devem ser usados.
Gostei muito do artigo a questão em si. Em minha opinião as maiores diferenças entre professores que são formados na mesma Universidade e um esta em escola publica e outro na particular e os alunos não tem o mesmo rendimento, parte disso e o comprometimento da rede privada que preza pela qualidade e resultados obtidos por salas na rede pública prezam a quantidade que cabe dentro de cada sala.
O artigo está muito interessante, ele aponta muitos aspectos para discussão, entre eles a idéia da “residência”. è importante ressaltar que o professor realmente perceba a relação da teoria com a prática de forma consciente e crítica, para que possa atuar de forma efetiva.
Acredito que o artigo foi bem escrito,mas para mim esta faltando; a origem do ser professor? o que leva a pessoa a ser professor? é uma profissão almejada?ou é uma necessidade? estariamos abrindo uma grande discussão com estas perguntas.
21:26
Estou satisfeita com variedade, quantidade e qualidade das informações que encontro neste blog. Parabéns pelo empenho em nante-lo atualizado.