A discussão sobre a eficácia de um curso a distância extrapola os limites da universidade. No mercado de trabalho, especialistas se dividem quanto à recepção que o estudante recém-formado num curso superior a distância vai ter ao procurar o primeiro emprego. Alguns falam em resistência em relação ao “diploma vem pelo correio” de um curso não-presencial.
“Na idade de cursar a graduação, a opção deve ser pelo modelo presencial”, diz Carmem Alonso, gerente de treinamento do Núcleo Brasileiro de Estágios. Para ela, há conservadorismo e preferência do mercado pelos candidatos que fizeram a graduação no modelo presencial, mas o cenário muda no universo de pós-graduação. “No Brasil, ainda há uma desconfiança com relação à graduação a distância. Mas não há quanto à pós-graduação. Nesse sentido, é sempre bem-vinda e só incrementa o currículo”, diz.
Para outros profissionais envolvidos em seleção e treinamento, o curso não-presencial, quando bem feito, pode apresentar algumas credenciais muito bem recebidas pelo mercado de trabalho, como “disciplina, organização e atenção a prazos”, essenciais para cumprir o extenso cronograma de atividades existente na maioria dos cursos não-presenciais.
“Os que se formaram mostram que têm bastante disciplina, empenho, são organizados e cumprem prazos”, acredita Constantino Cavalheiro, diretor da Catho Educação. “No processo seletivo, a empresa não avalia a modalidade de ensino, mas a instituição. Se é de renome, é aceita. O que conta é a reputação da escola. E mais importante que o certificado é o conhecimento do aluno e sua capacidade de apresentar resultado.”
Os números do último censo do ensino superior a distância mostram que o porcentual de jovens com menos de 18 anos interessados nas faculdades virtuais é de apenas 2%. O estudante dessa modalidade tem, na maioria, entre 35 e 39 anos, ganha até três salários mínimos e é do sexo feminino.
Fonte: EStadão
EU SOU FORMADA EM LETRAS E ESTOU EM BUSCA DE UM CURSO DE MESTRADO A DISTâNCIA.ACREDITO QUE A CAPACIDADE DE CRESCIMENTO DO ALUNO EM UM CURSO NÃO-PRESENCIAL ESTÁ NA DISCIPLINA,DEDICAÇÃO E PRINCIPALMENTE NA VONTADE DE VENCER.
Gostaria de receber mais informações sobre a pós – graduação stritu sensu.
SERÁ DE MUITA IMPORTANCIA PARA TODO OS EDUCADORES QUE DESEJAM CURSAR MESTRADO NESSA NOVA MODALIDADE.PONTO PARA DILMA!!!!!!!!!!
MEU SONHO É FAZER MESTRADO.SOU FORMADA EM NORMAL SUPERIOR E NÃO SEI QUE ÁREA OPTAR.ME DÊ SUGESTÕES…
gostaria de mais informações sobre pos-graduação stritu sensu
sou professora de ed. infantil da rede publica municipal, quero me especializar. preciso de mais informações
Trabalho e estudo na faculdade Anhanguera, oferecemos cursos a distância para Graduação e Pós-Graduação, percebo que realmente os candidatos as vagas tem receio de fazer o curso a distância, porém, posso dizer que é tão bom quanto o presencial, com riqueza de conteúdos, segue a ementa e as exigências do MEC, e além disso o profissional que se torna após um curso a distância é com certeza aquele que cumpre os prazos, determinado, focado, interessado e aproveita muito mais o conhecimento adquirido por que ele busca esse conhecimento, depende mais dele do que do professor. Lembrando também que o professor é um facilitador do conhecimento e que há interação com ele de maneira diferenciada, através de um ambiente virtual que não deixa a desejar.
Ainda existe muito preconceito com relação a graduação em EAD por falta de conhecimento e muitas vezes por falta de auxilio para quem entra nesta área.
As vezes deixamos de fazer um curso de graduação à distância justamente pela discriminação de empresas como citada no artigo.
Para que isso acabe é preciso que mais empresas reconheçam esta ferramenta como algo que trará profissionais mais centrados e responsáveis.
me desculpem os analistas de RH e outras área de recrutamento mas os números do ENAD, mostram que os alunos formados em EAD são mais eficientes do que os de cursos presenciais. Falta informação,e isto o aluno de Educação a distancia é “forçado” a buscar constantemente.
Sou profissional de Recursos Humanos e nunca exitei em indicar profissionais que tenham feito seus cursos á distânica, muito pelo contrário, esses demonstram ser pró-ativos e capazes de desenvolver suas habilidades com foco nos objetivos, por isso, a discriminação nesse caso é insensata. Leciono também em cursos de tecnologia em RH e também preciso fazer mestrado, mas encontro uma dificuldade enorme na conciliação de tempo, portanto, busco no mercado uma instituição no Brasil que disponibilize o mestrado na modalidade EAD, caso alguém conheça, por favor, indique.
Realmente a discriminação é bem grande, embora o número de candidatos a fazer o curso também vem crescendo segundo estatísticas.
Acredito que a EaD é o futuro do nosso país,através dessa forma de educação,conseguiremos abranger um maior número de pessos estudando e se atualizando.
Acompanho alunos do curso de Administração EaD da Universidade Anhanguera Uniderp, como professora tutora a distancia e assim como no modelo presencial observo que há alunos disciplinados, organizados, atentos aos prazos e bastante empenhados, dessa forma acredito que a seleção para o modelo de profissional deve estar ligada as características da pessoa e não as características do seu certificado.
Sou professora Universitária e defendo o Ensino à distancia como uma das modalidades de aprendizado e ele não é para o aluno que busca a Universidade para ter apenas um diploma, o EAD exige muito mais do aluno, bem como a dedicação e disciplina, qualidade estas que não encontramos em todos alunos.
O sentimento é gerada por aqueles que acreditam no tradicional, a mudança é sempre vista com desconfiança. Acredito que a EAD é mais difícil para alunos menos experientes, pois a disciplina de estudo é muito diferente de quem está na sala de aula.
Tudo é uma questão de tempo. A confiança vem a medida que que as pessoas experimentam este modelo de Ensino e percebem o ganho em aprendizagem. É importante ter disciplina e determinação na realização da EAD.
Acredito que o preconceito começo pelo candidato mesmo, visto que como o Sr Joélcio Pinto escreveu a modalidade não precisa ser descrita no currículo. O que pesa mais tanto no ensino presencial como EAD é a Instituição promotora – credibilidade, qualidade do ensino, histórico. E solicito informações a respeito de mestrado à distância em Educação e/ou Comunicação bom e viável.
Quando fiz minha graduação ainda não tinha acesso a um computador. Hoje leciono para curso superior e tento acompanhar a evolução da tecnologia. Também sou empresária e não dá mais para sobreviver no mercado sem as ferramentas tecnológicas. Como pode a educação não inovar suas práticas? Professores, vamos lá, precisamos inovar. E estudar EAD vai possibilitar nossa autoaprendizagem.
Oi realmente o curso a distância é visto como negativo no mercado.
Vejo com maus olhos a discriminação quanto a recepção de recém-formados em cursos de educação a distância no mercado de trabalho uma vez que os profissionais do RH que realizam o recrutamento e seleção estão utilizando como filtros o fato do candidato vir de uma graduação presencial ou a distância, já que quem seleciona deve ser capaz, por meio de testes, dinâmicas e exercícios de avaliar o perfil do candidato e não o grau de conhecimento do mesmo.
Acredito que o próprio mercado é o melhor filtro, pois os maus profissionais, independente de sua formação ter sido presencial, semipresencial ou a distância, não conseguem permanecer e não estabelecem vínculos duradouros nas empresas.
Vejo também o outro lado e acompanho notícias que mostram por meio de estatística como aos poucos esta aceitação está amadurecendo e transformando o meio que conhecemos hoje, num mercado mais justo e concorrido, todos temos a ganhar com a concorrência e ofertas de profissionais, basta que a pessoa certa seja inserida no local certo ou diante da oportunidade adequada as suas possibilidades.
Sou tutora de curso de especialização á distância na área de saúde e tb de curso presencial e realmente recebo reclamações de vários alunos de que após a realização do curso não conseguem emprego na área devido o curso ser distância, não entendo o que acontece com o mercado de trabalho, já que percebo melhor dedicação e maior aproveitamento do ensino de alunos EAD do que presencial.Ás vezes o aluno de curso presencial só está de “Corpo Presente e cérebro ausente” já o aluno EAD se não está interessado no aprendizado desiste do curso ou se fica leva á sério.
Essa realidade do mercado de trabalho tem que mudar.
Entendo que o ensino EAD- existe uma distancia fisica e que deverá ser superada pela pedagogica, onde o tutor mediará com motivação
olá,
Sou assistente social e hoje trabalho como Profa.Tutora a Distancia em uma Universidade e posso dizer que depende da disciplina do aluno para fazer seus estudos.
Abraços
Realmente essa descondiança existe, mas por outro lado a procura pelos cursos são grandes.
Sou tutora de curso á distância e recebo várias reclamações de alunos dizendo que não conseguem emprego na área por ter sido cursa á distância. Até quando teremos esse preconceito? Será justo diante de um páis de grande extensão territorial e onde há dificuldades de ensino a muita gente?
Bianca
é verdade, ainda existem muitos preconceitos em relação aos estudantes de ensino a distância, eu como tutora presencial, presenciei profissionais de formação presencial, do mesmo curso meu, recusar alunos a distância a fazerem estágios obrigatórios…..isso não é preconceito?????
É verdade ainda há preconceitos quanto ao ensino a distancia, eu sou tutora presencial, e estes alunos tem que fazer estagio, cumprir carga horaria , fazer um artigo cientifico e apresentar em uma banca avaliadora.Eles fazem tudo o que um aluno que tem ensino normal faz.Não tem pq ter preconceito.Concordo com o ensino a distancia, quem faz o profissional e ele mesmo com sua força , capacidade e interesse
Estou fazendo um curso de pós graduação EAD e realmente estou muito bem impressionada com a qualidade do material e com o profissionalismo. Achei que não ia gostar, mas muito pelo contrário, estou gostando e muito. Também estou super animada e você ainda pode ter a opção de avançar conforme seu tempo e interesse… e como ter um pay-per-view exclusivo para o seu aprendizado. Recomendo!
O mercado de trabalho atual está se adaptando ao novo estudante/profissionais-EAD. Como foi falado no texto, hoje temos de tudo no mercado de trabalho: formados em presenciais e hoje na EAD também. Não podemos generalizar. Assim como temos ótimos alunos que fizeram EAD, aplicados, responsáeis temos alunos que fizerem cursos presenciais e não levaram a sério. Temos que ver a formação do candidato, a instituição de ensino onde se formou e a bagagem que ele trás. O mundo mudou e a educação também.
Olá! Estou passando pelo blog e achei interessante o assunto. Eu penso que quem faz o desempenho intelectual e do aprendizado somos nós mesmos. A questão do curso ser presencial ou a distância, não interfere na questão de qualificação. Se a pessoa não se esforçar numa dessas duas modalidades de ensino, ela não vai ser um bom profissional. O que a pessoa tem que ter em mente é que o desempenho intelectual e profissional, dar-se-a, mediate a dedicação. Sem isso, não há possibilidade nenhuma de se tornar um cidão consciente de seus deveres e direitos.
Vou deixar uma pergunta: vocês acham que o mercado de trabalho atual tratará um curriculo EAD com o mesmo valor que um curriculo de uma faculdade presencial?
Tenho a mesma dúvida, e ainda acrescento mais uma: será que o sistema educacional hoje criará jovens capazes de ter bons resultados em um curso EAD, já que o despreparo deles é evidente no ensino médio?
Deixo uma pergunta: será que o mercado atual coonsidera um curriculo de EAD com o mesmo valor que um curriculo presencial?
Fazer um curso em EAD exige muito do aluno, por isso muitas vezes esses alunos acabam se destacando entre os demais. Mas é preciso muita dedicação e disciplina na hora dos estudos.
Atualmente desenvolvo minhas atividades profissionais e sou estudante de Pós-Graduação em uma Instituição que oferece cursos à distância em Graduação e Pós-Graduação, recebem um grande número de candidatos, pois a dinâmica oferecida proporciona que o aluno busque uma atuação constante para o desenvolvimento de suas atividades. Dessa forma vem mostrando que o curso a distância, tem recebido a mesma seriedade que o presencial, seus conteúdos são apreciáveis e atendem as exigências do MEC. Na modalidade, o professor é um facilitador no ambiente virtual, colabora repassando seus conhecimentos e interagido diariamente com seus alunos na maioria das cidades do Brasil.
Cursei graduação no presencial, não tinha confiança em cursos a distância ao término do curso recebi uma proposta de um professor para trabalhar na instituição onde estudava na área de EAD.
Com a convivência mudei completamente minha visão, percebi a seriedade dos professores e toda a equipe e hoje estou fazendo uma pós em EAD e estou gostando muito.
O mercado de trabalho formal sempre opta por aquilo que é mais formal, porém o mercado denominado menos formal tente a observar a capacidade do indivíduo e não apenas a sua formação. A educação a distância é um modelo sério, legalizado e amplamente amparado pelo MEC, sem contar que hoje ele é adotado em quase todas as faculdades e universidades do Brasil, então, sob esse aspecto não há com o que se preocupar.
Sou mais uma destas pessoas que era descrente em relação à EAD. Desde o ano passado, mudei totalmente meu pensamento e ação sobre esta metodologia. Sou tutora e coordenadora da EAD e percebo claramente que tudo só depende única e exclusivamente do aluno quando se quer fazer a diferença, seja no presencial como a distância. Sou também aluna em pós sobre Metodologia e Gestão em Educação á Distância e reforço ainda mais esta forma de ensino que nos faz ler muito, pesquisar e interagir e assim a informação e o conhecimento cresce a cada dia, melhorando nossa performance em todos os aspectos da nossa vida.
Não é o fato de um curso ser presencial ou a distância que mostra se o recém formado está apto para determinada função. As pesquisas que comparam o desempenho de estudantes de cursos presenciais com os de cursos a distância mostram que os resultados são semelhantes. Um aluno de EaD, que possuir as habilidades necessárias para esse tipo de modalidade de ensino, pode ter pode ter muito mais conhecimento e competência para realizar determinada atividade do que um que se formou em um curso presencial. Além disso, algumas das habilidades adquiridas e desenvolvidas nos cursos a distâncias podem ser de grande valia na carreira profissional do aluno, como autonomia, organização, responsabilidade, motivação, etc.
Infelizmente a modalidade em EaD ainda não é bem vista como todos os comentários descritos aqui, porém acredito que o fato de ser uma tendência de mercado, até as empresas passarão a ter uma nova visão sobre estes profissionais que vêm se formando a cada ano.
A idéia é tentar passar para estes alunos do ensino fundamental e médio a importância desta ferramenta. Hoje algumas escolas já tem trabalhado a idéia de montagem de blog com alunos e mostrando a eles que no ambiente virtual podemos obter conhecimento, mas como citado em um comentário, tudo que é novo precisa ser experimentado para parar de ter preconceito e é essa a verdadeira saída para acabar com isso.
Penso que quem faz o desempenho intelectual e do aprendizado somos nós mesmos. A questão do curso ser presencial ou a distância, não interfere na questão de qualificação.
Sou professora tutora e compartilho com a Márcia Castaldi. A própria matéria já diz que o mercado esta em busca de profissionais criativos, disciplinados e que cumprem prazos.
Claudia Lemes, sua experiencia também ocorreu comigo. No meu acaso foi com profissional de serviço social. É inconcebível um curso que luta pela não discriminação cometer um erro dessa natureza. São profissionais que desconhecem a qualidade do EAD. Com o tempo terão consciência do engano que cometeram.
Ola! Daniele,
Eu vejo que a educação diante dos novos paradigmas se torna renovada e transforma o modelo de recepção clássica com sua forma de difusão. Não há improvisos, infelizmente comum numa relação presencial – aluno/professor. Na EAD os educadores estão descobrindo que a verdadeira educação deve ter a participação ativa do aluno. Respondendo ao processo por inteiro. Daí a necessidade, não de suplantar a educação presencial, mais sim trazer alguns frutos para mesma, aperfeiçoá-la, torná-la um instrumento mais efetivo no processo de transformação social através da mesma. Um Bom material, uma boa mídia não é tudo, é preciso responsabilidade e profissionais altamente competentes, para garantir o alcance dos resultados educacionais frente ao mercado de trabalho.
Com relação ao comentário da Sra.Carmem Alonso – Gerente do Núcleo Brasileiro de Estágios,respeito sua opinão, porém acredito que a tendência da procura dos mais jovens com relaçao aos cursos EAD irá aumentar, uma vez que a praticidade oferecida pelas novas tecnologias midiáticas, vem ao encontro das atuais necessidades da sociedade como por exemplo tempo, dinheiro e qualidade de vida. Também observo que apesar do mercado empresarial ainda ter uma certa resistência com relação aos graduados por EAD, a tendência é que com o tempo e “curto” tempo, esse “preconceito” venha a dar lugar a uma aceitabilidade inevitável, partindo do princípio que atualmente torna-se imperativa a rapidez do fluxo de informações e a possibilidade de acesso a todo e qualquer tipo de conhecimento de qualquer parte do mundo. A modalidade dos cursos EAD oferecem essa dinâmica, que tb colabora para que o aluno se torne protagonista e criador de suas opinões e idéias. Porém, apesar da praticidade oferecida pela modalidade, é imprecindível que o aluno seja responsável, disciplinado e motivado em correr atrás de conhecimentos que vão fazer o diferencial em sua carreira profissional.
Faço graduação e pós em EAD e estou adorando. Além de muita dedicação, a comodidade de realizar as atividades on line é muito satisfatória.
“Qualidade não é obra do acaso. Resulta de intenção, esforço e competência.” George Herbert. Ou seja, a qualidade na formação do estudante recém-formado num curso superior depende muito mais de sua atuação sobre ele do que do tipo de curso adotado (presencial ou a distância).
Na minha opinião as dificuldades de inserir as pessoas com diploma de graduação de cursos a distância no mercado de trabalho só vai acabar quando Instituições públicas Federais de nome como a USP,levarem a sério o ensino a distância, com investimentos e ensino de qualidade.
Tudo que é novo gera um desconforto,porém o que falta por parte de alguns profissionais é justamente conhecer como é e como funciona o ensino à distância.
Acredito que se todos os alunos desempenhassem os seus respectivos papéis, a educação a distancia venceria um passo que ao meu ver seria o mais preocupante, a conscientização de que o compromisso é o mesmo seja em uma universidade presencial ou em uma EAd.
Existe sim preconceito e receio em relação a Educação a Distância, como tudo que é novo. A educação a Distância exige muito mais do aluno, pois o mesmo não terá o professor para sanar suas dúvidas e não há flexibilidade de prazos para a entrega das atividades. Assim como na vida tudo depende da pessoa, na EaD não é diferente, se os alunos forem comprometidos, dedicados e responsáveis, teremos excelentes profissionais capacitados e com muitas idéias inovadoras atuando no mercado de trabalho.
A educação a distância existe a muito tempo, o que comprova sua qualidade. O diferencial é que o professor passa a ser um orientador, o aluno passa a ser o centro da ação ensino-aprendizagem. O aluno precisa de disciplina para o estudo. No ensino EAD o aluno deixa de ser passivo.
O ensino a distância tira o aluno da “zona de conforto”, ele deixa de ser passivo e o professor assume o papel de orientador. Isto exige do aluno disciplina de estudo.
Estamos falando de mudança de paradigma, e sendo assim, é necessário um tempo para que a sociedade se adapte ao novo. Certamente é fundamental a “militância” para neutralizar preconceitos e desconstruir verdades arraigadas. O alunos hoje matriculados em um curso na modalidade EaD não devem se preocupar com a aceitação do mercado. Com a velocidade das mudanças no mundo contemporâneo, muito provavelmente, ao final de seu curso essa realidade já será muito diferente.
Olá a todos!
Estive lenda a matéria e comentário e pensando sobre o que percebo em meus alunos de cursos presenciais e semi-presenciais. Realmente, como já dito por outros colegas, a disciplina é que determina o aproveitamento. Quantos cursos presenciais não são tão bem aproveitados por falta de disciplina e leitura? Certamente este preconceito com alunos de cursos a distancia tendem a diminuir com a participação destes em processos seletivos. Torço por isso.
Abraço…
Flavia
Na minha opinião hoje o mercado de trabalho não discrimina se o seu futuro contratado fez um curso superior a distancia ou presencial, o que vale mesmo é o seu conhecimento adquirido, e como o estudante vai se destacar dentro da empresa, sempre teremos exemplos de empresas que fazem exigências mas o que conta mesmo para ser efetivado na empresa é o conhecimento e capacitação do estudante
Não é apenas a disconfiança sobre a EaD, mas também temos que enfrentar a resistência dos novos usuários (com mais de 30 anos) e que se vêem obrigados a enfrentar uma atualização, meio que forçada, para continuar no mercado de trabalho cada dia mais digital.
Atuo no setor privado a muitos anos e percebo que ainda existe um certo preconceito em relação às pessoas formadas em cursos EaD por parte das empresas no momento da contratação. Porém como recém formado em um curso superior presencial, e agora iniciando um curso de pós graduação EaD, confirmo os comentários postados, sobre a maior exigência neste tipo de curso, onde o aluno é responsável por administrar seu tempo, realizar pesquisas, entregar as atividades requeridas dentro do prazo, participar de foruns sobre o tema. Apesar de ainda estar no inicio do curso EaD, já percebi que o aprendizado pode ser muito mais eficiente.
Na educação a distância os recursos tecnológicos representam instrumentos que ampliam, as possibilidades de interação e acesso as informações.
As atividades são realizadas no tempo do aluno, isto é, é flexível, porém existem momentos que deverá estar presente para que haja maior interatividade.
Nos cursos a distância os materiais são disponibilizados e o aluno precisa ler e interagir com os demais colegas e com o professor.
Por isso, é uma modalidade interessante e bem mais fácil de participar e realizar as atividades.
A legislação ampara. Veja abaixo:
A Educação a Distância (EAD), se respalda a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 9394/96 e as instituições passam a oferecer cursos de graduação a distância.
O Decreto 2494/98 alterou os artigos 80 e 87 da LDB, que modificou nos artigos 11 e 12 pelo Decreto nº 2561/98, definiu que apenas o Ministério da Educação (MEC) poderá credenciar os cursos de graduação e a formação tecnológica a distância, existentes no País.
A Portaria Ministerial nº 301/98 normatizou os procedimentos de credenciamento das instituições para a oferta de cursos de graduação e educação profissional tecnológica a distância.
Na educação a distância os recursos tecnológicos representam instrumentos que ampliam, as possibilidades de interação e acesso as informações. Desde que o aluno tenha em mente que esta possibilidade de interação seja para ampliar seu campo de conhecimento com vivencia as busca no decorrer do processo de graduação, e não para torná-lo mais preguiçoso em relação aos prazos e datas da entrega das suas atividade.
Há um mito fora do ambiente educacional que EAD, é um mecanismo para venda de certificados, errado, pois o aluno da EAD tem que esta mais preparado a este processo que se desenvolve muito mais
O público para essa modalidade de ensino está crescendo muito, as vantagens de tempo e valor irão conquistar mais pessoas, os empresários perceberam que se o aluno é dedicado será um ótimo profissional.
Concordo quando dizem que a educação a distância está crescendo muito, entretanto, podemos perceber também que ela ainda está longe de ser bem vista
pela população. Tal esplanativa podemos ver no nosso dia a dia mesmo, com as pessoas que pensam fazer um curso a distancia. Elas veem essa forma de aprendizado com sentimentos de desconfiança e de descrédito, mesmo nós estando imersos numa
cultura digital forte.
A EaD, educaçäo a distância sofre com esse preconceito, mais temos que resaltar sobre a melhora que está havendo, acredito que esse preconceito seja mais cultural.
A EAD é uma tendência mundial, acredito que o tempo será o mediador desse suposto preconceito com os diplomados em EAD. É uma modalidade que prevê autonomia, disciplina, organização e autogerenciamento do tempo, são habilidades importantes no mercado de trabalho. O mercado logo logo reconhecerá!!!!!
Podemros perceber que a EAD ainda sofre preconceitos no Brasil, temos que nos conscientizar e mudar essa realidade.
A falta de conhecimento sobre as tecnologias e metodologias do ensino a distância, ainda é uma paradigma e uma barreira encontrada por muitos.
Quando encontro algumas manifestações sobre desconfiança do Ensino a Distância, informando que é o “mercado”, fico muito desconfiado da fonte desta informação.
No momento que o país atravessa, de aquecimento da economia, temos grande dificuldade de encontrar profissionais com capacidade técnica para desenvolver algumas tarefas nas organizações.
Muitas vezes, anunciamos a vaga com o perfil e pré-requisitos para ocupação da vaga, e surge alguns candidatos desafiando o entrevistador sobre seus conhecimentos. A maioria das vezes o melhor candidato é aquele que se submete ao ensino a distância (separado do seu “instrutor”) e colhe as informações de formas variadas e constrói o seu conhecimento.
Independente se a formação foi realizada em cursos presenciais, ou através do método de Educação a Distância, o que vale para o mercado é a comprovação do conhecimento do candidato através de entrevista, testes psicológicos, além de desafios técnicos.
Estamos debatendo processos que não são a causa da construção do conhecimento, e sim apenas um método, e qualquer aluno, dependendo do seu interesse, pode construir ou não sua formação.
Prof. Samuel
Existem muitas instituições atuando nessa modalidade, acredito que quando o aluno vai para o mercado de trabalho o que as empresas avaliam muito é se a instuição formadora é de credibilidade.
É um absurdo imaginarmos que o tipo de aprendizado pode caracterizar a competência e o conhecimento da pessoa!! Então o que falar das pessoas que são autodidatadas? Os processos seletivos deveriam avaliar as habilidades e competências da pessoa e não o nome da faculdade ou a forma de aprendizado!!
O que me deixa mais indignada é a existência de profissionais que “medem” os indivíduos pela modalidade de ensino que cursou. Deixam de relevar o indivíduo na sua totalidade, na sua existência, esquecendo-se que as vezes os “alunos presenciais” estão muito mais distante o que os “alunos a distancia”
Eu acho ainda que, a Educação A Distância é uma modalidade com enormes potencialidades para o resgate da harmonia educacional hoje, pois possibilita o atendimento aqueles que estão fora do sistema formal de ensino.
Está crescendo muito o ingresso de alunos e não por isso estão a mercê da tecnologia, pois depende de cada um.
Bem, em muitos países do mundo, inclusive da América do Sul a Educação à Distância já é bem aceita e reconhecida. “Estudiosos do assunto” dizem que é válido quando, também, há momento presencial do aluno. Mas, acredito que o aprendizado só ocorre quando há afeição entre aluno(a) e professor(a)”, então está aí um paradigma questionado por muitos pesquisadores. Então temos que analisar tudo com o máximo de atenção: Instituição, legalização junto ao MEC, qualidade e disponibilidade dos recursos didáticos, tempo e custo. A decisão final será sempre nossa do educando.
Olá!! bem colegas se o mercado desconfia ainda talvez seja pela falta de conhecimento sobre o tema, ou então dos beneficios sociais e econômicos q
Desculpem pelo post anterior. O mercado ou as empresas não entendem o que desconheçem. Particularmente tenho colegas formados em EaD já atuando no mercado e são profissionais capacitados, enquanto há outros que mesmo formados em um curso presencial estão fora do mercado de trabalho. Em tudo que ainda e novo sempre existe uma certa resistência ou desconfiança mas cabe a nos alunos, tutores e professores da EaD mostramos a diferença no que acreditamos.
Concordo com a Maria Cristina: Se o mercado desconfia é porque não conhece a modalidade de ensino, o perfil do alunado e nem a Faculdade que está disponibilizando!
Precisam ter conhecimento para depois tirar as conclusões!
As empresas terão que adpatar com essa nova modalidade, pois no futuro a maioria dos profissionais serão formados em Educação a distância.
A possibilidade que a EAD da ao aluno de criar sua agenda de estudo, vem de encontro com as necessidades do mercado hoje. Quanto a desconfiança no modelo que possa ser encontrado na sociedade a nota do ENADE de alunos de cursos EAD mostra o contrário.
O Mercado procura profissionais que apresente conhecimentos na área, que saiba trabalhar em grupo e que desempenhe seu papel com responsabilidade. Acho difícil esta desconfiança, devido a todo empresa submeter seu candidato a um processo de seleção. Ele só estará apto a esta vaga, se preencher todos os requisitos que a empresa procura, sendo ele formado no Presencial ou na EAD.
Gostei muito do assunto e realmente concordo com o que você disse “E mais importante que o certificado é o conhecimento do aluno e sua capacidade de apresentar resultado.” acho que é isso que os alunos devem ter em mente.
O referido texto expõe o conservadorismo também presente no mercado. Percebe-se, da problemática exposta, que o preconceito à EAD extrapola o território das instituições educacionais uma vez que existem profissionais em áreas de seleção que ainda não acordaram para as inúmeras possibilidades que a tecnologia em tempo de cyber espaço pode oferecer a metodologia de uma educação eficaz no processo ensino-aprendizagem.
A discrença neste metodo de ensino vem do conservadorismo existente por parte da sociedade e também por causa de algumas instituições que deixa de lado a credibilidade e responsabilidade pelo ensino aprendizagem e buscam apenas o lucro. Mas as novas gerações (Y, Z, etc.)mudará essa crença futuramente.
O mercado seleciona os bons e maus profissionais. O aluno que possui dedicação e compromisso na sua formação não precisa de se preocupar, pois, as empresas colocam a prova a competência e o conhecimento do profissional e não da instituição de ensino.
Discordo da opinião da Sra.Carmem Alonso, quando diz que a graduação deve-se preferencialmente ser na modalidade presencial, considerado como requisito importante exigido pelas empresas no cenário atual.
Acredito que o mais importante seria onde o candidato cursou determinado curso, sendo ele presencial ou a distância. Concordo com as palavras do Diretor da Catho, Sr.Constantino Cavalheiro quando refere-se aos formados na EAD: “os que se formaram mostram que têm bastante disciplina, empenho, são organizados e cumprem prazos”. Acredito que o foco atual destas empresas seria a busca por profissionais que além de um certificado, tenham conhecimento e capacidade de apresentar resultados.
Acredito que a gestão do conhecimento esta incutida em cada de um de nós, então devemos busca-la o tempo todo independente da forma ou condições. A EAD é um método onde os participantes mesmo separados no que a tange a distância (professores e alunos)deverão ser disciplinados e interativos. Só assim haverá a formação e a disseminação do conhecimento entre as pessoas.
Também concordo com a Maria Cristina, o preconceito existe porque as pessoas não tem conhecimento! Só quem fez ou faz EaD sabe o quanto o curso é intenso e requer dedicação igual e/ou superior que qualquer curso presencial… e as notas do ENADE prova que a EaD é eficiente quando levado a sério pelo seus alunos!
Acredito e defendo a educação a distância por se tratar de um método inovador e do futuro, que permite despertar no aluno uma visão crítica e reflexiva.
Concordo em gênero e grau e o que serve para confirmar aquela máxima que diz que o bom aluno não é feito pela escola, no caso, pela modalidade. Vale lembrar que gênios como Albert Einsten e Santos Dumont também fizeram seus estudos a distância.
12:18
Não dá pra entender, o Diploma não vem escrito que a graduação foi em EAD.
Como pode ter discriminação???