Tramita na Câmara o Projeto de Lei 508/11, do Senado, que assegura o acesso escolar ao aluno cuja deficiência o impede de frequentar estabelecimentos de ensino. A proposta prevê atendimento educacional em local especial, recursos pedagógicos de educação a distância e outros que se utilizem da internet.
O autor, ex-senador Augusto Botelho (RR), ressalta que a deficiência pode impedir que o estudante se desloque para as escolas especiais, o que cercearia seu acesso à educação.
Lei atual
O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei 9.394/96). A lei estabelece que o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante diversas garantias, entre elas o atendimento educacional especializado gratuito aos alunos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.
A lei também obriga os sistemas de ensino a assegurar aos alunos com necessidades especiais, entre outros pontos:
- currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades;
- professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
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A nossa amiga Ana Cristina comentou muito bem e acrescento dizendo que como profissional de RH sinto na pele a falta de preparo educacional dos portadores de necessidades especiais. A legislação prevê a inclusão deles no mercado de trabalho (que é excelente) mais até então, não ofereciam estrutura educacional e profissional para tais. Espero que esse projeto realmente vire lei!!!
Gostei da colocação das senhoras e como Assistente Social percebemos que hoje a dificuldade em atender de forma integral, sabemos que hoje é lei garantir assistência a todos que necessita, mas percebe-se que é fundamental integrar os serviços trabalhar em redes, devemos ampliar cursos de capacitação para todos os profissionais que trabalham nesta area. Concordo com vcs…..
Acredito que retirar as pessoas do convivio social não seja a solução, mas capacitar a todos a distância com momentos presenciais é possivél…
Concordo com a proposta feita para levar a educação a distância para alunos deficientes.
É de suma importância que todos tenham acesso a educação, ressaltando que os pólos de ensino terão que se adaptar para receber esses alunos da melhor forma possível, para que possam ter um ótimo aprendizado assim como é oferecido para todos os alunos.
Concordo com a Ana Cristina Salomão, não adianta modificar a lei, e não aplicá-la de maneira eficiente.
Concordo, além do que está na Constituição, de que todos tem seus direitos assegurados, com as tecnologias de EAD podemos achar inclusive muitos talentos que não podem se locomover, mas poderiam contribuir para a sociedade.
Falar e praticar a inclusão exige no atual cenário uma visão mais abrangente e a proposta em questão abre outras possibilidades e expande oportunidades.O atendimento educacional especial à distância pode sim ser uma alternativa altamente eficiente e includente do ponto de vista da socialização do conhecimento.
É uma proposta muito interessante e muito controversa,pois em que tipo de dedeficiente estamos falando????? Surdos???? Cegos????? Deficientes fisicos????? Motores?????;
Nesse sentido, é necessário pensar em que tipo de educação a distancia se quer e para que tipo de pessoas….
Esse tema é muito instigante.
É uma proposta muito interessante e muito controversa,pois em que tipo de dedeficiente estamos falando????? Surdos???? Cegos????? Deficientes fisicos????? Motores?????;
Nesse sentido, é necessário pensar em que tipo de educação a distancia se quer e para que tipo de pessoas…
Para mim inclusão não é acesso a educação. Inclusão é oferecer todos os recursos e condições necessários para que a aprendizagem realmente aconteça. Todos tem direito a Educação e o mercado selecionará os profissionais. Outro ponto que precisamos levar em consideração é o objetivo dos alunos que fazem parte da inclusão. Observamos que o objetivo da educação, infelizmente é preparar o aluno para o trabalho. Será que um aluno especial almeja um bom emprego ou satisfação pessoal? Precisamos discutir muito este assunto cheio de máscaras e preconceitos.
Sou professor de cursos EAD. A inclusão é excelente para o aprendizado, mas incluir sem investir em treinamento dos profissionais e adaptações de polos é como não obter resultados satisfatórios
Muito bem frizado pelo nosso amigo Ivo Heins, quantos talentos estão escondidos por ai, esta faltando só uma oportunidade para aparecer, este projeto de Lei que esta no senado vem de encontro com essas necessidades.
Adorei a iniciativa, é uma inclusão em EaD, respeitando a limitação e a disponibilidade do aluno com algum tipo de necessidade.
Muito interessante este projeto, pois, irá favorecer ainda mais a aceitação e o interesse na busca por cursos em EaD. Muito bom.
Excelente iniciativa. Além de mostrar que a questão da inclusão é presente na nossa atualidade, elaciona-a a EaD, promovendo uma ampla aceitação de ambas
Concordo com a iniciativa, porém as pessoas seja de qual deficiência for, tem sim o direito a escola, a universidade, para alguns casos a educação a distância é mais que uma necessidade, mas mais importante que ter acesso a Educação a Distancia, é nas graduações e pós graduações, que o estado garanta sim, acessibilidade, pois infelizmente, ainda falta muito para essa acessibilidade de fato existir. Escolas novas estão adequadas, com rampas, com professores preparados para tal situação, mas a grande maioria das já existentes não estão. O Estado de um tempo para cá passou a qualificar professores com a formação em Libras, mas são poucos em relação ao números de deficientes auditivos. Outro fato muito importante, seria a conscientização dos Docentes e dos discentes, pois o deficiente seja qual deficiência for, mesmo que as pessoas não queiram acabam sendo a pessoa diferente, o deficiente de uma determinada classe. E muito mais que acessibilidade, é essas pessoas serem tão normais quanto as já “normais” que ali frequentam.
Durante Durante décadas as pessoas com necessidades especiais ficavam invisíveis aos outros seres humanos ditos “normais”. As famílias mantinham seus parentes escondidos em casa, pois acreditavam que sendo alimentados e recebendo um mínimo de atenção seria o suficiente para viverem “felizes”. Somente recentemente a sociedade e as pessoas com necessidades espaciais estão conseguindo vencer estas enormes barreiras. Temos casos de sucesso fantástico, mas também temos famílias que vivem em plena idade da trevas.
A EAD adaptada para estas pessoas poderia ser uma porta que se abriria para estes nossos irmãos; Mesmo que não atinja todos, uma fatia já seria de grande valor para estas pessoas tão privadas de seus direitos.
Não importa de os gastos forem astronômicos. Temos uma dívida enorme com eles.
Concordo com a Lei e considero muito pertinente a oportunizar o aluno com necessidades especiais a uma aprendizagem compatível com as suas possibilidades, lembrando que o ensino a distância nos leva a refletir, segundo João Mattar (2011) sobre o Conectivismo nas redes, no qual “o o papel do aprendiz não é de memorizar ou mesmo entender tudo, mas de ser capaz de encontrar e aplicar o conhecimento onde e quando necessário; interações periféricas e emergentes nas redes, em que ex-alunos, profissionais e outros professores são capazes de observar, comentar e contribuir para o aprendizado” Nesse sentido, poderá facilitar a aprendizagem do aluno de forma considerável.
Essa Lei irá beneficiar de forma significativa a aprendizagem das pessoas com necessidades especiais, independente de sua necessidade, porque caberá ao aluno desenvolver seu próprio método de aprendizagem, com autonomia e metacognição.
Em contraste ao que está proposto na LDB, de uma educação para todos, vê-se muita gente sem acesso ao aprendizado escolar, técnico ou superior. A pessoa portadora de necessidades especiais está em meio a massa de excluídos sociais os quais precisam de muita luta para garantir seus direitos de cidadãos.
Sendo a EAD um fomentador de inclusão e democratização da educação, não há dúvidas que será uma excelente ferramenta de aprendizado aos PNEs, além de proporcionar a capacitação dessas pessoas para o mercado de trabalho, garantindo sua autonomia na sociedade.
O que se deve então discutir, a respeito dessa lei, é como será feito esse trabalho, adaptando os materiais didáticos às diversas deficiências existentes. No caso de cegos, um material de áudio bem elaborado; no caso de surdos, materiais visuais que possibilitem o entendimento, e assim por diante.
Já sobre a inclusão em ambiente escolar regular, penso que ainda é um problema grave, visto que, as escolas ainda segregam seus alunos PNEs em salas de recursos, tirando-lhes assim o direito a convivência com os demais colegas.Isso ocorre pela má qualificação das equipes escolares e pela má infra-estrutura das escolas. Portanto, a inclusão de PNEs em escolas regulares, como sugere a LDB, ainda é uma utopia.
Enfim, creio que a possibilidade de aprender a distância será uma grande oportunidade aos PNEs, pois a falta de acessibilidade aos métodos de ensino regular limitam suas habilidades e lhes tira direitos que, a partir dessa lei, serão garantidos.
Não sei até que ponto seria viável a alteração da lei, será que criando espaços específicos para essa clientela não estaria promovendo novamente a segregação dos alunos com deficiência? Esses locais serão exclusivamente para atender essas pessoas? Como aparece na proposta da Lei 508/11, …”A proposta prevê atendimento educacional em local especial, recursos pedagógicos de educação a distância e outros que se utilizem da internet”.
Faço algumas ressalvas à iniciativa. Se estivermos falando de pessoas portadoras de deficiência temos que nos atentar à questão da socialização. Acredito que a Ead pode ser uma ferramenta para incremento de algumas habilidades, mas se for utilizada de forma inadequada pode ser mais um elemento de isolamento dessas pessoas. Acredito que o fundamento de tal atitude deve ser dar condições para que as pessoas sejam inseridas no mercado de trabalho, no ambiente social como um todo
Nossa! Excelente mesmo, pois assim a Educação Inclusiva torna-se realidade, mesmo sendo aos poucos e muitos desses alunos irão abraçar de verdade essa oportunidade.
Adorei em saber que há uma preocupação constante com a inclusão destes alunos especiais ao processo ensino aprendizagem,que perpassa na inclusão digital, mas devo ressaltar que primeiramente devemos nos preocupar com a qualificação dos professoares para que assim, tal Lei tenha eficácia e seja um sucesso.
Acredito que esse projeto é o resultado natural do processo de EaD. Vem fortalecer cada vez mais esa modalidade de ensino que constroe seus alicerces em base firme, caminhando sempre para frente, com objetivos específicos, abrangendo cada vez mais todas as áreas da sociedade.
Na minha opinião é uma excelente iniciativa, espero que outras como esta continuem a aparecer.
Ótima notícia! Realmente estes alunos merecem encontrar um espaço para sua formação. Mas a preparação para o mercado de trabalho é essencial para garantir sua empregabilidade, que é uma das principais problemáticas encontradas em nossa sociedade.
Como os demais colegas, concordo que a iniciativa é muito oportuna.
Já que a EAD possibilita que as pessoas estudem de suas residências, onde, geralmente, já estão presentes as condições adequadas ideais à deficiência específica.
Acredito que esta iniciativa possibilitará a inclusão de muitas pessoas à educação formal e à capacitação, garantindo a educação continuada para elas.
Acho importante a educação a distância para aluno especiais por motivo da dificuldade que eles encontram para chegar ao lcocal de aprendizagem, mas penso que a cada caso têm que ser pensado e analisado com muito cuidado.
Após esse estudo, tem campo profissional para eles?
Lendo os comentários dos colegas, um me chamou atenção, foi de Luciano Lopez que menciona a sua preocupação com a socialização destes alunos. Creio que tal preocupação é viavel mas a possibilidade destes alunos terem uma educação continuada por uma Metodologia de EAD é um passo bem mais largo do que a sua inclusão no presencial, muitas vezes se desiste não somente pela dificuldade de inclusão social mas por toda uma logistica a seu transporte.
Penso que é muito importante a inclusão social destes alunos especiais mas a abertura deles poderem optar pelo EAD é fenomenal.
Acredito que tudo seja válido para melhorar a vida das pessoas deficientes. essa proposta é maravilhosa.
Embora represente um avanço no sentido de democratizar a educação, é importante não perder a questão do convívio social, fator este também importante no processo de educação e qualidade de vida do aluno.
CONCORDO COM O PROJETO, MAS QUE SE FAÇA VERDADEIRAMENTE A INCLUSÃO: PROFESSORES QUALIFICADOS PARA A FUNÇAO, CURRÍCULO E PRINCIPALMENTE A AVALIAÇÃO DE FORMA DIFERENCIADA, SEGUNDO AS NECESSIDADES ESPECIAIS DO EDUCANDO.
Importante iniciativa que vem para facilitar a vida daqueles que tem dificuldades motoras e estão impossibilitados de se deslocar até uma escola. Isso é democratização da educação de forma muito nobre.
A EAD, além de proporcionar o acesso ao curso de formação superior em lugares em que a educação presencial ainda não chegou, possibilita com que pessoas portadoras de necessidades especiais também tenham este acesso. Hoje, estas instituições estão cada vez mais capacitada para atender a estes cidadãos com dignidade e com qualidade, vemos a constante preparação na capacitação do quadro de funcionários e o investimento em tecnologia adequada para que esta inclusão seja realmente uma realidade e não apenas uma “jogada” de marketing.
A lei proposta é louvável e pode vir a fazer a “inclusão” de maneira mais justa e correta. Entretanto, fico preocupado com a formação dos professores do ensino regular que não são capacitados para melhor atender a estes alunos. Como o Estado vai dar conta de tudo isso?
Esta abordagem responde às necessidades de aprendizagem daqueles que foram excluídos da efetivação do direito à educação e que encontraram barreiras para sua participação no processo de aprendizagem.
Muito interessante, aguardarmos apenas a real efetivação do projeto e a capacitação dos professores, com muita qualidade.
O projeto é válido no sentido de proporcionar aprendizado à alunos com deficiência,possibilitando que tenham contato com o ensino à distância.Porém,vale ressaltar que será necessária a qualificação dos professores e adequação dos espaços para desenvolver as atividades,o que não resolve o problema de “inclusão” desses alunos,apenas o ameniza.
Muito valido cada comentario concordo com a Ana Cristina, pois todos indiferente de cada “diferenças” ou especialidade devem ter acesso a rede de educação cada uma respeitando seu limitese necessidades, e acho que a colocação do Renato foi meia infeliz,uma vez que portadores de necessidades necessitam de um olhar mais abrangente, independente de qual seja sua necessidade.
O projeto é excelente pensando na dificuldade que alguns portadores de necessidades especiais encontram na acessibilidade aos estabelecimentos de ensino. Porém, tão importante quanto, é pensar na qualificação dos profissionais que estarão transmitindo informações a eles e na inclusao desses alunos após a formação no mercado de trabalho.
Embora desconheça o inteiro teor do projeto, em princípio me parece que essa iniciativa pode representar mais um avanço no sentido de garantir a inclusão e diminuir as desigualdades de oportunidade existentes no nosso sistema de ensino. Independentemente de qualquer avaliação de mérito, entretanto, a simples apresentação de propostas dessa natureza demonstram toda a potencialidade da EAD nos mais diversos aspectos da atividade educacional.
Concordo com as considerações da Vanessa.
Silvia
A proposta é muito boa. Porém concordo com o Renato, que diz que primeiramente tem que saber para que tipo de deficiência esse Projeto de Lei pretende atender. Uma vez que só conhecendo as necessidades dos alunos, é que poderá ter um melhor direcionamento do treinamento aos profissionais que irão atender esses alunos, bem como que recursos tecnológicos serão necessários.
Meu esposo é deficiente físico, cursou até o 3o Ano de Engenharia e sofreu um grave acidente. Porém minhas expectativas é a de que ele conclua seus estudos assim que possível. Encontro muitas dificuldades de acesso em locais públicos. A possibilidade de estudar a distância poderá antecipar este nosso desejo.
O Projeto é interessante mas cabe aqui uma pergunta: O que seriam estas dificuldades que
…IMPEDIRIAM O ALUNO DE FREQUENTAR A REDE DE ENSINO??Sou enfermeira, conheço necessidades especiais que realmente nao permitem a saída do aluno de casa. Mas a preocupação é: não estaríamos inibindo a inclusão social de alguns alunos que poderiam ir sim a instituição de ensino? A lei deve ser taxativa quanto a impossibilidade do acesso a escola. Para os impossibilitados de acesso comprovados é um grande avanço.
Excelente o projeto. Pessoas com necessidades especiais devem sim ter todo o acesso a educação. Mas ainda é complicado. Fala-se tanto em inclusão que temos que incluir, o que eu concordo, mas o problema é que o “Estado” deveria fazer valer suas políticas públicas no sentido de dar suporte para receber essas pessoas, no sentido de mobilidade, equipamentos, treinamento de profissionais que irão trabalhar diretamente com eles e até os outros que trabalham indiretamente na instituição.
Acho que o Projeto de Lei é mais uma iniciativa que apenas garante um direito do aluno. Todavia quando sair do papel deve ser realizado com eficiência levando-se em consideração as especificidades de cada aluno e oferecendo-lhes educação de qualidade.
Excelente proposta ! Como docente e advogada acredito que as Leis podem e devem ser adequadas a aprimoradas para o bom desenvolvimento intelectual, atentando-se, inclusive, as necessidades especiais do educando.
Além de, como já dito, preparar todos os envolvimento para o efetivo trabalho, desde o local, material, autoria, tutoria, alunos, entre outros.
O ensino a distância deve, como nos Estados Unidos, levar a todos os alunos o conhecimento, dando-lhes o direito de alcançar seus objetivos.
Acredito que a iniciativa é relevante, mas concordo com os diversos comentários relacionados ao preparo do professor (EAD) no tocante à deficiência, haja vista que para cada deficiência haverá necessidade de uma práxis inclusiva e integradora para um processo de aprendizagem eficaz.
Concordo com a ideia de que o ensino na modalidade EaD ajudará muitas pessoas portadoras de certos tipos de deficiências, mas assim como outras pessoas que aqui escreveram, também me preocupo com a questão da inclusão/entrosamento dessas pessoas com as demais participantes do curso. Sendo assim, penso que a estrutura do curso e a elaboração de atividades devem contemplar tais vivências. A tutoria do curso terá um papel importante também nesse sentido.
O discente com dificuldade em aprendizagem teria uma vantagem de seguir os estudos à distância na medida de suas capacidades em relação aos horários e disponibilidades físicas, outra vantagem é o desenvolvimento das habilidades cognitivas de acordo com a fase ou o grau de deficiência. Mas sera que a partir da aprovação desse projeto a criança portadora de necessidades especiais sendo assistida em local especial não estarão sendo discriminadas e promovendo a não inclusão/inserção social?
Excelente projeto,sou tutora presencial EAD e é inegável que o a acessibilidade em que a modalidade sugere, mas é preciso que os docentes seja qualificados para que a pessoa com deficiência sinta de fato inclusa.
Sou super a favor, pois vivemos na era da inclusão e porque não na EAD? É para esse tipo de ensino que também temos que ser preparados para que não haja a diferença.
Sem dúvidas é muito importante a inclusão de deficientes. Como vimos em vários comentários, é necessário que a lei seja realmente para beneficiar e garantir a inclusão e quem não seja apenas mais uma lei…
É de suma importância uma lei para a inclusão de deficientes. Mas que seja devidamente pensada em todas as áreas: professores, tutores, equipamentos. Não basta apenas lei por lei.As condições devem acompanhar para se ter um efetivo aprendizado.
O acesso a educação de qualidade é direito do cidadão. No caso da pessoa com deficiência a formação pela EaD facilitaria este acesso, pelo fato de não exigir locomoção até o espaço fisico. Para algumas deficiencias existem tecnologias especificas que dão conta da interação virtual. Conheço várias pessoas perseverantes e que, independentemente das dificuldades concluiram graduação e pós. Imagino como teria sido menos árduo este caminho para estas pessoas.
Excelente a iniciativa, porém como vários comentários, as preocupações são as condições e a sequência do projeto.
Ótima iniciativa, porém conforme vários comentários, que não seja lei pela lei…
Sem dúvidas, ótima oportunidade para os deficientes. Que as condições ejam gerais, para se ter um aprendizado efetivo.
Uma ótima iniciativa, que levará a educação aos alunos com poucas possibilidades de locomoção. Felizmente, a internet favorece o ensino a distância e, consequentemente, beneficia alunos deficientes. Se antes esses alunos ficavam em casa, sem contato social e sem estudar ou trabalhar, agora abre-se um leque de possibilidades para que, ainda em casa, possam estudar e aperfeiçoar habilidades. Sabemos que a tecnologia avança a cada dia e que muitos profissionais são convidados a ingressar nesta área. Nossos portadores de necessidades especiais têm agora uma nova oportunidade, espero sinceramente que essa nova proposta dê certo, acredito e apoio!
Essa lei é uma inovação para os deficiêntes especiais, apesar dos outros direitos já garantidos, pois leva o conhecimento para quem tem cede do apreender.
Realmente Vanessa sabendo das dificuldades e preconceito enfrentado por pessoas com necessidades especiais é importante proporcionar um ambiente educacional adequado que proporcione a estas pessoas o pleno desenvolvimento e independência na realização das atividades educacionais a qual serão submetidos. A EAD tem todos os subsídios necessários para oferecer este atendimento, mas é necessário que todos os envolvidos neste processo estejam de compreender as limitações e possibilidades destes alunos.
A EAD tem todos os subsídios necessários para oferecer este atendimento, mas é necessário que todos os envolvidos neste processo *sejam capazes de compreender as limitações e possibilidades destes alunos.
Isso seria muito importante! Será que vai funcionar? Pois tudo no Brasil termina em pizza, e a sociedade fica sempre desassistida, com as leis constantes apenas no papel!
A proposta é excelente, mas é preciso verificar a viabilidade na prática e o preparo dos profissionais para lidarem com as deficiências.
Eu acho quanto mais tivermos leis, seja sobre a inclusão de pessoas com deficiência, de baixa renda, negros, entre muitos excluídos da sociedade é ótimo mais não podemos ser preconceituoso o que precisamos não é de lei para proporcionar educação a distancia para deficiente e sim darmos condição de uma pessoa com deficiência escolher se quer frequentar uma aula presencial ou a distancia será que não estamos isolando estes deficientes da sociedade.
Olá, essa lei reforçará a importância da educação como direito de todos. Essa educação que valorizará o profissional para atuar no mercado de trabalho, já que é tão comum se ouvir que as empresas tem dificuldades em contratar bons profissionais especiais, isso porque, foi tirado dessas pessoas a oportunidade de ir e vir com segurança, porque temos calçadas inapropriadas, poucos ônibus de acesso, etc. Vamos lutar!
ANATED consegue liminar para retirar campanha “Educação não é Fast-Food” do ar.
É uma iniciativa muito boa fará com que vários deficientes realizem o sonho de aprendizagem e qualificação profissional. Sou tutora de sala da Faculdade Unopar, e parabenizo a preocupação deles com os alunos de necessidades especiais. Como exemplo, cito os alunos com deficiencia auditiva, em todas as tele-aulas tem um tradutor de libras. Mas concordo com varias citaçoes acima, é preciso investir muito nesta área, porque vários Polos ainda não estao preparados para acolher alunos deficientes. É preciso também investir na inclusão social deles, pois pode acontecer que eles se sintam cada vez mais excluidos.
Gostei muito desta lei, mas será necessário capacitar os professores, escolas e demais setores destinados a EAD.
Concordo plenamente na Inclusão para Deficientes, pois os direitos são iguais para todos. A EAD está cada vez mais aprefeiçoando os métodos, a tecnologia, mas deve-se capacitar com mais enfâse os professores para que estes saibam como estimular, desenvolver estas pessoas para que sejam inseridos com qualidade neste mercado competitivo.
Se a EAD já supre a necessidade de pessoas sem deficiência, acredito que de muito mais valor para os portadores de necessidades especiais, já que irá minimizar o fator locomoção. Porém, como já foi dito em outros comentários postados, é imprescindível que os professores tutores e autores estejam bem preparados para este desafio.
Muito bom, pois com o uso dos recursos das novas tecologias na EAD, com metodologia diferenciada torna o aprender mais divertido. Porém tem que capacitar os tutores e o ambiente virtual para se adequar as necessidades dos alunos e suas respectivas deficiencias.
Isso é que é importante mesmo para a inclusão.
Definitivamente precisamos incluir iniciativa como estas em nossas IES.
Sem dúvida, a educação a distância, colabora em muito alunos que tenham alguma deficiência, e ajuda na colocação dessas pessoas, que sofrem algum preconceito, no mercado de trabalho. EAD é cultivar o amor ao próximo.
A Educação a Distância apresentará maiores perspectivas de cidadania para as pessoas com deficiência. Ela possibilitará uma educação para todos através da informática, pois o computador atualmente é uma realidade, principalmente nos grandes centros. A educação para todos, é entendida como o acesso de todo cidadão ao sistema educacional, e está fundamentada na legislação brasileira, (Constituição Federal e Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.º 9.394 /96). “Pensar numa sociedade melhor para as pessoas deficientes é necessariamente também pensar numa sociedade melhor para todos nós.” (RIBAS,1998). A Educação a Distância proporciona a auto-aprendizagem e o acesso a educação a todos aqueles que não têm condições de frequentar uma instituição de ensino. A Educação a Distância através da Internet apresenta perspectivas de cidadania para as pessoas com deficiência, principalmente para as que não podem locomover-se. A EaD, pode proporcionar uma educação para todos.
Abraços,
Meu blog- http://www.eadreg.blogspot.com/
Sem sombra de dúvida, como disse a maioria dos comentários, a tecnologia está a favor do conhecimento e de novas práticas de ensinar e aprender, principalmente das pessoas que necessitam.
absektor.blogspot.com
A inclusão cabe em qualquer area… principalmente na educação..e na ead não poderia ser diferente.
Excelente forma de inclusão. É preciso que escolas e professores preparem-se para acolher essa proposta e se abram para novas possibilidades, sem preconceito e sem resistência!
O aprendizado não pode mais ficar contido entre quatro paredes, traze-lô ao aluno com necessidades especiais é abrir não uma, mas várias portas ao saber, contudo o mesmo deverá ser feito com profissionalismo e responsabilidade daqueles que o promoverem.
ola
Também concordo com a proposta. Assim como as pessoas sem deficiência buscam a praticidade de um curso a distância, as pessoas com deficiência têm que ter a chance de se qualificar para o mercado de trabalho, na modalidade em que quiserem.
Tanto se falam em inclusão, porque não termos também essa modalidade a esses alunos especiais. Sendo de suma importancia a ele, pois somente assim sentirá integralizado perante aos demais e a sociedade. Lembrando que a Educação á Distância é a modalidade do futuro do País Desenvolvido e já que queremos ser reconhecidos como tal, temos que superar as grandes barreiras que o comodismo com a Educação do tempo de nossas avós pois se tudo caminha para a modernidade, por que temos que estacionar a Educação.
com certeza, a importancia de ter colaboração com a deficiencia seja ela qual for, pois sempre seram criticados noseu futuro, pq? não tem cursos e qualificação, por isso é importante que eles tenham oportunidades de um mundo proximo e resolvidos de maneira legais.
Maravilhosa esta idéia. Acho que esse projeto irá facilitar, muito o acesso ao ensino para os portadores de necessidades especiais
Mas uma vez é a EaD se apresentando como uma forma de a população menos favorecida conseguir o acesso a uma educação digna e de qualidade. E claro que para isso, a fiscalização deve vir de acordo com a grandeza do projeto.
Excelente, pois a educação a distância tem que atingir a todos os níveis de aprendizado, do ensino médio a graduação. E começar com as pessoas com deficiência no ensino médio é memorável pois os direitos existem para todos.
Muito interessante o projeto pelo o que se imagina quando se vê o título, porém não é claro como se dará esta inclusão, as escolas estão preparadas, equipadas para isso? Os professores estão treinados, preparados? Nada adianta ter boa vontade, fazer projetos que ficaram engavetados e não postos em práticas pois a realidade é diferente do que imaginam os “nossos representantes” e se não deixar claro como será realizada a implantação da inclusão nada acontecerá.
Acho que é mais uma opção para quem “realmente não pode ter acesso” porém considero de grande importância a sociabilização das pessoas com necessidades especiais com a sociedade em geral e principalmente no quesito ensino. Acredito que essa lei deverá sim, vigorar, como mais uma opção para esses cidadãos, lembrando que a sociedade deve ter o devido respeito e aceitabilidade dessa população em seu meio, gerando atitudes que encerrem com qualquer tipo de preconceito. Tb ressalto que tais atitudes devem vir ao encontro dessas pessoas, a ponto de se sentirem como cidadãos de direitos e da multi e livre escolha do sistema de ensino que eleger, permitindo que possam interagir de forma efetiva na sociedade em que vivem.
Sem dúvida é maravilhosa a proposta, mas falta ainda transformação de Jovens que tenham incentivo a disciplina do estudo diário para aumentar a qualidade da educação a distancia.
A INCLUSÃO DEVE SER PARA TODOS. Então porque não oferecer educação a distância? Entretanto, infelismente quase tudo o que é novo nem sempre acontece perfeitamente. Mas espero que não se erre tanto e que não se inclua excluindo.
Conforme os comentários é necessário que se reflita pra que tipo de deficiência será essa “educação a distância”? Será para todas as Pessoas com Deficiência? Além disso, essa clientela terá ferramentas em casa e gratuitas (financiadas pelo governo)para estudar e concluir seus estudos básicos?
As diviculdades dos alunos com necessidades especiais não se resume em um não aprendizado.Isso não significa que eles não podem aprender.Podem sim e devem fazer parte desse mundo digital.
As crinças especiais devem e podem fazer parte dessa era digital. Elas fazem parte do mundo e porque não incluí-las virtualmente??
A educação a distância é de extrema importância para o desenvolvimento da igualdade social. Estamos distantes ainda de alcançar a perfeição, no entanto, com toda certeza é uma evolução.
A EAD é uma ótima proposta de ensino principalmente para alunos que tem dificuldade em locomoção,entre outras dificuldades, esta proposta que está sendo estudada facilitará e será muito mais atrativo a estes alunos, mas é importante resaltar que precisa-se investir em qualificação de professores. Professores melhores preparados, com certeza esta proposta será um sucesso.
Se a proposta da EAD é chegar onde as pessoas tem mais dificuldade para acesso à escola acho perfeita esta idéia. Afinal, todos tem direito a educação, não importa onde ela aconteça.
O mundo digital e o ensino tem que ser para todos, independente de qualquer dificuldade.
Mas precisa de investimento em qualificação para os profissionais de educação.
Realmente não sabia do projeto, acho muitíssimo importante!Os alunos com necessidades especiais devem ter acesso ao ensino de qualidade seja ele virtual ou presencial,um pode funcionar como complemento do outro.O que não pode ser feito é esquecer da inclusão em si, apenas adaptando ambientes como vem sendo feito pela maioria das instituições de ensino. A capacitação e a inclusão deve ser realmente pleiteada por todos.
Parabéns ao ex-senador Augusto Botelho (RR), a proposta é excelente e oportuna, em meio a tanto preconceito atitudes de inclusão social e educacional transformam a sociedade, e para melhor, acredito que ações como a prevista no projeto so tem a qualificar ainda mais a educação do país.
Esta proposta sem dúvida é muito interessante e acredito que dê bons resultados desde que tenha uma estrutura bem acertada e capacitada para sua implantação, já q requer uma capacitação maior dos professores e tutores na área . Mas acredito sim e voto a favor nesta nova inclusão de modalidade de ensino.
Um abraço.
Gerty.
Concordaria plenamente se esse projeto especificasse em sua redação ” em casos de extrema necessidade”, pois, para as pessoas portadoras de necessidades especiais, mais importante do que simplesmente concluir os estudos, acaba sendo a interação com as pessoas, pois isso permite que se sintam inseridos no contexto social, queridos e acolhidos. No presencial o aprendizado os prepara não somente cognitivamente, mas lhes outorga uma sensação de segurança para enfrentar o mercado de trabalho, pois tomam consciência de que podem ser aceitos e respeitados, mesmo com suas diferenças, o que somente o convívio e o corpo a corpo pode proporcionar.
Como disse, não sou contra, mas colocaria a ressalva, em caso de existir a impossibilidade do educando frequentar o ambiente escolar, pois assim estaríamos contemplando aqueles que estivessem realmente excluídos, caso contrário, acho que correríamos o risco de retornar ao tempo em que famílias escondiam seus filhos por serem ditos “diferentes”, sendo assim, acredito que havendo a possibilidade, inserir é o melhor caminho, desde que, é claro tenhamos profissionais realmente preparados para atender a cada especificidade adequadamente.
A proposta é muito interessante, tendo em vista que o objetivo maior é facilitar o acesso do deficiente à educação. Um acesso que para quem não é deficiente é facilitado, já para as pessoas com algum tipo de deficiência, esse acesso a estabelecimentos de ensino torna-se dificultado por inúmeras razões: local inadequado, técnicas que não atendem às necessidades dos portadores de deficiências, métodos pedagógicos e recursos inapropriados, entre tantos obstáculos que incentivam, de algum modo, os portadores de necessidades especiais a não darem continuidade aos seus estudos. Penso que não podemos afirmar que dessa forma estaremos praticando alguma forma de preconceito, mas sim temos que ter em mente a utilidade dessa proposta, que é não somente propiciar, bem como facilitar o acesso a educação para alunos deficientes, mediante a Educação a Distancia. Deevemos lembrar que, de alguma forma,os deficientes já enfrentam muitos obtásculos no dia dia, seja para simplesmente ir ao mercado ou seja apenas para pegar uma condução. Imaginem para ter acesso à educação…Desse modo, apoio a iniciativa, de previsão de Ensino a Distância para os alunos deficientes pois nós, que trabalhamos no meio, sabemos o quanto esse tipo de ensino é de ótima qualidade, com professores cabapcitados e orientados a oferecer uma ótima aprendizagem ao aluno, para facilitar e otimizar a sua entrada e manutenção no mercado de trabalho, seja o aluno portador ou não de algum tipo de deficiência.
Atualmente se fala muito de inclusão social e devemos ter isso como um objetivo para a educação, pois é através dela que adquirimos conhecimento para o desenvolvimento profissional.
É muito importante as pessoas com qualquer tipo de deficiência terem a oportunidade para desenvolverem seus estudos, pois assim estarão criando sua dignidade juntamente com a convivência com os demais. É preciso que exista essa “mistura”, para não sentirem incluídos na educação e excluídos da sociedade.
Pego como exemplo um acadêmico da Universidade Anhanguera-Uniderp, da qual faço parte profissionalmente, que com a sua deficiência osteogênese imperfeita (mais conhecida como ossos de vidro), superou suas limitações e em cima de uma cadeira de rodas e sem seus principais movimentos motores, realizou seu grande sonho em 2009, formando-se no ensino superior EAD e ainda hoje apresenta suas superações, atualmente cursa seu segundo curso universitário, também EAD, e realiza palestras sobre superação.
Através deste exemplo vemos a importância de se garantir a educação a estas pessoas que sonham ter uma convivência digna em sociedade e a realizarem um sonho de superação dos seus próprios limites.
A EAD realmente é uma modalidade de ensino que veio para facilitar e muito aquelas pessoas que não disponibilizam de tempo para estudar todos os dias. Mas, quando pensamos naquele aluno que tem deficiência temos que ter bastante cuidado; como que fica a socialização? Os professores devem ser mais capacitados, os professores tutores também não podem ficar a margem, pois como são eles que corrigem as atividades, tem que entender como é o processo da escrita de um aluno surdo, por exemplo. E os alunos cegos? Suas atividades seriam escritas em Braille ou gravadas? São tantas as questões a serem levantadas e discutidas.
EAD entra nesse processo de educação de deficientes para somar. Ela facilita o acesso ao conhecimento com menos gastos, tanto de recursos financeiros quanto de tempo. A Educação a Distância (EAD) pode ser abordada como uma modalidade educacional que utiliza processos que vão além da idéia de superar a distância física, quando usadas adequadamente como instâncias mediadoras do processo educativo a o deslocamento dos deficientes
Sou a favor desta proposta, a EAD tem democratizado a educação. Com certeza teremos bons resultados, basta a correta utilização dos recursos tecnológicos disponíveis.
Um dos objetivos, talvêz o mais nobre, da Ead, é a democratização da educação, assim, desde que não seja possível oferecer esta educação ao aluno especial em convívio público, acho que seria válido.
Adorei essa informação. Maravilhosa mesmo! A idéia da acessibilidade, universalidade e inclusão tem que permitir o acesso a todos, sem exclusão, as novas tecnologias e ferramentas disponíveis no mundo globalizados que estamos inseridos.
Abraço!
Sou favorável a proposta, entretanto não basta aprovar uma lei, será necessário dar condições para que ela aconteça efetivamente.
Excelente proposta. Dou maior apoio. Isso é processo de inclusão, acessibilidade, universalidade e equidade. Garantir acesso e participação de todos, sem exclusões, às novas tecnologias e atividades do mundo globalizado. Proporcionando inovação, trocas de experiências e muito aprendizado. Parabenizo pelam iniciativa!
Meu abraço!
Concordo com a proposta do projeto de Lei 508/11, pois devemos nos preparar cada vez mais para a inclusão e não para exclusão das pessoas portadoras de deficiência, principalmente no que concerne a educação. Porem concordo com alguns comentários que referem quanto a capacitação dos profissionais envolvidos neste processo.
Toda forma de inclusão é bem-vinda. A legislação evoluiu muito neste sentido, mas na prática ainda vivemos uma dura realidade. Acredito que as novas tecnologias são ferramentas muitos úteis no processo de inclusão de alunos com alguma deficiência.
Concordo com a proposta do projeto de Lei 508/11,é uma excelente proposta, pois devemos nos preparar cada vez mais para a inclusão das pessoas portadoras de deficiência, principalmente no que concerne a educação.
Devemos nos preocupar em capacitar os profissionais que irão trabalhar com este público.
Axhei muito interessante a ideia de EAD ser mais um instrumento de inclusão para os alunos deficientes. Principalmente para aqueles que tenham problemas de locomoção, pois o EAD encurta a distância entre o aluno e o conhecimento a ser adquirido.
A Ead tem a função de inclusão social também. Trazer para o âmbito da educação todas as pessoas é dever do Estado. Esse projeto vem para mostrar interesse governamental na disseminação do saber!!!
Concordo com a postagem do Edgard Amoroso, realmente não adianta a lei aprovada sem a execução posteriormente. Percebo, que todos aqui que postaram algo a favor dessa proposta devem também fazer algo para incentivar que tal proposta seja inserida nos municípios que residem, nos locais que trabalham, com elaboração de bons projetos envolvendo as instituições de ensino e pesquisa. Para os profissionais e insituições que trabalham com EaD, estes são os instrumentos principais para a elaboração de projetos que incluam essa população que de alguma forma possuem suas limitações, mas que também tem o direito ao acesso e educação.
CONDORDO com você RENATA REIS a inclusão cabe em qualquer area… principalmente na educação..e na ead não poderia ser diferente cabe ao nossos governantes investirem mais nos profissionais pois assim teremos um ensino onde todos prevalecerão de oportunidades.
Esta proposta é ótima a inclusão tem preocupado a muitos e me incluo neste grupo. Trabalho em uma instituição comprometida com a Inclusão e a EAD é uma modalidade flexivel imaginem quantas pessoas com limitações fisicas poderão ter acesso ao ensino superior! Este é mais um motivo para acreditarmos nesta modalidade.
Concordo com você Shirlei de Lourdes. A conscientização e o investimento na EaD pelos nossos governantes é de fundamental importância para que todos tenha a oportunidade de um ensino de excelência.
O ensino a distância para o aluno deficiênte de acordo com essa proposta, projeto de lei do senado, vem de encontro as necssidades deste aluho com o fácil acesso,local especial, recursos pedagógicos e combinado a LDB 9394/96,acredito que ficará assegurado o ensino-aprendizado ao aluno com necessidade especial.
A inclusão causa uma mudança de perspectiva educacional, pois não se limita a ajudar somente os alunos, mas apoia a todos: professores, alunos, pessoal administrativo, para que obtenham sucesso na corrente educativa geral. Não se pode esquecer de treinamento para os profissionais envolvidos.
O EAD é uma possibilidade real há muitos anos em outros países. No Brasil, é relativamente recente, mas vem ganhando espaço como um excelente recurso para formação de diversos grupos de indivíduos. Neste contexto, destaca-se o acesso à formação profissional de deficientes físicos, o que é realmente fantástico!!!
Todos os mecanismos educacionais que interfiram e auxiliem os portadores de necessidades especiais são válidos e, podem ser compartilhados sem ferir a legislação, ao contrário, complementam-na e permitem a sua execução.
A verdadeira inclusão deve ser aquela voltada à efetiva aprendizagem, adequando os meios ao fim. Controlando, no entanto, eventuais abusos e distorções.
É uma proposta que pode assegurar ao aluno deficiente a sua inclusão social.
Acredito ser uma proposta para que o aluno com deficiências possa exercer o direito à educação, bem como, a inclusão social.
Acredito ser uma importante proposta para que o aluno com deficiências possa exercer o seu direito à educação e para sua inclusão social.
É uma proposta de inclusão social e a EAD pode ser sim a modalidade que venha de encontro às necesidades de cada aluno, especificamente.É necessário, no entanto,as adequações necessárias.
Pensamos que educação especial é a apenas a abertura das escolas aos portadores de alguma deficiência física ou mental, porém ao nos depararmos com tantas leis e resoluções criadas para garantir a educação deles, percebemos que mais do que oferecer espaço físico adequado é principalmente aceitá-los como são e preparamo-nos para recebê-los, não apenas com o coração aberto e afetivamente envolvidos, mas com teoria e, principalmente, métodos didáticos e pedagógicos que garantam a inclusão destes no processo ensino aprendizagem.
Quando uma lei suprema, como a Constituição Federal de 1988, tem explícito um dos objetivos “a promoção do bem estar a todos sem distinção” e que “a educação faz parte do grupo de direitos sociais” e ainda mais cria um artigo específico para esta compreensão “Art. 208 (Título VII) determina que o Estado garanta atendimento educacional especializado às pessoas com necessidades especiais na rede regular de ensino” e ainda assim vemos muitas crianças com necessidades especiais fora da escola ou dentro da escola sem atendimento especializado, percebemos que a lei ainda fica muito no “texto”.
A RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 2, de 11 de Fevereiro de 2001, institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Esta resolução auxilia na identificação das necessidades educacionais especiais, entretanto é impreterível que tomemos conhecimento do papel da escola e do professor qualificado na educação inclusiva.
Somente o professor qualificado permitirá que pessoas com deficiências física ou mental, moderada ou grave participem de todas as atividades propostas para que ocorra o desenvolvimento de habilidades e competências na aprendizagem. No que se refere a inclusão digital este professor deverá reconhecer programas e sítios que facilitam o desempenhos das crianças portadoras de necessidades especiais. Se para chegara qualquer parte do site o usuário precisar dar mais que três clique significa que o site é de difícil navegação e isto deve ser reconhecido pelo professor antes de indicar tais sítios para pesquisa.
Quando nos referimos à parte física percebemos um arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais dos portadores de necessidades pois possuem rampas, portas largas, banheiros adaptados, sala de recursos e professor auxiliar: Interprete de Libras e acompanhante. Mas quando pensamos em metodologia diferenciada para os alunos com necessidades especiais, planejada e praticada pelo professor da sala de aula, observamos que isso não acontece, pois a aula é toda planejada sem distinção fazendo com que estes alunos fiquem excluídos do processo ensino aprendizagem regular.
Pensemos então em mais esta possibilidade: Projeto de Lei 508/11, do Senado, que prevê atendimento educacional em local especial, recursos pedagógicos de educação a distância e outros que se utilizem da internet.
Esta proposta, mostra que o EAD aumenta a acessibilidade ao ensino em todos os níveis. Sem sombra de dúvida é uma excelente proposta.
Concordo com a proposta feita, é muito importante que todos tenham acesso a educação. Mas antes de pensarmos em inclusão, os profissionais devem ser capacitados, os materiais didáticos adaptados e investir na qualidade do ensino.
Assim como na educação presencial, a EaD tem subsídios necessários para oferecer atendimento a esses alunos, os direitos são iguais para todos.
Acredito que teremos bons resultados e espero que a lei aconteça efetivamente.
Sem duvida esta proposta é bastante interessante e acredito que dê otimos resultados desde que tenha uma boa estrutura pessoas capacitada para a implantação, já que requer uma habilidade maior dos professores e tutores na área . Mas acredito sim e estou torcendo a favor nesta na inclusão.
Que maravilha acreditoque a proposta que tramita no senado é bastante interessante e acredito que dê otimos resultados desde que tenha uma boa estrutura pessoas capacitada, para a implantação,que esta perceba que retirar as pessoas do convivio social não seja a solução, mas capacitar a todos a distância com momentos presenciais é possivél é bastante viavél pricipalmente com as dificuldades que a maioria dos brasileiros enfrentam…
Educação é para todos.
Acho uma proposta um pouco perigosa. Os alunos com deficiência podem se beneficiar do ead, porém eles precisam estar proximos à outras crianças, precisam de interações reais, além das virtuais. Sabemos que a aceitação da pessoa com deficiencia ainda é muito recente e não acontece como deveria. Se limitarmos a pessoa a uma educação a distancia esse movimento caminha na contramão. Portanto acredito que todas as escolas devem se adequar e formar professores para a recepção dos alunos com deficiência independente de qual deficiencia seja e trabalhar com o ensino presencial e a distancia em conjunto e não apenas a distancia.
Acredito que o ensino à distância possa ajudar e muito as crianças com necessidades especiais, porém a socialização deve acontecer com profissionais da área da saúde juntamente com outras crianças.
Penso que os portadores de necessidades especiais, precisam SIM de muito contato com crianças, com tecnologia, com interatividade.
Mas você já avaliou quantas instituições de ensino estão preparadas para receber este aluno?
A grande maioria, não mantem contato com crianças porque não existem escolas na proximidade preparadas! E paralelo a esta situação ficam também distantes do conhecimento.
EAD visa democratizar o conhecimento. Acredito que para quem tem alguma dificuldade saiba o que estou dizendo: TER A POSSIBILIDADE DE ESTUDAR, CONHECER, SE QUALIFICAR MESMO SENDO PORTADOR DE NECESSIDADES ESPECIAIS.
Aguardo seu contato.
Cara Rosicler!
Sim, sou portador de necessidade especial! Já acessei seu blog! Muito Bom!
Posso lhe assegurar que nós portadores de deficiência física, no meu caso uso cadeiras de rodas a mais de 15 anos, temos imensa dificuldade de encontrar uma opção para Estudar! Parece tão simples para a maioria das pessoas, não é mesmo?
Gostaria de dividir com voces minha situação.
Em minha cidade temos diversas oportunidades de emprego em que a minha deficiência não é impeditiva. Porem preciso ter formação específica em determiada área, cujas instituições de ensino se quer possuem um elevador para eu cadeirante!
Ou seja, teria excelentes opções de emprego, carreira, vida dígna, mas as perco porque não consigo ESTUDAR.
Acho que a resposta para a cara amiga Renata Vale, é que o perigo não é a falta de contato, mas a falta de conhecimento!
Excelente, concordo plenamente com a inclusão, mas não deve ficar sendo apenas algo no discurso ou no papel, deve realmente ser uma atitude. Não vejo diferenças entre as pessoas, sequer por elas apresentarem algum tipo de necessidade especial. Hoje em dia estamos vivendo numa sociedade inclusiva, e o primeiro lugar onde essa prática tem que ser efetivada e na eduacação, tanto presencial como à distância.
Olá fabricio Alonso. Você é uma pessoa com uma deficiencia relativamente simples e com cognitivo preservado. Você consegue expor suas opiniões e o que deseja e certamente foi inserido no ensino regular desde sua infancia. Me refiro a educação a distancia completa, na educação básica. Certamente no 2º grau e ensino superior e educação a distancia só tem a beneficiar.
Comentando sobre a colocação de uma as colegas. Se a pessoa com deficiencia naõ for inserida no ensino regular e presencial realmente nunca nada será feito para atender suas necessidades. O Fabricio deverá ser atendido em sua necessidade de elevador se assim ele exigir e todas as pessoas com deficiencia devem fazer o mesmo, para uma realidade inclusiva de verdade.
Acho a ideia muito interessante! São várias as razões para que uma pessoa portadora de algum tipo de deficiência possa preferir a EAD ao invés do presencial: estrutura inadequada de muitas instituições; dificuldade de locomoção; comodidade e até por que não dizer o problema do bullying.
Acredito que o que a proposta da lei visa quebrar a barreira da acessibilidade, poder ter a oportunidade de “estar”, é sempre louvável, mas em se tratando de Inclusão outros fatores devem ser levados em consideração e espero que haja especialistas pensando em sanar os problemas que com certeza aparecerão
Senhores, mostra-se mais uma opção importante da EaD, todos têm direitos iguais e esse modelo chega aonde for preciso.
Parabenizo aqui o ex-senador Botelho pelo projeto de lei; pois finalmente lguém está lutando pela educação de portadores de necessidades especiais que não tem condições de locomoção, afinal após o advento da internet todos os deficientes que não podem se locomover terão a chance de poder trabalhar on-line! E todo cidadão tem o direito a educação, assim sendo o governo tem a obrigação de oferecer esta educação PARA TODOS!
Agora que fique bem claro: os municípios e o governo do Estado precisa contratar mais professores e não sobrecarregar os que já estão na ativa. E principalmente pagar-nos um salário mais digno!!!
Viva a INCLUSÃO e Viva à EaD!!!
E sr. ex-senador Augusto Botelho e povo do meu Brasil varonil vamos continuar lutando pela educação e pelos deficiêntes. NÃO PODEMOS DEIXAR TUDO ACABAR EM PIZZA, seja ela à la carte ou no disk entregas… rs, rs, rs…
Prezado Fabrício Alonso, boa noite!!!!
Entendo perfeitamente sua colocação, as dificuldades são inúmeras, o direito de ir e vir das pessoas com deficiência em muito é ceifado e acaba por desestimular as pessoas que tem alguma deficiência como também os familiares, pois quando crianças as mães necessitam levar seus filhos para atendimentos clínicos.
Mas muita coisa tem evoluido com a lei da acessibilidade, sei que é pouco ainda, todos os orgãos públicos e particulares devem se adequar e isto vem acontecendo. Na minha cidade 85% da frota de transporte urbano é adaptada, as calçadas estão recebendo o piso tátil nas regiões centrais como também nos bairros, cada morador tem que adequar sua calçada. As escolas municipais e estaduais já possuem rampa, banheiros adaptados, portas das salas de aula mais largas, enfim, alguma coisa está acontecendo. Temos que adquirir o hábito de ir atrás dos nossos direitos e se for o caso brigar por eles, não podemos mais deixar ou ficar a margem.
Deve sim acontecer mudanças que garanta o aprendizado de todos
Prezados colegas, como já anteriormente comentado, a Lei 9394/96 garante atendimento educacional especializado aos PNEs e atribui isso ao dever do Estado. O projeto de lei 508/11, acaba por inibir a socialização e ferir alguns princípios básicos do SUS. A EAD poderia ser inclusa na capacitação e qualificação de professores na educação inclusiva. A EaD deveria vir como opção aos PNEs, como a qualquer outro cidadão, e não como uma forma de excluir ou diminuir a responsabilidade do Estado na processo de inclusão.
Achei a idéia interessante, estamos evoluindo no acesso escolar ao deficientes, porém esta proposta deveria pensar como se daria a socialização desta criança com as outras crianças da sua idade que normalmente ocorre no ensino regular. Ressalto a importancia da socialização, pois a mesma auxilia no desevolvimento das crianças deficientes e das demais com as quais convivem no ambiente escolar.
Importantíssimo o acesso à Educação pelos portadores de necessidades especiais. Concordo que a EAD pode facilitar o acesso de muitos que não tem como se deslocar até um polo ou centro de Educação. No entanto, papel aceita tudo!!! A proposta é muito bonita e válida, mas como será executada… é nesse momento que quase todas as propostas no nosso Brasil fracassam – na execução!!!
Acredito que este projeto de Lei é um avanço significativo para garantir ao acesso dos alunos cuja deficiência o impede de freqüentar regularmente o ensino. O atendimento especial na formação ao aluno com deficiência é um direto garantido por Lei e deve ser respeitado, mas reforço que o convívio com os colegas também é fundamental para a formação do aluno, neste momento devemos pensar formas de interação e convivo dos alunos com deficiência com todos os alunos da escola.
Concordo em parte com a Cecília, pois vejo que a inclusão social seja nossa obrigação nos dias de hoje, principalmente as escolas e Universidades, mas não poderia excluir as outras pessoas e sim fazer com que essa forma de assesibilidade, faça com que as pessoas se relacionem independente da sua condição social, e sim em prool do objetivo que é o aprendizado.
É a acessibilidade chegando a educação de forma completa. Para o portador de necessidades especiais, talvez a unica oportunidade de uma formação profissional, o primeiro passo para igualdade de oportunidades no mercado de trabalho.
Interessante a proposta, mas acredito que temos que começar pela qualificação dos profissionais que irão atender esses estudantes. É necessário dar condições aos profissionais para desenvolverem um bom trabalho: infra-estrutura, qualificação e melhor remuneração.
Excelente projeto de Lei.Tbem concordo com os comentários à cima ao dizerem que é preciso haver capacitação dos professores com as nova mídias para que a educação seja realmente eficaz. Mas discordo quando dizem que esses alunos não terão convívio social,pois blogs, chats,facebook e outras ferramentas da internet são tbem formas de convívio social mesmo que não sejam físicos, e as crianças e adolescente estão cada vez mais envolvidos com essas ferramentas.
Garantia de formação qualificada e certificação profissional ao portador de necessidades especiais, muito alem de somente educação e conhecimento.
Acho a iniciativa muito importante, eu como educadora, entendo a dificuldade de muitos alunos que apresentam alguma limitação frequentarem a escola, apesar de muitas coisas terem sido melhoradas,o portador de necessidades especiais ainda enfrenta inúmeras barreiras, sejam elas física ou pedagógicas.
É a acessibilidade levando a educação de forma completa. Para o portador de necessidades especiais,talvez a única oportunidade de uma formação profissional, o primeiro passo para igualdade de oportunidades no mercado de trabalho.
Boa tarde, acredito que a Proposta prevê ensino a distância para aluno deficiente é uma maneira de possibilitar o exercício da cidadania de pessoas com necessidades educativas especiais, trabalho nesta área e acredito na capacidade mútua do ser humano, todos são capazes de aprender, só precisam de uma oportunidade para isto valorizando-se o tempo de “aprendizagem” de cada um…
TOM (Especialista em Libras e Educação de Surdos, Educação Especial e Inclusiva)
Acho legal o projeto, mas creio nao ser aprovado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O governo preza muito a Inclusão dos portadores, com certeza não avalia que muitas vezes não tem como o estudante chegar até os locais de ensino.
Garantia de formação qualificada e certificação profissional ao portador de necessidades especiais, muito além de somente conhecimento e educação.
É a acessibilidade chegando a educação de forma completa. Para o portador de necessidades especiais taléz a única oportunidade de uma formação profissional, o primeiro passo para igualdade de oportunidades no mercado de trabalho.
Garantia de formação profissional com certificação ao portador de necessidades especiais.
O grande desafio da educação é agregar ao ensino as tecnologias necessárias para fazer as inclusões com a valorização do professor, com a capacitação dos profissionais e garantir a adequação da infra-estrutura para que isso ocorra. Além de garantir a adequação, garantir também sua manutenção. É fantástico transformar as tecnologias em ferramentas que possibilitem a educação para todos!
A cada dia a quantidade de alunos no Ensino a distância aumenta, isso se deve principalmente a confiança na qualidade deste modelo de ensino. Acredito que, para as pessoas que são portadoras de alguma necessidade especial e, tem vontade de concluir os estudos ou até mesmo começar a estudar, esta é uma grande oportunidade, pois com o acompanhamento e estrutura proposta no projeto, será uma ótima opção para o aluno que se priva de procurar o estudo presencial, devido às dificuldades de locomoção dentre outros problemas.
Colegas desculpem a repetição dos comentários, não localizei os mesmos então preocupada e empolgada postei novamente.
A iniciativa é interessante e muito importante para que a inclusão continue acontecendo. Apenas espero que a proposta ocorra de forma íntegra e respeitosa.
Uma das vantagens do ensino a distância é garantir a inclusão social na valorização do ser humano integrado ao meio em que vive. Para alguns portadores de necessidades especiais talvez a única possibilidade de formação profissional.
Com certeza esta é uma ótima iniciativa mas assim como para as pessoas ditas “normais” esta tem que ser uma alternativa de realizar cursos de qualidade sem a necessidade de sair da sua casa embora a inclusão refira-se também a capacidade de comunicação, convivência e da troca de experiência com outras pessoas por isso acho de extrema importância os momentos presencias neste caso.
É um direito de todos (deficientes ou não), ou deveria ser um direito de todos, freqüentarem uma escola. Esse direito aos deficientes é maior, pois nem todas as escolas estão adequadas para recebê-los, a proposta de Educação a Distância para os deficientes, acredito ser de grande ajuda para derrubar mais uma barreira, é uma alternativa eficiente.
Acredito que o acesso deveria acontecer em todos os estabelecimentos de ensino. Como isso não é possível, tanto pela estrutura de escolas e/ou faculdades como a acessibilidade a profissionais capacitados, acredito que esta hipótese ajudará muito a quem tem vontade de aprender… Voto a favor!
A importância de assegurar o ensino a todos é indiscutível, portadores de necessidades especiais ou não. Porém, nosso sistema de ensino mal está preparado para os padrões normais já adotados, quanto mais para o EaD. Existem os educominicadores que, além das competências como Designer de EaD tenham competências pra lidar com esses alunos especiais, no que que diz respeito às suas carências físicas, emocionais e sociais? A ídeia é boa, mas creio ser necessário, mais uma vez, discutir a capacitação e valorização dos professores/facilitadores.
É muito importante a garantia de estudo às crianças que não podem ir até a escola tradicional, mas também é importante o convívio social dessas crianças, então, creio que a inserção de redes sociais como ferramentas desta EaD seja indispensável.
concordo plenamente com a idéia, que deve ser operacuionalizada o mais rápido p.ossível. Oferecer ensino com a facilidade das tecnologias e equalizar as oportunidades. A inclusão deve ser meta constante de uma sociedade democrática.
Parabéns , parabéns para quem quem se preocupa em desenvolver idéias e abrir portas, nunca asntes abertas.
a LDB garante acesso a Educação aos deficientes faz tempo. Não podemos esquecer que inclusão não é só acesso as disicplinas, será que possibilitar o acesso a educação sem sair de casa resolverá um problema e irá isolar mais ainda este aluno?…
Elke
A prosposta é bastante interessante, mas para que tenha sucesso deve haver todo um aparato, já que o Atendimento Educacional Especial(AEE), precisa de pessoas capacitadas para lidar com as diferentes tipos de necessidades, espaço adequado e preparado, que muitas vezes não é assegurado nem na educação presencial. Os alunos portadores de Necessidades Educacionais Especiais(NEE), devem estar em um espaço em que se socialize, esteja realmente incluso e não sendo um protagonista de políticas de gabinete.Acho que esta proposta deve ser aplicada, mas respeitando a individualidade destas pessoas, e que a inclusão não seja só escolar, como também nos diversos espaços sociais.
Enfim, a real democratização do ensino.Merece palmas. Todos deveriam ter o direito de ter acesso ao conhecimento.
EAD é uma tendência em ascensão, como este aluno costuma esforçar-se mais que o presencial, o deficiente não foge à regra e o agravante da deficiência impede que o mesmo se desloque para as escolas, o que cercearia o acesso à educação, por isso vale a pena investir nesta modalidade, pois a acessibilidade disponibilizada facilita sua participação.
A proposta feita para levar o atendimento educacional especializado gratuito aos alunos com necessidades especiais juntamente com recursos pedagógicos de educação a distancia e a internet, faz com que a inclusão venha acontecer de forma inovadora, no que é possível fazer mas que precisa ser desvelado, para que possa ser compreendido por todos e aceito sem outras resistências, senão aquelas que dão brilho e vigor ao debate das novidades.
Excelente proposta que dará oportunidade a muitas pessoas que são impossibilitadas de freqüentar uma universidade.
Excelente !! Porém é necessário que os profissionais envolvidos estejam preparados para atender estes alunos.
Levar a educação a distância para alunos deficientes é importante que todos tenham acesso à educação, que também vai ajudar em outras possibilidades e expande oportunidades
Garantir o acesso escolar àqueles que por alguma razão são impedidos de frequentar uma unidade escolar com certeza é bem vista, principalmente aos PNEs, porém, concordo que o governo e as intituições particulares devam aprimorar-se tecnológicamente para atender a referida lei, para isto, os políticos já deveriam se antecipar para gerar recursos e incentivar tal medida, senão, acredito que isto não sairá do papel. A educação a distância não pode ser encarada como um modismo, antes de usá-la como recurso para atender a proposta de Lei, governo e sociedade devem garantir que as instituições de ensino estão se empenhando para garantir o acesso a escola e que ofereçam o máximo de recursos aos PNEs, senão, fica fácil usar a EaD e justificar que se preocupam com a situação.
Com certeza a proposta é muito boa, mas não pode ser generalizada, como já comentado anteriormente, todos os cuidados com os PNE´s, lembrando que tenho deficiência motora (sofri os efeitos da pólio na infância), mas isto não impediu que realizasse meus estudos, e olha que na época que estudei (me formei em Administração de Empresas em 1979), o EAD não passava nem nos pensamentos dos educadores/instituições de ensino. A meu ver o maior cuidado realmente é na inclusão e nas ferramentas a serem utilizadas para cada caso. Mas enfim espero que a proposta seja aprovada e com certeza o aprimoramento vem com o tempo.
Conforme Estatuto da Criança e Adolescente,todos tem direito à Educação,sendo assim,não importa a maneira que será levada ao aluno,mas sim,que o mesmo tenha acesso ao conteúdo,concluo então que o EAD é mais do que importante para essas crianças,é garantia de aprendizado,conhecimento e principalmente,inclusão social.
A AeD é de grande importância para as pessoas deficientes, mas é bom salientar que as barreiras arquitetônicas ainda são os maiores empecilhos.
Falar em acessibilidade realmente nao e tao simples, mas nao devemos ficar calado e nem tao pouco aceitar a situacao que esta, esperamos que nossos governos tomem posicao e vejam a grande necessidade de todos os seres humanos estarem realizando seus objetivos e metas,acredito que a Educacao a Distancia pode contribuir para esta inclusao,com profissionais qualificados e preparados assim, como sistemas para que o deficiente realmente se socialize.
Direito à educação está assegurado na Constituição, por isso, nada mais justo que dar condições a todos, principalpente aos portadores de necessidades especiais.
O principal é a força de vontade do aluno e o interesse dos governantes.
O direito assegurado por lei não garante o acesso do aluno. Todos temos que aprender a cobrar os nossos direitos.
Olá,
Acredito que mais uma vez nós estamos caminhando pelo caminho certo,pois a inclusão deste alunos,vem ser mais importante para eles pois sentirão que estão tendo seus direitos de cidadãos respeitados por nossos governantes que muitas das vezes esquecem que em nossa sociedade pessoas com deficiencias físicas tem que ter seu espaço respeitado.
Parabéns.
Att,
Roberto Nunes.
É importante ressaltar que sendo aprovada esta proposta as instituições de ensino superior tem que se adequar ao alunado, promovendo desde a acessibilidade física, atitudinal como também condições de aprendizagem para esses educandos. Quando falo isso, penso em um professor intérprete para o surdo nas aulas em vídeo ou presencial, material adaptado para o baixa visão e o cego. Caso contrário, de nada adianta oferecer o curso se não condiz com a realidade do alunado.
Gostei do comentário do nosso amigo Tiago Monteiro Veloso.
Em termos concordo com a proposta para levar atendimento educacional aos alunos com deficiência, através de internet, local especial e com os recursos pedagógicos. Pois todos os alunos têm direito de estudar.
Espero que essa Lei seja aprovada e colocada verdadeiramente em prática. Considerar que a EAD tem a capacidade de incluir PNE e de “bônus” inclusão digital, é uma proposta fantástica. Estou na torcida!
ADOREI!!! Como Fisioterapeuta sei das dificuldades dos portadores de necessidades especiais em ter ascesso ao ensino, fala-se tanto em assecibilidade nada mais justo que ela se estenda aos estudos. Vamos apoiar essa idéia!
Espero que esta lei nao fique apenas no papel,e que realmente funcione e que todos que necessitem realmete tenham o acesso a mais esta ferramenta de ensino, pois a lei no papel é uma coisa, por em pratica é bem diferente.
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Excelente, porém, o principal é, garantir que as escolas e os profissionais terão condições de receberem e desenvolverem saberes a estes alunos, para não acontecer, como na “Inclusão”, que se vê por aí, escolas sem as devidas adaptações e sem profissionais para atuarem com qualidade e dignidade.Que tal primeiro, prepararem escolas e profissionais para atenderem as necessidades dos alunos?