O jurista Ives Gandra da Silva Martins, professor emérito da Universidade Mackenzie, de São Paulo, afirmou nesta terça-feira que não adianta cortar vagas em cursos de Direito mal avaliados, como defende a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para melhorar o ensino superior. Segundo Martins, a melhor forma de garantir a qualificação dos bacharéis é investir em cursos a distância.
“Para reverter os baixos índices de aprovação no Exame de Ordem é preciso incentivar os cursos a distância. A demanda pelo Direito não vai reduzir, então não adianta só cortar as vagas, é importante garantir a qualidade”, disse em entrevista ao Terra. O jurista defende que um dos problemas é oferecer o ensino longe dos grandes centros urbanos, já que os professores altamente qualificados dificilmente estão nesses locais.
“Se eu tenho uma faculdade distante dos grandes centros, é obvio que eu tenho mais dificuldade de ter professores capacitados”. De acordo com ele, dispor de profissionais preparados para o ensino do Direito é fundamental para a formação dos bacharéis. Portanto, a ideia seria oferecer graduações a distância, onde os alunos receberiam nas suas cidades todo o conteúdo necessário dos professores localizados nas capitais. Segundo ele, o ideal é que somente as provas fossem presenciais.
Martins afirma ainda que as faculdades públicas são insuficientes no País e que esse trabalho poderia ser desenvolvido por instituições privadas, desde que oferecessem um corpo docente altamente qualificado.
Questionado sobre a metodologia da prova da OAB, o jurista afirma que o problema não é o exame, mas o que os alunos aprendem na faculdade. “Hoje vemos cursos demasiadamente teorizados, com pouca prática. Os alunos saem da faculdade sem condições de fazer exercícios práticos, como a prova da OAB”. Segundo ele, os problemas de formação tornam-se evidentes em outros exames. “Para ser juiz hoje no Brasil, cerca de 1% passam na prova. Na OAB são quase 10%, ainda é muito se comparado com outros exames”.
Resultados do Exame de Ordem
A OAB divulgou nesta terça-feira a lista das 90 instituições de ensino superior com aprovação zero no último Exame de Ordem. A seleção, realizada em dezembro de 2010, reprovou 88,275% dos 106.891 bacharéis em Direito inscritos. Do total de candidatos, apenas 12.534 foram aprovados.
Nesta terça-feira, o presidente da OAB, Ophir Cavalcante disse que o maior problema é a quantidade de cursos mal avaliados em funcionamento no País. “Lamentavelmente, isso é um reflexo do ensino jurídico do Brasil e da irresponsabilidade governamental de liberar mais cursos. Só na gestão da presidenta Dilma Rouseff já foram liberados mais 33. Temos cerca de 200 mil cursos e não há efetivamente mestres e doutores para preparar esses alunos”, disse Cavalcante.
Confira aqui a lista completa sobre desempenho no último Exame de Ordem.
Fonte: terra.com.br
apoio totalmente esta causa, pois fiz duas graduações a distancia e em ambas os professores nunca faltaram a aula, deram todo o conteúdo muito bem explicado; diferente do que se ve na maioria das faculdades públicas e também privadas. parabens pela materia.
Entendo equivocado o entendimento do Dr. Gandra. primeiro, porque a cultura do estudante brasileiro ainda nao está ao nível de fazer um curso de qualiudade a distancia. segundo, porque a maioria dos cursos a distancia, ainda nao atingiu a qualidade necessária para que justifique ser esta modalidade melhor do que qualquer outra presencial. o cerne da questão está no sucateamento do ensino, através de baixos salários que as essas faculdades de péssimas intensões pagam aos professores, para então oferecer qualquer cursinho, por qualquer preço aos que desejam cursar o Direito. A OAB tem razão, os cursos à distancia estão enriquecendo os seus donos também, no mesmo sistema nefasto das faculdades que oferecem cursos presenciais de péssima qualidade, somente para ganhar mercado.
Também acredito no que foi proposto pelo jurista Ives Granda, que é um excelente profissional e seria uma maneira de todos terem acesso a um Ensino igualitário e justo.
Um dos comentários aqui presente, me lembrou uma palestra que assisti ontem: nós brasileiros sempre partimos do princípio que os alunos e professores (ou instituição) não serão éticos no ensino a distância; quando na verdade deveríamos partir do princípio que alunos e professores cumprirão suas “partes”. Achei ótima a ideia de incentivar os cursos a distância para complementar os estudos. Como educadores, devemos sempre procurar formas de melhorar as condições e não somente apontar os problemas! Acho que a educação a distância aproximaria os alunos de bons materiais e bons professores. É possível que alguns alunos ainda não estejam preparados para isto, mas também acredito que a EaD também é uma questão cultural e que para aprenderem é preciso experimentar!
Concordo com a proposta do jurista Ives Martins, e admiro sua atitude precursora ao levantar uma questão tão polêmica junto aos atuais cursos de Direito no país que nem sequer cogitam a hipótese da Educação a Distância.
Também apoio esta iniciativa. Creio que a construção do conhecimento a partir da autonomia do aluno e flexibilização do tempo são peças fundamentais para a melhoria da educação no país. Por outro lado, entendo ser fundamental a presença do Estado como ente fiscalizador das atividades das universidades autorizadas a oferecer este tipo de ensino. Apoio ainda a necessidade de realização de provas para obtenção de carteira profissional em todos os cursos superiores e não apenas em alguns cursos. Isso exigirá maior comprometimento dos alunos com o ensino, seja ele presencial ou não.
A EAD, está democratizando o ensino superior a todas as pessoas que desejam se atualizar e aprofundar na aprendizagem. Atualmente contamos com as tecnologias que nos aproxima, e com certeza para se obter sucesso , é necessário a dedicação e o empenho do acadêmico , e isso serve tanto para o curso presencial e a distãncia.
Não podemos generalizar, dizendo que a cultura do brasileiro não estpa ao nível de fazer um curso á distância, tenho observado o mercado de trabalho, e como profissional da área de RH, percebo que os estudantes ativos ou formados que cursaram EAD estão a frente dos seus colegas, alguns de destacam pela sua organização, administração do tempo e iniciativa, que acredito terem desenvolvido pela disciplina ser aluno EAD. Sou a favor do EAD, só oriento em buscar uma instituição séria com cursos reconhecidos pelo MEC. Essa forma de Educação, abre portas para muitas pessoas que não conseguem frequentar uma cadeira de universidade por falta de tempo e essas pessoas não podem ficar a margem sem oportunidade de cursas uma faculdade ou pós.
Concordo com o posicionamento do Sr. jurista Ives Gandra, pois a educação a distancia dá a oportunidade das pessoas que moram longe dos grandes centros, de fazer uma faculdade com grandes profissionais, e bem qualificados, já que esses professores dificilmente estão nesses locais.
Outro ponto a ser destacado é que independentemente da aula ser à distância ou presencial, o interesse de aprender ou prestar atenção na aula é do aluno, pois um aluno sem vontade/motivação não irá aprender ou prestar atenção em uma aula mesmo que presencial.
O caso dos bachareis de direito não esta sendo um caso isolado, podemos perceber que os bachareis de Ciências Contábeis também tiveram um alto índice de reprovação, pois de 16.608 Contabilistas se submeteram ao Exame de Suficiência, apenas 4.650 obtiveram aprovação, apresentando um percentual de 30,83% dos inscritos, então podemos falar que grande parte deste candidatos fazem o curso presencial, o que tem que ser mudado é o perfil do aluno, hoje nossos alunos não querem mais pensar, querem tudo da maneira mais fácil. Vejamos o curso a distância vai ajudar madurecer estes acadêmicos, concordo do Ives Gandra, que os cursos estão mais teorizados, precisamos de cursos práticos e que façam nos acadêmicos a buscarem foram da sala de aula a paixão pela literatura técnica.
Sou advogada e professora de Ensino Superior. Concordo com o posicionamento do Prof. Ives Gandra, contudo acredito que esta mudança no curso de Direito deveria ser feita de forma gradativa. É preciso preparar os docentes e os acadêmicos para esta nova metodologia.
O professor Dr. Gandra comete três equivocos : um é pensar que a educação a distância continua centrada apenas no professor; outra é pensar que apenas professores com alto nível de formação são os responsáveis pelo bom ensino e o terceiro, é imaginar que apenas os grandes centros têm boas faculdades. Sem dúvida o curso de Direito também pode ser ofertado na modalidade a distância, porém é preciso saber que esta modalidade de ensino não tem o objetivo de substituir a presença in loco pela aparição de professores a distância, é preciso saber que para além destes velhos paradigmas há de que de rever como se deve aprender e o que se deve ensinar e quais os melhores canais para que a aprendizagem de fato aconteça.
O professor Dr. Gandra traz importantes considerações, ainda que ao meu ver comete três equivocos : um é pensar que a educação a distância continua centrada apenas no professor; outra é pensar que apenas professores com alto nível de formação são os responsáveis pelo bom ensino e o terceiro, é imaginar que apenas os grandes centros têm boas faculdades. Sem dúvida, o Dr. Gandra tem razão eum afirmar que o curso de Direito também pode ser ofertado na modalidade a distância, porém é preciso saber que esta modalidade de ensino não tem o objetivo de substituir a presença in loco pela aparição de professores a distância, é preciso saber que para além destes velhos paradigmas há de que de rever como se deve aprender e o que se deve ensinar e quais os melhores canais para que a aprendizagem de fato aconteça.
Ao que parece, de um lado há cursos de qualidade duvidosa, tanto na modalidade à distância, quanto presenciais, de outro a falta de comprometimento tanto de professores quanto dos acadêmicos. Não sei se os cursos à distância são a solução para formação de bacharéis mais bem preparados para o exame da Ordem. Certamente se a qualidade dos cursos atender à exigência do exame da ordem, não há relevância se são à distância ou presenciais. Todavia o autor acerta quando diz que as faculdades periféricas estão distantes dos grandes centros de produção do conhecimento. Talvez o ensino à distância possa sim ser uma boa ferramenta para levar a tais instituições professores mais qualificados.
Respeito a opinião do colega Sérgio Souza, porém, gostaria de discordar nos seguintes termos:
1) Em relação a cultura do estudante brasileiro para a EaD, além de não haver estudos científicos comprovando essa informação, é de se destacar que os brasileiros figuram entre os maiores usuários de quase todas as redes sociais, demonstrando por alto a familiaridade com a tecnologia – cabe aos sistemas de EaD capitalizar e incentivar essas pessoas;
2)No que tange, a qualidade dos cursos, vários estudos têm sido realizados para comparar a qualidade e os resultados da Educação a Distância com a educação presencial. Um amplo estudo de
metanálise encomendado pelo Departamento de Educação dos Estados Unidos, desenvolveu uma pesquisa sistemática na literatura entre 1996 e 2008, identificando mais de mil estudos empíricos sobre aprendizagem on-line. A metanálise concluiu que, em média, os alunos em condições de aprendizagem on-line tiveram desempenho modestamente superior quando comparados àqueles que receberam ensino presencial.No Brasil, os resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), a partir de 2010, quando os alunos de cursos superiores a distância passaram a ser comparados com os presenciais, mostraram desempenho superior dos alunos de cursos a distância em diversas áreas. Com esses dados fica a pergunta: Será que a qualidade do EaD é tão ruim assim?
Por outro lado, somos obrigados a concordar que realmente existam mercenários na educação à distância, o que de resto não é diferente dos ensinos presenciais.
Respeito a opinião do colega Sérgio Souza, porém, gostaria de discordar nos seguintes termos:
1) Em relação a cultura do estudante brasileiro para a EaD, além de não haver estudos científicos comprovando essa informação, é de se destacar que os brasileiros figuram entre os maiores usuários de quase todas as redes sociais, demonstrando por alto a familiaridade com a tecnologia – cabe aos sistemas de EaD capitalizar e incentivar essas pessoas;
2)No que tange, a qualidade dos cursos, vários estudos têm sido realizados para comparar a qualidade e os resultados da Educação a Distância com a educação presencial. Um amplo estudo de metanálise encomendado pelo Departamento de Educação dos Estados Unidos, desenvolveu uma pesquisa sistemática na literatura entre 1996 e 2008, identificando mais de mil estudos empíricos sobre aprendizagem on-line. A metanálise concluiu que, em média, os alunos em condições de aprendizagem on-line tiveram desempenho modestamente superior quando comparados àqueles que receberam ensino presencial.No Brasil, os resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), a partir de 2010, quando os alunos de cursos superiores a distância passaram a ser comparados com os presenciais, mostraram desempenho superior dos alunos de cursos a distância em diversas áreas. Com esses dados fica a pergunta: Será que a qualidade do EaD é tão ruim assim?
Por outro lado, somos obrigados a concordar que realmente existam mercenários na educação à distância, o que de resto não é diferente dos ensinos presenciais.
Concordo plenamente com o ilustre Dr. Ives Gandra, que conseguiu visualizar o uso da EAD como instrumento alternativo e complementar para auxiliar tantos bacharéis em Ciências Jurídicas que não são capazes de serem aprovados no Exame da OAB e, portanto,ficam inabilitados para o exercício da advocacia.
Muito interessante, inclusive, seu posicionamento no sentido de que a EAD pode promover o acesso ao ensino de qualidade até mesmo aos estudantes que residem em locais desprovidos de tal oportunidade.
Temos que ter sempre em mente que “o advogado é indispensável à administração da justiça” (artigo 133 da Constituição Federal Brasileira) e, portanto, precisa estar adequadamente capacitado, também tecnicamente, para que possa cumprir devidamente tão importante papel na sociedade.
Concordo plenamente com o ilustre Dr. Ives Gandra, que conseguiu visualizar o uso da EAD como instrumento alternativo e complementar para auxiliar tantos bacharéis em Ciências Jurídicas que não são capazes de serem aprovados no Exame da OAB e, portanto, ficam inabilitados para o exercício da advocacia.
Muito interessante, inclusive, seu posicionamento no sentido de que a EAD pode promover o acesso ao ensino de qualidade até mesmo aos estudantes que residem em locais desprovidos de tal oportunidade.
Temos que ter sempre em mente que “o advogado é indispensável à administração da justiça” (artigo 133 da Constituição Federal Brasileira) e, portanto, precisa estar adequadamente capacitado, também tecnicamente, para que possa cumprir devidamente tão importante papel na sociedade.
Acredito que todos os cursos vao ter disciplinas a distancia…nem todas as Universidades nem todos os alunos estao preparados para isso, o que devemos fazer? Nos preparar….como???? as Universidades devem proporcionar cursos principalmente para os professores…e os professores devem fazer esses cursos isso é…se ainda pretendem lecionar… “Uma rede mundial de ordenadores tornara acessivel, em alguns minutos, todo o tipo de informacao aos estudantes do mundo inteiro” Marshall Macluhan aproximadamente 1960…
Sergio de Souza você está equivocado. Não pode generalizar, pois, existem universidades sérias que possuem o modelo educacional de EaD muito bem avaliados pelo MEC. Você conhece a estrutura de um Polo de Educação a Distância? Verás que o PPC – Projeto Pedagógico do Curso e exatamente o mesmo, a diferença está na liberdade intelectual do aluno, que presencialmente ou a distância (temporal e/ou física) dependerá do fator motivacional.
O problema da educação no Brasil tem fatores históricos e sociais por trás. A família e os valores de sua cultura é que influenciam na moralidade de um ser humano.
A educação não ocorre 100% do tempo apoiado em um único modelo educacional. Se assim fosse, nem este blog estaria compartilhando opiniões.
Estou plenamente alinhado com a posição do dr. Ives Gandra da Silva Martins. Experiências muito bem sucedidas, como, por exemplo, da Universidade Católica de Brasília e da UNISUL mostram que é possível ter cursos à distância de excelente qualidade e com uma abrangência bastante superior à dos cursos presenciais. Da mesma forma, entretanto, que existem diferentes formas de ensinar, existem, também, diferentes formas de aprender. É preciso, portanto, entender que, se o aluno dos cursos à distância apresentam algumas características como, por exemplo, iniciatica e capacidade de autogestão, isso, combinado com um ensino de qualidade, pode proporcionar, ao final, uma formação de excelente qualidade.
Elias de Oliveira
Professor FACNET/Anhanguera
A EAD pode ser a solução para o ensino no Brasil, uma vez que democratiza a educação e permite o acesso de pessoas que de outra maneira não conseguiria estudar e o argumento de muitos de que é um ensino sem qualidade e de que representa o sucateamento da educação cai por terra quando se fala de universidades sérias, com estrutura e compromisso com os alunos, respeitando as normas de MEC. A EAD não é novidade, em muitos países ela é usada com êxito há anos e aqui no Brasil há que se combater o preconceito e utilizar esta ferramenta com sabedoria.
O bom no artigo é que busca dar oportunidades aos estudantes do interior com professores de maior qualidade no seu conhecimento, pois sem dúvida nenhuma a maioria se encontra nos grandes centros do País. Assim o estudante terá aula com profissionais bem qualificados, não que no interior não exista, mas nas grandes cidades a concentração é maior. E a educação a distância ajuda o aluno a se dedicar mais e buscar mais informações para sanar suas dúvidas. E com relação a salário, ele pode melhorar, concordo, mas ninguém é obrigado a trabalhar por “x”, se o profissional aceitou o emprego ele tem que ser o mais correto possível em sua missão.
O ilustre Professor Ives, esta coberto de razões, não devemos ver a educação a distancia como um mostro, que irá devorar o modelo tradicional de ensino. Mas sim como uma ferramenta de igualdade, pois desta forma se passa o mesmo conhecimento, independente do aluno estar ou não em um grande centro. E em um país de dimenões continentais como é o caso do Brasil, este mecanismo vem suprir uma falta histórica com determinadas regiões.
Acredito que há um “bom” meio termo. Deve-se considerar a Educação a Distância tanto como uma forma de completar as atividades de educação, seja, qual for, ou mesmo como uma forma de Educar, melhorar, ensinar. Realmente nossa educação é falha e toda forma de atingir e colocar gente estudando é válida. A EaD tem um papel importante na para levarmos educação, temos que entender, conforme comenta o Prof. Ives, nem todos estamos vivendo em grandes centros.
Em nosso país temos a cultura de acreditar que o ensino a distância não tem qualidade o que está totalmente errado pois está comprovado nos últimos exames do governo que os alunos do ensino a distância superaram os alunos presenciais.
Acredito que, se um aluno se empenhe ao máximo em um curso a distância, ele pode ser tão bem sucedido quanto ao presencial.
Concordo com a afirmação de Martins, pois o corpo docente da instituição é o principal material para uma boa formação de novos profissionais.
Teste
Os cursos a distância irão ser mais uma ferramenta para que os alunos possam aprimorar o conhecimento e adquirir, em seu melhor momento, o conhecimento ou reforço no que precisam. Estamos com isso rompendo as salas de aulas e caminhando para uma disseminação do conhecimento.
eu apoio a educação a distancia pois vc tem um troca de experiencias com outras pessoas ,tem um espaço interativo e dinamico e adquiri uma experiencia maior de conhecimento.
prof.cristina
A tendência é que a educação a distância envolva todas as áreas do conhecimento e a área do direito mas propriamente dita terá muitos ganhos com o acréscimo desta tecnologia de ensino que aproxima as pessoas da informação e do conhecimento que a cada dia se torna mais dinâmico.
Não há mais como voltar atrás no que diz respeito ao desenvolvimento da Educação a Distância. Gosto muito do termo “democratização do ensino”, e acredito nele. É fato que todo esse processo tem de ser acompanhado de perto para que não haja um grande crescimento sem preocupação com a qualidade, mas posso afirmar que não acredito que seja o caso, pois trabalho como tutora a distância e realmente observo a preocupação com os intrumentos de ensino-aprendizagem que está modalidade oferece.
Acredito na Educação à Distância, principalmente em se tratando do nosso país, onde as melhores universidades públicas e particulares se concentram nas regiões sul e sudeste. Acretido tanto nessa forma de educação que iniciei uma pós sobre gestão da EAD. Estamos no início, mas estou adorando as idéias inovadoras. Não podemos nos negar ao futuro, ao desenvolvimento. Existe ainda um forte preconceito, inclusive por nós professores, mas como saber se é bom ou não, se não provarmos?
Acredito que a responsabilidade do aluno, tanto no curso presencial quanto no EAD, é a grande questão. A qualidade do ensino existe em ambas modalidades e vai depender do aluno aproveitar ou não. É fato que existem faculdades, presencial ou EAD, que não atingem seus objetivos assim como, também é fato que existem alunos desprovidos de responsabilidades. Apóio esta causa porque quem tem vontade de aprender busca conhecimento e hoje temos condições de aprender, em tempo real, mesmo distantes ou não necessariamente no mesmo espaço físico.
Acredito muito na educação a distância, pois mediante a realização de tres cursos a distãncia que já realizei e por trabalhar hoje como tutora de EAD, reafirmo a idéia de que quem faz a diferença é o aluno, se acaso ele não gosta de ler, de pesquisar de buscar conhecimentos, tasnto o rpresencial quanto o EAD não lhe serão interessante.
Não vejo como forma de comparar se um é ou não melhor que o outro, pois tanto o presencial quuanto o EAD precisam de dedicação e muita pesquisa por parte do aluno.
Sou professora Tutora Presencial em uma universidade EAD,e vejo o ensino EAD muito proveitoso, pois os educandos tem uma maior maleabilidade, onde a maior parte das pesquisas e leituras podem ser feita em casa, fazendo com que o aluno desenvolva e exercite cada vez mais sua habilidade e competência leitora, critica, escritora, e interpretação, etc.
Acho que estava mais do que na hora de alguem defender esta causa- o curso de direito na EAD. Achei a materia muito interessante
Boa tarde! Por que meus comentários não aparecem?
Muito coerente a colocação do jurista Ives; não se pode acusar o ensino a distância de baixa qualidade, já que em muitas faculdades PRESENCIAIS ocorre a falta de comprometimento do aluno e/ou corpo docente.
Eu também acho que a EaD pode melhorar a qualidade dos bacharéis, pois além de permitir que professores mais capacitados possam atender os alunos à distância, vai exigir desses mais disciplina em termos organização pessoal e dedicação ao estudo. A EaD para graduação já é uma realidade e tende a crescer muito.
Pensar a Educação sem as tecnologias da informação disponíveis é jogar no lixo todo desenvolvimento e aprimoramento da humanidade. A faculdade quem faz é o aluno e no futuro o mercado seleciona um bom profissional.
A EAD não deve ser colocado como a solução para corrigir falhas no ensino presencial. A falta de bons professores esta relacionada diretamente a valorização desse profissional e não pela falta desses em algumas regiões. Já é evidente a qualidade da EAD e espero que no futuro mais cursos sejam oferecidos nessa modalidade.
A educação a distância é um caminho sem volta. Concordo com o pensamento do Ministro de que cursos a distância devem ser estimulados para melhorar o nível do aluno das faculdades tendo em vista que, notoriamente, poderiam ter acesso a melhores professores.
Acredito que na fala de Sergio existe de fato um aspecto importante. Nem todos os alunos possuem perfil para EAD. O aluno que necessita constantemente ser monitorado, estimulado e que não tem uma forte organização pessoal, terá dificuldades de aprendizagem.Porem, isto não significa que o EAD no Brasil não tenha como assegurar um Ensino de Qualidade. O Mundo caminha nesta direção. Somos professores que atentos aos avanços tecnológicos e tendências nos preparamos constantemente para mudanças nos modelos pedagógicos sem nos distanciarmos da aprendizagem. O EAD democratiza o ensino para aqueles que possuem qualquer dificuldade como por exemplo alunos portadores de deficiência, opção para cursos em Instituições fora da cidade de domicilio do aluno. Vamos caminhar muito nesta direção.
Certamente para este Doutor, a cadeira de direito é apenas absorver conteúdo, sem nenhuma discussão de idéias, valores, e filosofias. Ironicamente, é justo esse o motivo que vem causando o despreparo desses alunos que não pensam, não se expressam e querem apenas decorar leis sem entender o contexto ao qual estão inseridos.
A oportunidade de oferecer algumas disciplinas em EAD irá produzir mais qualidade no ensino.
Concordo com o artigo que a formação dos profesores de Direito deve ser continuada e deve se calçar nas tecnologias para mudar o indice de reprovação.
Temos que incentivar os formandos em buscarem a sua especialização e independente da área jurídica que atuem, porque não a docência também? Meio pelo qual nos eternizaremos como alunos e nos manteremos atualizados,ou seja,profissionais em constante formação.
O acesso a um estudo com qualidade deve ser fomentado, independente de o meio ser virtual, se o for e atingir a qualidade necessária, automaticamente, tora-se válido.
Principalmente na área de educação, todos os meios de comunicação devem ser sempre explorados.
Vejo que na maioria dos comentários todos são a favor da educação a distância com qualidade. Não somente a EAD, como qualquer ensino educacional precisa ter qualidade.
Sou professora de direito e verifico na prática o problema. A ideia de EaD para melhorar a formação dos estudantes de direito é excelente. O tradicionalismo que permeia o Direito não pode dificultar novas formas de aprendizagem como a EaD. Concordo com os comentários do nobre jurista.
Concordo com o posicionamento do Prof. Ives Gandra e discordo da posição apresentada por Sérgio Martins. Penso que a educação, seja ela presencial ou a distância, depende muito da dedicação e do empenho do aluno. A Educação a Distancia, atualmente, encontra-se com ótima estrutura, não somente física bem como de seus profissionais, que são altamente qualificados e treinados para oferecerem o mehor ensino aos seus alunos. Sabemos que um dos objetivoss da EaD, entre tantos, é propiciar o acesso á educação áqueles alunos que não a tem, e desse modo, principalemnte no curso de Direito, através da Educação a Distância, poderia-se possibilitar que alunos de pequenos centros urbanos tenham aulas com conceituados professores, que ministram as suas aulas de grandes centros urbanos. Reafirmo a idéia de que o êxito do aluno em sua formação profissional depende, e muito, da sua dedicação e do seu empenho.
O EAD possibilita o processo de aprendizagem de acordo com a sua disponibilidade do aluno, o que é fundamental nos dias de hoje.
Parebenizo pela sua posição, pois frente as ferramentas da Tecnologia da Informação (TI), a internet, as redes sociais, a Gestão do Conhecimento ganha novos rumos, onde passamos a ter acesso às informações de forma dinâmica, interagindo o conhecimento globalizado, com outros atores, que vivenciam realidades diferentes, e sob aspecto é necessário mudar o foco do processo educação aprendizagem, não é mais centralizado no conhecimento do professor que anteriormente era meramente repassado, mas passa a ser objeto de um novo aprender, onde o acadêmico deve aprender a construir o próprio conhecimento, compartilhando experiências e informações. Este processo somente poderá ser otimizado e alcançado se utilizarmos as metodologias do ensino a distância a qual dentre as vantagens podemos citar: o acesso a educação daqueles que querem cursar uma Universidade, o compartilhamento das informações através das ferramentas assíncronas e síncronas da EAD. Prof.EAD.Me. EAD. Jefferson Teruya de Souza.
O jurista Ives Gandra da Silva Martins é um homem de muita visão. Por mais que ainda existam movimentos que sejam contrários a EaD, desconheço que na história da humanidade houve algum tipo de retrocesso no que se diz respeito a tecnologia. Haja visto o sucesso das redes sociais, dos sites de busca e tudo mais que nos é disponibilizado em conteúdo e conhecimento através da internet e dos recursos tecnológicos. Essa regra também vale para a EaD e, ao meu ver, quanto mais rápido a sociedade aceitar a idéia, maior será o ganho para todos, pois tenho certeza de que receberemos contribuições consideráveis para melhorar ainda mais os métodos de ensido aplicados hoje na EaD. O futuro é agora e a EaD é parte integrante e fundamental desse processo.
Concordo com as palavras do Jurista Ives Gandra a qualidade nos cursos de Direito deve ser meta número 1 nas Universidades, o curso a distância para os cursos de direito devem ser implantados com a maior urgência, porém deve existir a preocupação com a qualidade.
O EAD para os cursos de Direito dará chance as pessoas que às vezes não conseguem sair da sua cidade para ir estudar em locais mais afastados, até porque na Constituição todos temos direitos iguais, portanto deve haver a democratização do ensino a distância também para os cursos de Direito.
Concordo plenamente com a opinião do jurista Ives Gandra da Silva Martins, o problema não está no exame da AOB e sim na qualificação desses futuros profissionais nas graduações, o exame da AOB só mostra claramente o déficit na educação de nível superior no país, não existem realmente professores qualificados e competentes em todo país para suprir a velocidade em que são abertos novos cursos. Acredito também que irresponsabilidade do Ministério da educação ao liberar tantos novos cursos em bacharelado sem garantir que a formação desses futuros profissionais será adequada para realidade do mercado. O exame da AOB somente aponta a qualidade de ensino que está sendo oferecida nas universidades presenciais tanto públicas quanto particulares, mesma qualidade que poderia ser observada em outros cursos de nível superior se outros conselhos tivessem a responsabilidade que a Ordem dos advogados tem em garantir a qualidade dos profissionais que estão sendo inseridos no mercado de trabalho.
Considero muito oportuno o posicionamento do insigne jurista. Realmente, há imensa dificuldade no oferecimento de um ensino de qualidade nos pequenos centros urbanos.
Nestes locais, dificilmente há a possibilidade de se encontrar um professor devidamente qualificado, já que esta é uma dificuldade presente também nos grandes centros. Neste sentido, os cursos a distância podem, realmente, atenuar as questões que envolvem o assunto. Não somente no tocante à graduação, que é de extrema importância, mas, especialmente para criar condições que ofereçam o aprimoramento daqueles que já atuam no mercado de trabalho. No caso, as especializações são de grande relevância para o aprimoramento dos profissionais comprometidos com o seu desempenho, já que a aprendizagem deve ser vista como um caminho contínuo. Portanto, o ensino a distância mostra-se como uma grande opção para redirecionar a forma de ensino no país e reverter os quadros que ora se apresentam com resultado.
Espero que a Educação a Distância seja uma alternativa a mais para quem não teve a oportunidade de concluir os estudos. Excelente material.
Acredito que assim como o curso presencial, a formação do individuo no curso de Direito a Distancia, potenciaria a autonomia do aluno. O curso de direito é bastante concorrido e isso faz com que aquele que almeja fazer parte do corpo da OAB, esteja vinculado de maneira sistematizada em seus estudos. A Educação a Distancia pode sim ser uma ferramenta e uma saída, para dar acesso às pessoas que não vivem próximo a boas Universidades que ofereçam este curso.
Acordo com as afirmativas do texto em apreso, porém, acredito que o corpo docente das instituições é o principal material que os alunos terão para uma boa formação acadêmica.
Nada justifica um curso que necessita apenas de biblioteca não ser oferecido na modalidade EaD.
Mais uma vez estamos caminhando para o ensino EAD, com novas tecnologias e com profissionais capacitados ministrando aulas mesmo que a distância o acadêmico terá adquirido seu conhecimento através de grandes mestres.
Na era da tecnologia ainda existem pessoas que tem a versão a tecnologia, muitas vezes deixam de fazer uma faculdade ou um curso que seja virtual por terem este problema.
Os comentários do senhor Ives Gandra são de altíssima relevância. Fica, de certa forma, evidente a dificuldade de se ter profesores bem qualificados em cidades longe dos grandes centros. Creio também que cancelar alguns cursos não seja a medida mais adequada, como disse presidente da OAB, obstruir a realidade não é a solução para todos os problemas.
Concordo com o ponto de vista do jurista, pois acredito que hoje o ensino à distancia é uma ferramenta importante, capaz de favorecer um amplo campo, redirecionando a forma d ensino.
É principio fundamental da constituição, educação para todos.
Por que não “direito” para todos, incluindo direito nos cursos a distância? Teremos profissionais renomados ao alcance de todos.
.o curso de direito a distancia mais dia ou menos dia,será reconhecido.Querer que um aluno não possa ter aula com os melhores professores do brasil(ou do mundo)isto é um absurdo,estão querendo proteger quem.
14:10
Estamos caminhando cada vez mais para uma educação a distância sem distância com novas descobertas num espaço cada vez mais dinâmico e interativo de trocas, conversações, experiências na busca do conhecimento.