O Ministério da Educação (MEC) descredenciou 198 polos de educação a distância da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) em todo o País. A decisão foi publicada na edição desta quinta-feira (08/09/2011) do Diário Oficial da União. A instituição tem até o dia 31 de dezembro para encerrar as atividades nestes polos e transferir todos os alunos para as outras unidades ou para instituições de ensino reconhecidas pelo ministério.
Segundo a assessoria da Ulbra, o descredenciamento já estava previsto pela universidade e fazia parte de um termo de saneamento de deficiências, assinado pela instituição em 2009. De acordo com a universidade, esses polos não apresentavam estrutura adequada e não eram viáveis economicamente.
A universidade continua operando com 84 polos de ensino a distância, que, segundo a assessoria, apresentam os padrões de exigência do MEC. Em julho, o ministério havia suspendido o ingresso de novos alunos em cursos a distância, após denúncia de um ex-servidor de que os estudantes eram aprovados sem análise das questões dissertativas das provas.
Entenda o caso:
Um ex-funcionário da universidade que revelou que, há cerca de um ano, notas estariam sendo inseridas aleatoriamente no sistema sem a devida correção das avaliações. O caso foi parar na Polícia Federal.
Com base no depoimento do ex-funcionário, a polícia cumpriu mandado de busca e apreensão no setor de ensino à distância da universidade, no dia 8 de julho. Foram recolhidos três malotes de provas. A falta de correção das avaliações estaria resultando em descontrole até na composição das listas de formandos.
A reportagem da RBS TV e da Rádio Gaúcha teve acesso a um e-mail enviado pela coordenadora de uma escola conveniada à Ulbra, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, pedindo à universidade que excluísse da ata de formatura os nomes de dois alunos. Na mensagem, explica que esses universitários desistiram da faculdade no segundo módulo. Ou seja, estariam se formando sem que sequer estivessem estudando.
A Ulbra, que possui 90 mil alunos no ensino a distância, garante que o erro já foi corrigido e que os nomes dos alunos foram retirados da lista de formandos. Segundo a universidade, os problemas no EAD começaram na gestão anterior, de Rubem Becker.
Veja também:
*Referenciais de qualidade para a Educação superior a distância:
*Desafios de uma caminhada regulatória – CLIQUE AQUI – PDF
*Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância - MEC – CLIQUE AQUI – PDF
* Procedimentos – Modalidade presencial e a distância – Resolução n°7/2011 – CLIQUE AQUI – PDF
Atualmente estamos vivenciando um momento crucial para a EAD, onde a qualidade do curso e sua credibilidade diante da mídia e da sociedade, exemplos como este vem denegrir a tragetória de outras instituições que estão fazendo o diferente e o correto para que a Educação a Distancia seja vista como verdadeira e laica.
É louvaveu esta atitude do MEC pois toda intidade que se propoem a aferecer um ensino de qualidade é responsavel por fazê-lo, e não só visar números e esquecer da qualidade.
Concordo plenamente com a atitude do MEC e acredito que será fundamental neste período de transição educacional esta atuação intensiva. A modalidade EAD é maravilhosa, todavia ainda está em processo de implantação e na “moda”. Muitas instituições acabam apressando o processo para atender a grande demanda de mercado, todavia pecam em qualidade e estrutura. Não adianta só ter marca e bons docentes, se o ensino não for adaptado à nova plataforma vai acabar sendo um tiro no pé. Além de desqualificar a modalidade, ainda degrine a própria imagem.
Concordo, Nizamar. Infelizmente, existem muitos oportunistas que pensam somente nos rendimentos financeiros. A qualidade tão necessária em qualquer área da educação fica comprometida e, alunos interessados no aprimoramento pessoal e profissional, são prejudicados por conta da falta de seriedade de alguns. Parabéns ao MEC!
a educação a distancia por ser uma modalidade nova, porém ainda precisa passar por algumas reformas em algumas insituições, prezando pela qualidade do ensino de qualidade, por isso o MEC vem descredenciando esse polo em todo o Brasil.
Para que atitudes como esta – de descredenciamento – se consolidem e sejam práticas de defesa daqueles que praticam a EaD com seriedade, o MEC deve continuar seu trabalho. Apenas lembrando que o Ministério Público está entrando na fiscalização. Alentadora a notícia!
Coisas como essa são usadas pelos oposotores ao EAD como desculpa para desprestígio. Mas isso pode ocorrer em cursos presenciais também. Fiscalização aleatória e permanente é fundamental. O caso da Ulbra foi um problema com toda universidade e não só com a área de EAD.
Parabéns ao MEC. A fiscalização tem que continuar, pois somente assim a EaD torna-se viável e confiável.A qualidade da educação oferecida será sempre o melhor trunfo da educação a distância.
Parabenizar o MEC e dizer que acabei de fazer um curso de especialização em gestão escolar através da EAD em uma instituição capacitadíssima e muito responsável, onde tudo acontecia de maneira muito coerênte e com seriedade incontestável não deizando dúvidas com relação à sua procedência educacional. Era simplesmente a UFBA. Crédito a toda prova!!!!
Infelizmente, a falta de ética está presente em todos os setores da sociedade. Esse é mais um exemplo disso, e dessa vez a EAD foi utilizada como o mecanismo para se levar vantagem ilícita. Cabe ao MEC fazer sua parte, isto é, fiscalizar e se preciso fechar cursos que não atendam suas exigências.
Infelizmente práticas como estas, nos regredi nesta luta tão árdua que é a consolidação da EAD no Brasil, principalmente pelos olhares dos alunos que se sentem incrédulos que a Instituição seja reconhecida no mercado de trabalho e o próprio mercado de trabalho que avalia esses próprios alunos de forma preconceituosa. Infeliz, mas justa a decisão pelo descredenciamento dos Polos a Distância.
Eu concordo com o Mec, pois o rigor deve prevalecer para que haja assim a existência definitiva da credibilidade necessária para os alunos que levam a EAd a sério. Os polos que realmente quiserem se inserir neste mercado tem que respeitar as normas estabelecidas pelo Mec e serem fiscalizados regularmente.
Eu estou de acordo com o MEC é necessário que haja essa fiscalização senão vira bagunça demoramos muito a conquistar essa aberto perder por falta de ética não isso não isso tem muito luta…… parabéns MEC….
Infelizmente sabemos que a educação não é levada a sério em nosso País, seja ela à distância ou presencial. Mas na minha opinião, o MEC deve sim, focar nas instituições de ensino à distância pois elas ainda estão “fragilizadas”, se estruturando – temos que cortar o mal pela raíz!
Muito bom ver que EaD é coisa séria .. é necessário sim que investigue sempre os polos pra ver como anda ….
Muito bom esse comentário a fiscalização é necessária pois os cursos EaD foi conquistado com muita luta….
Ótima decisão do MEC. É importante que essas fiscalizações continuem, tanto nas instituições que oferecem cursos EAD quanto nas que oferecem em outras modalidades. Assim as instituições se enquadram nos padrões de exigências do MEC, melhorando a qualidade de ensino, tornando os cursos EAD num ensino com credibilidade.
Esta atitude demonstra mais uma vez que educação a distância está sendo levada a sério, mas por outro lado, “dá” margem à oposição, que aproveita para continuar criticando preconceituosamente o EaD.
A EaD no Brasil é uma realidade que só vai adquirir a credibilidade devida quando tivermos instituições sérias e resultados confiáveis. Várias instituições de ensino estão surgindo país afora. Algumas sabidamente sem qualquer infra estrutura. O aluno comprometido e que está matriculado em uma boa instituição de ensino torce para que a visão da sociedade a respeito da EaD mude rapidamente. O MEC cumpriu sua obrigação de órgão fiscalizador. Apenas instituições de qualidade e comprometidas devem permanecer funcionando.
Casos como este são preocupantes. Se não existir seriedade da parte da instituição de ensino os alunos oportunistas conseguirão um diploma e assim a qualidade dos nossos profissionais estará definhando. A fiscalização deve reforçar as investigações na educação principalmente na EAD, para que a expansão do ensino seja saudável.
Concordo com a Nizamar e outros que comentaram o artigo, afinal, o MEC é o orgão oficial da educação no país e sua obrigação é atuar de forma intensiva no sentido de coibir as Instituições que pensam apenas no financeiro.
Atuar neste sentido, descredenciando cursos de instituições que visam apenas o lucro sem investir em qualidade, é dar credibilidade às instituições sérias que realmente buscam inserir qualidade em seu EAD.
Excelente atitude do Ministério da Educação, somente através de controle e fiscalização teremos a mudança de cultura e a valorização de uma modalidade tão importante para a educação brasileira quanto a EAD. Casos como este, devem ser eliminados, para que o mercado tenha acesso, somente, a cursos de qualidade.
Muito bom saber que a EAD está sendo e tendo o olhar do MEC para favorecer uma educação qualitativa e favorável para todos.
Entendo que o MEC teve uma atitude importante na decisão do fechamento dos cursos, porém não podemos cair na armadilha que estes fatos são uma novidade trazida pela EaD, muito pelo contrário também já aconteceram no ensino presencial como vimos e ouvimos nos noticiários de trapaça em vestibulares é inclusive uso da tecnologia para obter vantagens( uso de dispositivo eletrônico implantado em orelhas).
Tenho uma perspectiva muito tranquila e seriedade quanto EaD e acredito que quando o indivíduo quer trapaçear ele fará, independente da modalidade presencial ou a distância. Por isto acredito que não podemos pensar que necessitamos de tutela para sermos honestos.
Excelente decisão do MEC. É importante que essas fiscalizações continuem, tanto nas instituições que oferecem cursos EAD quanto nas que oferecem em outras modalidades. Atendendo as exigências do MEC, dando qualidade ao ensino tanto EAD como o Presencial.
Louvável, sim, a atitude do MEC, mas SABEMOS que muitíssimas outras instituições têm utilizado procedimentos no mínimo questionáveis para estabelecer-se. Que o MEC continue essa fiscalização, a qualidade de ensino agradece.
Posturas como da ULBRA não podem ser admitidas em nossa sociedade. O ensino deve ser levado a sério independentemente da sua modalidade. Parabéns ao MEC!
A que ponto chegamos!!! Eta Brazilzão…
Bom, que sirva de lição a quem realmente quer fazer um curso sério na EaD! Temos que ficar atentos as exigências do MEC e nós também temos que exigir nossos direitos de termos um ensino de qualidade e com toda seriedade que envolve nossa formação profissional! Afinal de contas estamos investindo em nosso futuro.
Infelizmente essa é uma informação que só chegou ao ápice do descredenciamento porque houve uma denúncia.
Levando em consideração que a Educação à Distância é uma excelente possibilidade de autoformação, com o apoio das TICs e, portanto, algo que seja muito bem estruturado para que todos os alunos tenham uma gama de conhecimentos a serem estruturados e convertidos em novos conhecimentos.
O que me preocupa é o fato de muitas instituições oferecendo cursos à distância que não apresentaram nenhuma denúncia e então me pergunto: é possível que todas as outras instituições estejam, de fato, oferecendo cursos de qualidade, com todo o aparato das TICs? O MEC tem instrumentos para avaliar todos os cursos à distância? Como saber que um curso na modalidade EAD está de acordo com o MEC e, principalmemnte, com as minha necessidades de aprendizagem e aperfeiçoamento, antes de fazê-lo?
Creio que são alguns questionamentos que as instituições devam responder antes que ofereçam qualquer curso nessa modalidade.
Apesar de ser um processo de educação sério, algumas instituições causam este tipo de situação e ferem a credibilidade daqueles que trabalham por uma educação de qualidade.
Trabalhar com EAD não é fácil, é preciso pensar ao mesmo tempo em Custo, qualidade dos cursos, atencimento aos alinos, imagem da instituição e da modalidade EAD.
Certamente o MEC, ao descredenciar universidades está pensando nesses quesitos.
Acredito que a Educação à Distância ganha mais força com a intervenção e supervisão do Mec. Se não houver este trabalho próximo às instituições, o futuro pode ficar menos incerto.
Concordo e acho de extrema importância a fiscalização do MEC não só na EAD mas no presencial também!
EAD é uma quebra de paradigma, isso dificulta a aceitação e o entendimento de sua importância.
Isso mostra que o MEC cumpre o seu papel em analisar e tomar as devidas providências em relação ao EaD no Brasil.
O grande desafio do ensino a distancia para o tutor/ professor é tornar atrativo a forma de passar o conteúdo.
Fico contente em saber que nosso principal orgão da educação o MEC vem cumprindo com o seu papel que é preservar a Educação a BOA EDUCAÇÃO. E isto é muito bom pois fazem com que as instituições que não são sérias fiquem preocupadadas, e prá nós alunos fiquemos protegidos desta instituições que são danosas para a sociedade.
Precisamos estar sempre muito atentos pois existem instituições muito sérias e que oferecem educação de qualidade, mas também existem as que não são tão comprometidas com os resultados que serão obtidos pelos seus acadêmicos e com a qualidade dos serviços prestados pelos futuros profissionais no mercado, visando tão somente o “lucro” a qualquer custo. Portanto pesquisem não apenas valores, mas o mais importante que é qualidade do ensino.
Acredito que o EAD precisa se ajustar as necessidades e cultura brasileira. A base educacional inadequada e a falta de disciplina para leitura torna o EAD uma grande desafio para as instituições.
Concordo com a Regiane Rodrigues que o EAD é uma forma de quebrar paradigma. Principalmente porque a comunicaão entre professor e estudante não tem a comunicação gestual, expressões faciais e precisa desenvolver identificação e empatia, mesmo nos formatos de comunicação assíncrona.
Sabemos que para atrair a atenção, permanência e o bom desenvolvimento do estudante a empatia com a disciplina e o professor somam como motivação. Isso inclui a informação dos métodos de avaliação, e critérios de nota.
Que bom que o MEC esta de olho nas instituições de Ensino a Distância, prezando por uma Educação de qualidade e de credibilidade. Infelizmente problemas acontecem e a falta de ética também, devemos continuamente lutar para minimizar tais problemas.
É uma maneira de mostrar que o MEC está atento e procurando qualidade no ensino, indpendente que seja EAD ou não. Felizmente!
Fico feliz que o MEC esteja observando e tomando decisões na procura de uma melhor educação. Isso faz com que a credibilidade aumente e a EAD tenha cada vez mais seu espaço.
É muito importante o trabalho do MEC pois mostra que a EAD deve seguir todos os critérios estabelecidos para a educação. Dessa forma se promove a qualidade no ensino a distância.
Os cursos de EaD exigirão uma fiscalização mais rigorosa por parte do Ministério da Educação. A venda de diplomas e a falta de qualidade, são os principais males a serem combatidos nessa modalidade.
Os cursos de EaD estão com grande procura, penso que a fiscalização rigorosa é assencial para o sucesso do mesmo.
Concordo com a posição tomada pela MEC e não acredito que esta venha servir para causar entraves na modalidade EAD, pelo contrario, atitudes como esta devem sempre existir e de forma efetiva, pois somente desta forma teremos transparências e um maior empenho por parte das instituições que dispõem desta modalidade de ensino.
Também concordo. Muitos pensam somente no rendimento financeiro, deixando a qualidade a desejar e com isso os participantes dos cursos a distância que acabam ficando prejudicados.
Acredito que a EAD conseguirá ganhar mais espaço no ensino superior.Está aos poucos conseguindo ter o crédito que merece de ensinno de qualidade.Mas vale ressaltar a importância de verificar assim como acompanhar o funcionamento desses cursos .
Com a fiscalização sistemática do MEC, teremos cursos EAD de qualidade e instituições idonêas.
Cursos em EaD não podem ser confundidos com falta de qualidade e descompromisso da Instituição em oferecer um ensino de qualidade.
Na verdade essa cultura já vem da educação básica, onde os alunos não estudam e o professor tem que fracionar a sua nota ou pontuação do bimestre em quatro , sendo que um quarto dessa é prova ou avaliação, e os outros três quartos e dividida entre trabalhos e pontos de caderno, onde o aluno tem o dever de ter o conteúdo e não receber uma pontuação por isso.
Falta uma reforma na educação Brasileira, onde os alunos têm, mas direitos que os professores, e quando chegam em faculdade ou universidade passa vergonha quando o professor recusa ou fala que não acredita que a sua turma está escrevendo dessa forma, ou ainda tem instituições que mau avalia seu futuro aluno de forma criteriosa por não conseguir a quantidade mínima de alunos par forma uma turma, e deixa entra alunos que mau sabe escrever ou fazer uma redação.
O Brasil tem que fazer uma reforma na educação onde possa verificar o verdadeiro desenvolvimento e não essa maquiagem onde diz que estamos elevando os níveis da educação básica com notas aceitáveis nas avaliações feitas pela parte competente, onde o professor tem a obrigação de passar o aluno para não baixar o ideb de sua escola, sendo assim não mostra a verdadeira face da educação Brasileira que esta defasada e pedindo socorro…
É muito importante a atuação do MEC, pois somente desta forma a EAD pode garantir seu status de seriedade e comprometimento com a educação autêntica. As instituições que disponibilizam essa modalidade de ensino não podem pensar somente em quantidade devem zelar pela qualidade de seus pólos.
A atuação do MEC só reforça a luta para quebrar paradígmas sobre a qualidade da educação a distância.
Com muito respeito eu gostaria de discordar dos demais colegas que parabenizaram o MEC. Na verdade, o mesmo está sendo conivente por manter esta instituição credenciada para a oferta de EaD já há algum tempo.
Afirmo isso porque, foram várias as denúncias feitas à Diretoria de Regulação e Supervisão do MEC (na qual ao meu ver, o seu diretor incorre em flagrante improbidade administrativa), pois só tomou alguma providência depois do escândalo ter surgido na TV. E, pior ainda, o mesmo dá a entender que isso só ocorreu devido ao trabalho de supervisão do MEC. Entretanto, neste caso, ficou evidente que foi a Polícia Federal quem realizou a investigação.
Porque será que o MEC sempre chega atrasado? Mesmo com o termo de saneamento desta instituição vencido há pelo menos 14 meses, porque só agora uma medida, diga-se, paliativa, é realizada pelo MEC?
Mas, se acharem que eu estou exagerando, visitem alguns dos 84 pólos que ainda restaram como credenciados, e, que portanto, continuam a receber os alunos. Será que alguns deles possuem o básico, como por exemplo, a biblioteca contendo a bibliografia básica dos cursos?
A verdade é que cabe a nós, a opinião pública fiscalizar, em especial, àqueles que deveriam prestar esse serviço a toda a sociedade. Finalizo com as seguintes indagações: será que o MEC avaliza o funcionamento desses 84 pólos? Se sim, quais foram os critérios? Houve vistoria em todos eles? Qual era o prazo para que todas as deficiências tivessem sido sanadas? Certamente, quando souberem dessas respostas, vocês verão que nem sempre as coisas são como parece.
Por isso, a meu ver, o grande responsável (além da instituição, é claro) por essa situação ter chegado ao ponto em que se chegou só tem um nome: MEC – Diretoria de Regulação e Supervisão!
Acredito que é por conta de ações como essa que o EAD tem crescido tanto em nosso país, a fiscalização, bem como a conscientização das instituições e da população de que Educação à Distância é uma modalidade que precisa ser aperfeiçoada mas que é tão eficiente quanto a presencial, desde de que seja oferecido ensino de acordo com as diretrizes do MEC.
Vendo o Ensino a Distância democratizando o acesso ao ensino para todos. É uma pena que as Universidades não possam atender a todos considerando os padões de exigências do MEC.
É o momento da formalização e após o crescimento. Nos últimos anos a oferta de cursos em EAD cresceu muito e agora acredito que o MEC está tentando garantir a qualidade dos mesmos.
Quem concorda que a atitude do MEC é correta?
Visitem meu blog:
http://ead-brasil.blogspot.com
Eva
A EaD certamente crescerá de maneira exponencial em nosso país, em virtude dos inúmeros diferenciais em relação à educação presencial. No entanto, atitudes com a dessa instituição de ensino mostra que a metodologia ainda não está sendo tratada com o devido cuidado, o que pode aumentar as críticas quando ao modelo a distância e atrasar um pouco seu desenvolvimento, mas não impedí-lo.
O tema Educação deve ser tratado com seriedade por todos os segmentos da sociedade. A Educação a Distância pela especificidade requer ainda mais atenção por parte das instuições que a oferecem. E das instiuições reguladoras esperamos muita responsabilidade a fim de garantir aos estudantes desta modalidade a credibilidade e eficiência que merecem.Parabéns ao MEC!
Estamos falando de um caso, apenas um caso que foi averiguado mais a fundo, chegando-se a um “decisão”. Quantas não serão as “instituições” que praticam a mesma política? E quantos não serão os “alunos” que se satisfazem com isso, pois apenas aguardam seu “diploma” no decorrer do curso?
Muito boa a atitude do Mec, isto mostra que a EaD já ganhou reconhecimento pelo mesmo.Porque não importa se a modalidade for Presencial ou a Distãncia, acima de tudo é necessário a qualidade do ensino e não somente quantidade.
E por essas e outras que o ensino a distância acaba ficando mal falado. Por falta de ética de terceiros muitos acabam pagando por isso, pois os “fofoqueiros” de plantão, não vão sair por aí deizendo que isso aconteceu com determinadas instituições vai generalizar e o que acaba caindo é o conceito de todo o ensino a distância. Mas mesmo assim fico feliz com os critérios utilizados pelo MEC.
Realmente a EAD foi uma nova dinâmica de aprender, porém nos assusta quando vemos o tanto de instituições aderindo a esse sistema e as vezes não tem o comprometimento que o método exige. Então vale sim a atenção do MEC em acompanhar de perto essas instituições para que não venham a banalizar essa excelente forma de ensinar.
Infelizmente são atitudes irresponsáveis como esta que denigrem a imagem da Educação a Distância. Trabalho em uma IES que se preocupa cad vez mais se adequar as exigência do MEC: a Anhanguera
EAD É A NOVA TENDÊNCIA EM EDUCAÇÃO FORMAL…
Nossa! Fiquei surpresa, pois conheço pessoas que se formaram pela UBRA e acompanhei o esforço dessas pessoas para se formarem, é uma pena que tenham descredenciado por algumas exceções, gostaria de saber se com isso quem ja se formou pode se prejudicar.
A credibilidade e valorização dos cursos a distância no Brasil, somente se dará com um firme determinação do MEC na priorização da qualidade do conteúdo dos cursos.
Se de um lado a atuação do MEC é esperada, por outro lado a falta de agilidade em agir deixa a desejar. Como ficarão os alunos dos 198 cursos descredenciados, que acreditaram e investiram nas instituições? Certamente o processo de credenciamento é falho e recai novamente como tudo no Brasil no enganado usuário.
Qualidade no ensino é dever de uma boa instituição, procurar sempre instituições que tenha recebido bons conceitos pelo MEC. E lembrar sempre que na EAD o aluno conduz seu estudo, para um bom profissional ou não.
A fiscalização é inerente aos órgãos censores, somente assim poderemos ter uma educação de qualidade.
Que notícia triste! Bem pelo menos esses que fazem mal para as EaD’s foram retirados! A EaDs como já disse várias vezes é uma grande ferramenta de ensino que o Brasil está descobrindo e não cabe nenhum tipo de falsidade! Vigiemos para que a EaD seja cada vez mais confiável e respeitada!
Concordo muito com a atitude do Mec, pois vejo que a sua proposta é oferecer um ensino de muita qualidade, e coloca assim sua responsabilidade em fazê-lo. pois somente assim a EaD torna-se viável e confiável.
Fiquei feliz pela atuação do MEC e da Polícia Federal, pois com uma boa fiscalização podemos ficar um pouco mais tranquilo em relação a qualidade dos cursos á distância que se abrem.
O descredenciamento das Instituições é mais uma atitude que vem dar mais crédito e fortalecimento ao EAD. Quem pensa que o EAD é fácil e favorece aqueles que não levam a sério o estudo, está muito enganado. Aprovo a atitude do MEC e me sinto orgulhosa por ser aluna do EAD e estudar numa Instituição que apóia, valoriza e prestigia o aluno e essa modalidade de ensino.
A atuação do MEC e necessária, pois no momento estamos vivendo um “brumm” de EAD, e precisamos prezar pela qualidade.
Para que a modalidade Educação a Distância tenha credibilidade no processo pedagógico de aprendizagem superior, é importante que o Ministério da Educação (MEC) faça o acompanhamento das Instituições que oferecem esta modalidade, fiscalizando mais de perto a maneira que são oferecidas as aulas e o material didático e principalmente uma fiscalização especifica nos polos de ensino, os quais são o primeiro e tão importante elo do aluno com a instituição de ensino.
A atitude do MEC em descredenciar instituições que não oferecem ensino de qualidade é mais um ato que fortalece a modalidade EAD, pois esta modalidade veio para transpor os paradigmas do ensino convencional.
Acredito ser fundamental a atuação do MEC com relação a fiscalização das instituições que proporciona EAD. Essas atitudes vem fortalecer o ensino de qualidade…
Ainda bem que o MEC esta fiscalizando as instituiçoes, pois com a EAD crescendo tambem vem os aproveitadores que nao prezam pela seriedade e pela qualidade dessa modalidade de ensino. Porem, deve haver mais rigor nessas fiscalizaçoes pois ainda existem muitas universidades, inclusive a que foi citada, enganando e se aproveitande de pessoas que acreditam na instituiçao.
É Apartir destas atitudes do MEC que podemos confiar na seriedade das intidade que se propoem a aferecer estes tipos de serviços. Pois o ensino de qualidade é e uma boa estrutura organizacional de certa forma é responsavel por tornar os academicos bons profissionais no futuro…
Para minimizar este tipo de Instituições o MEC tem visitado e “exigindo” normas e regulamentos fundamentais para as Instituições. De modo que, algumas Instituições de ensino tem suas atividades encerrada e as demais os gestores procuram adaptar da melhor forma possível quantidade e qualidade em um mesmo espaço.
A atuação do Mec me mais confiante, pois acredito que a EAD só tende a crescer.
O descredenciamento do MEC de alguns cursos, faz cada vez mais melhorar outros cursos que devem se adaptara aos Termo de Saneamento de Deficiências atingindo uma maior qualidade neste maravilhoso mundo da Educação à distância, onde o conhecimento não tem limites.
O MEC está desempenhando seu papel como agente regulador. É uma boa notícia para aqueles que estão fazendo EAD com qualidade. Não serão colocados no mesmo cesto quando vierem as críticas.
É também um alerta que nos lembra a relação quantidade-qualidade.
Acredito que o papel do MEC seja esse também, se supervisionar e direcionar as instiruições para que realizaem um bom trabalho. Educação é uma política muito séria e deve ser entendida como tal.
Esse tipo de atitude dá credibilidade, na proposta de qualidade do EaD inserido pelo MEC, retirando do mercado aqueles que não tem comprometimento com formação profissional.
A atitude do MEC em fiscalizar as instituições traz tranqüilidade aos alunos que fazem ou pretendem cursar o ensino na modalidade a distância, tirando do mercado aqueles que visam apenas o lucro e não são comprometidos com a qualidade do ensino.
O Ministério da Educação (MEC) esta mostrando que procura fiscalizar as Instituições que oferecem a modalidade Educação a Distância, porém foi preciso que ocorresse uma denúncia em comunicação televisiva para que o descredenciamento acontecesse.
Acredito que a fiscalização deve acontecer de maneira contínua e não somente na EAD, mas também no Ensino Presencial, pois essas atitudes demonstram o verdadeiro acompanhamento do MEC junto as Instituições e acima de tudo procurando preservar a qualidade no ensino superior.
E se o ex-funcionário da universidade não a tivesse denunciado? Como o MEC realiza a fiscalização?
O Mec está cada dia mais fiscalizando e descredenciando instituições com ensino fraco e de péssima qualidade.Isso é muito bom para o Brasil, pois cada dia a imagem do Brasil no exterior fica cada vez melhor em relação ao ensino.
Muito bom o papel que o mec está desenvolvendo com relação as instituições de ensino. A cada dia está surgindo mais e mais instituições e acham que não tem fiscalizações para abrirem novos cursos.
Ótima ação realizada pelo MEC, pois infelizmente muitas instituições de ensino em EAD tem prezado mais o lucro e com isso perdendo a essência a beleza de educar. Esperamos que com esta ação possamos perceber a curto prazo uma melhora na EAD, pois o crescimento desta modalidade é certo e a qualidade não deve ser esquecida
Para aqueles que não tem um compromisso com a educação serve de alerta, saiam do mercado e de lugar a instituição sérias. Parabéns ao MEC.
A EAD veio para ficar e o que precisamos é que todos os envolvidos (discentes, docentes, diretores e governos) tenham cada vez mais acesso as informações relativas a EAD. Infelizmente a EAD ainda é vista, por muitos, com uma forma de atingir metas do Governo e não como uma modalidade de Educação eficiente. Desde que levada a sério, é claro! Precisamos de empresas que queiram lucrar sim, mas que primeiramente queiram promover Educação de qualidade!
Ao que parece o Ministério da Educação (MEC) ainda não está preparado e atento em relação as Instituições de Ensino que oferecem essa modalidade ensino de adultos na forma de Educação a Distância, pois foi preciso uma denúncia para que ele tomasse uma providencia. Quando eu fiz uma análise no próprio site do MEC (e-mec) percebi que muitas unidades (pólos) da Ulbra eram pré-escolas ou salas de escritórios alugadas. Se queremos que o EAD venha a ser uma forma eficaz de educação pelas IES a infraestrutura é o cartão de visita dos cursos, nesse caso parece que a Ulbra não deu a devida atenção a isso infelizmente, pois a Ulbra é uma grande e respeitada Instituição de Ensino Superior.
Nossa!!!! Isto não pode acontecer, pois os cursos de EDA estão a cada dia ganhando credibilidade e isto faz com que as pessoas começam a repensar sobre esta modalidade de ensino que muitas vezes são as chances de muitos acadêmicos cursarem um curso superior principalmente!! Uma vergonha sendo uma das maiores instituição de cursos EAD!!
Que bom que houve fiscalização. Imagino que devam existir em outras instituições casos similares. Falta de controles das instituicoes e aprovações de alunos que não cumpriram as exigencias minimoas acadêmicas. É vergonhoso o que ocorreu na ULBRA. Que a fiscalização seja ampliada, afinal, esse assunto é sério e grave.
Um absurdo faculdades a distancia lançando notas para avaliações inexistentes e emitindo diplomas sem um mínimo de conferencia. Assim, se não houver controles do MEC e órgãos competentes, milhares de “profissionais” seriam graduados sem o mínimo de verificação dos conhecimentos adquiridos. Lamentável o que ocorreu na ULBRA. Que a fiscalização seja ampliada para outras instituições de ensino a distancia.
ACHO DE SUMA IMPORTANCIA O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO DA CONTINUIDADE A SEUS ESTUDO. PORÉM AS DIFICULDADES SÃO MUITAS, COMO É O CASO DE CURSAR O MESTRADO QUE EM MEU ESTADO SÃO POUCAS VAGAS E MUITA BUROCLACIA COMO FORMA DE EXCLUIR A MAIORIA. QUANDO O GOVERNO IRÁ REALIZAR U PROJETO VOLTADO PARA A REALIZAÇÃO DE MESTRADO.
Fico feliz em saber que o MEC esteja agindo na fiscalização do ensino Superior a Distância. O que mais tem se visto hoje em dia são Universidade abrindo as portas para ofertas de cursos à distancia quando na verdade não tem condições tecnológicas de ofertar tais cursos.
Ainda lendo os comentários da colega acima, penso que está no momento do MEC repensar a idéia do Mestrado EaD, e ampliar essas modalidades, uma vez que penso que a burocracia tem sido uma forma de exclusão do acesso aos cursos!
Vamos torcer para seja aberto a todos em breve!
Estamos vivenciando um momento decisivo para a Educação à Distância, visto que as qualidades do curso que são oferecidos pelas universidades estão com a sua credibilidade diante da mídia e da sociedade, estão cada vez sendo valorizados por todos.
O Mec realmente precisa fiscalizar muito de perto estas instituições que fazem do EAD uma máquina de emissão de diplomas. Isso faz com que Universidades que investem muito nesta nova modalidade tenham ainda mais força para continuar com o processo de credenciamento e reconhecimento de seus cursos. E também faz com que o aluno possa de fato ingressar em uma Universidade que garanta a ele a possibilidade do aprendizado através do EAD.
É imprescindível a atuação do MEC frente aos diversos pólos de educação desse país. Atualmente estamos vivenciando uma massificação da educação, onde o importante é o número de alunos numa sala e não a qualidade da educação. É preciso tomar cuidado, repensar estes valores!
Nós professores e formadores de opinião apaixonados pela arte de “educar e transferir conhecimentos” entendemos que a qualidade no ensino seja ele em qualquer fase do processo é mais que um dever de uma boa instituição, e lembrar sempre que o Ensino a distancia embora o aluno conduza seu estudo, é necessária a conscientização dos mesmos que são co-autores no processo de aprendizagem e que mais do que nunca precisam desenvolver planejamento e organização para se obter o Maximo de aproveitamento nos estudos.
Sabe-se que a educação à distância tem um caminho enorme a percorrer e deve encontrar com urgência saídas para os desafios que realmente apresenta à educação a distancia.
Acordo com o posicionamento do MEC, acerca da fiscalização nas instituições de Educação a Distancio, visto que, não ocorrendo esta fiscalização os cursos podem ser de baixa qualidade.
A FISCALIZAÇÃO DO MEC É IMPRESCINDIVEL PARA QUE O ENSINO A DISTANCIA, MODALIDADE TÃO DISCRIMINADA PELA SOCIEDADE, TENHA SEU RECONHECIMENTO QUANTO A SUA SERIEDADE E CONFIABILIDADE.
É extremamente importante que haja uma fiscalização séria destas instituições com objetivo de evitar que situações como esta ocorram e atrapalhem o desenvolvimento da educação a distância em nosso país.
Uma conduta séria destas instituições é o que se espera e a fiscalização faz-se extremamente necessária para atitudes como esta não manchem esta modalidade de educação que a cada dia cresce em nosso país sob olhares de desconfiança.
Acredito que seja necessário um controle efetivo para que essa educação se torne uma realidade positiva, uma vez que deve haver o comprometimento tanto de professores quanto de alunos na busca pelo ensino-aprendizagem.
Coloco que e gratificante saber que a Educação a Distancia está sendo reconhecida pela sociedade e pelo MEC, e assim, favorecendo todos que almejam uma educação de qualitativa.
Ao mesmo tempo em que cresce o número de instituições credenciadas a oferecer a Educação a Distância, de forma significativa, a exemplo do Estado do Rio Grande do Sul, onde em 1991 havia 45.116 vagas para essa modalidade de ensino e em 2007 chegou a 126.537 conforme divulgação do INEP, alguns descredenciamentos devem ocorrer como forma de efetivar o controle da qualidade da educação, a exemplo do que ocorreu na Universidade Luterana do Brasil.
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Educação a Distância é caminhar em uma linha finamente delicada. Uma vez que não há o contato entre docente e discentes de forma presencial, há a necessidade de um rígido controle dos alunos matriculados e que estão ou não cumprindo com suas atividades. Infelizmente, nem sempre isso ocorre. Pedir esse controle do tutor, é desumano, pois normalmente ele tem salas de 200 ou mais alunos. É uma questão de uma TI muito bem estruturada. Não basta abrir incontáveis cursos sem antes, uma estrutura muito bem definida. A postura do MEC foi pontual, a Educação a Distância não pode ser banalizada, muito menos sucateada.